Reflexão sobre Nós

     Mais uma vez vou falar sobre um assunto controverso e mais comentado desde a década de 40, os OVNIs, ou Objetos Voadores Não Identificados. É claro, o significado em si não é muita coisa, basta apenas que algo apareça no céu sem uma identificação lógica para ganhar este status, mas se olharmos mais adiante, a preocupação passa a ser com os seus possíveis “pilotos”, o que nos leva a duas antigas e talvez agora desinteressantes perguntas... “Estamos sozinhos no universo?” “Eles estão entre nós?” Observando com atenção estas perguntas pode-se ver como no fim, elas são irrelevantes. A primeira requer uma reflexão. Somos menos que um grão de poeira dentro de nossa galáxia, a Via-Láctea, e considerando o universo por seu tamanho provável, a galáxia é menos que o tamanho da cabeça de um alfinete, no grande mar de galáxias de todos os tamanhos, então, como poderíamos ser os únicos seres vivos num universo impossível de alcançar? Talvez isso sirva de explicação, ou base para uma. Já a segunda pergunta nos trás duas outras linhas de raciocínio rápido, pois, se eles estão entre nós a muito tempo, no que diferencia sabermos disso? Sei das implicações governamentais e religiosas diante de tal situação, mas não mudaria nada sem uma prova definitiva e conclusiva e a segunda linha de raciocínio seria o cultivo do medo. Entretanto, se nos basearmos nos filmes, livros e supostos relatos de abduções, a pergunta que realmente teria uma relação direta diante do medo e o receio demonstrado em todas as partes do planeta seria, “O ser humano quer mesmo  encontrar tais seres alienígenas, cujo a tecnologia os fez capazes de viajar longas distancias pelo espaço para chegar aqui, onde a raça humana está ainda em estágio inicial?” Segundo a teoria do “Astronauta do Passado” as religiões e as mitologias de muitas sociedades não foram baseadas em seres divinos e sim em visitantes do espaço, que aqui foram tornados sagrados pela população antiga. Possível? Sim, afinal, há tribos africanas que reverenciam um avião feito de palha, à imagem do real, ao qual consideram como um “pássaro que trouxe os deuses do céu para a Terra”. Mas vamos a outra questão também interessante... Muitos dizem que alienígenas não existem, que é história da mídia, histeria coletiva, crendice, afinal precisam ver para crer. Certo, se isso é verdade, porque tantos governos tem programas ditos secretos, para investigar estes fenômenos, com recursos de milhões de dólares? Porque tantos materiais, filmagens e fotos simplesmente desaparecem? Porque tanta gente desapareceu ou morreu para que o segredo se mantivesse? Se é tudo mentira ou fantasia, porque é investigado por agencias de inteligência e por supostos grupos ufológicos autônomos com recursos secretos? O que se descobre de verdade no fundo de tudo isso é o medo de algo que já se sabe existir, e se faz silencio porque há o interesse em possíveis tecnologias. O ser humano não busca se aprimorar, busca sim, tecnologia alienígena, porque, quem a tiver, consequentemente dominará o mundo. Ah, então tudo isso é por poder? Por domínio? Talvez seja, depende de quem estiver no comando.
     O panteão de deuses latinos (politeísmo romano), gregos, escandinavos, persas, orientais, africanos, etc., seriam uma boa história para os jovens e forma de manter a cultura de um povo, mas independente de nomes que estes deuses tenham e das vestes que usavam, seriam insignificantes se não fossem tão fantasticamente parecidos. A hierarquia entre eles, os deuses menores, os semideuses, os demônios e os seres da natureza... Todos seguindo o mesmo padrão em todos os lugares... Porque? Teriam os povos do passado visto a mesma coisa e feito relatos segundo suas culturas? A mitologia judaica, palestina, os Incas, os Maias, os egípcios, os neozelandeses, até os índios das américas, aconteceu a mesma coisa. Como? Isso então nos leva ao seguinte pensamento: “A raça humana é a mistura de seus genes com a genética alien, e há vigilância constante, como fariam bons cientistas que buscam resultados previstos em um experimento. O desejo humano de ir as estrelas e ver outros seres, é sua herança gritando em seu DNA mestiço. Os velhos anjos e demônios, não passam de facções em guerra, usando tecnologias e conhecimentos que, para o homem ainda primitivo tem cunho divino ou de feitiçaria, de terror profundo ou de beleza indescritível, então, baseando-se nesta linha de raciocínio, a questão alienígena não é alienígena, a questão OVNI não é OVNI, a questão é totalmente humana. O que o ser humano faz com o que sabe, o que faz com o que sabe, com o que vê, como usa sua fantasia e como nela acredita.
     A raça humana busca sua própria validade, busca entender o seu lugar no universo e o motivo de estar aqui, para isso, investe no que não conhece, mas que sente dentro de si, esta atração, este medo, esta obsessão louca de saber sempre mais, mesmo quando tudo parece desfavorável. O ser humano esquece que são feitos dos mesmos “materiais” e moléculas que formam os planetas, as estrelas, os asteroides, as nebulosas, ou seja, somos feitos da mesma matéria prima que formou o universo, assim sendo, temos em nós as respostas para todas as perguntas que são feitas através dos séculos. O medo e a hesitação não passam de negações, ferramentas de defesa para que o ser humano não se fira com a verdade que foi escondida com milênios de mentiras e segredos. O ser humano não está sozinho no universo, o egoísmo nos faz pensar que sim, mas a verdade é que existem muito mais do que apenas nós no universo, e que o conhecimento disso seria o bastante para pôr por terra toda a divindade e religiões pelo mundo, assim como desmantelaria toda a politica e a paz mundial. O ser humano é uma invenção, uma criação, uma brincadeira séria, que pode ter sido feito apenas para teste de tecnologia, para um programa ainda maior de ciências ou para salvar alguma raça decrepita, pouco importa isso na verdade, ainda assim, não ajuda a raça humana a crescer diante daquilo que sente dentro de si, que é seu caminho, trilhado sozinho. Saber explicar quem somos, é simples, saber explicar o que somos é a grande pergunta. Debatam a questão da existência, não presos a falsos moralismos e convenções e regras radicais e baseadas no medo, supostamente divinas, mas através de sua busca interior de sua própria consciência, de sua própria existência. A evolução não está presa a regras, ela se auto define, e se não houver liberdade de pensamento, se houver medo, hesitação, a fantasia negativa e o terror, a mente será subjugada pela fraqueza de séculos de inverdades e brutalidade psicológica e cultural. Não sejam patéticos cordeiros ou ovelhas sempre prontas para serem guiadas, nem mesmo sejam lobos estúpidos... Sejam vocês mesmos, com suas perguntas e respostas, pois ambas está dentro de cada um. Pensem nisso.

Emilson Oak 

Stargaze HD: Universal Beauty

O universo visto pelo telescópio Hubble - Imperdível

Imagens do Universo - Uma Viagem Inesquecivel

OVNI Hoje!Cientistas da Universidade da Califórnia: 'Alienígenas disfarçados vivem entre nós' » OVNI Hoje!

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A HUMANIDADE E SUA FORÇA MESTRA... A ARROGÂNCIA


Quando começamos a pensar na humanidade, muita coisa vem a cabeça, e com uma simples análise, vemos como a humanidade é pateticamente arrogante. Mal sabem engatinhar, e já querem correr e definir regras para todo o Universo.Um dos passos que denotam esta arrogância é o fato de crer que fomos "feitos" por "Deus", o que deu ao ser humano direito de dizer que "fomos feitos a sua imagem e semelhança", isso nos faz pensar... Uma inteligência extraterrestre, totalmente diferente física e culturalmente de nós, não teria sido também feita por este mesmo "Deus" que criou o Universo? Se não, quem os fez, já que somos nós, sua imagem e semelhança? O que nos faz pensar é, ou existem vários "deuses" fabricando vida por ai, cada um dando a sua criação seus próprios detalhes, ou nenhum "Deus" nos fez , nos desenvolvemos por meio de uma evolução e não somos a imagem e semelhança de ninguém, ou até mesmo, somos a imagem de outros seres, aqueles que por intermédio de ciência, nos criou... Faz muito mais sentido.Com o tempo a ciência passou a ser mais do que algo ligado a estudiosos e tornou-se popular e atraente, e as descobertas feitas num espaço de tempo tão curto, podem ser consideradas como um grande avanço da "genialidade" humana, ou por sua persistência, que de uma forma ou de outra, acaba sempre enevoada pela arrogância tradicional. O ser humano baseia-se em suas descobertas para definir regras para o universo ao nosso redor, como uma obrigação a ser seguida. Definiu que nada pode viajar mais rápido que a luz, o que lembra a épica onde diziam que
não se podia viajar mais rápido que o som... Um problema surge, imagine que um planeta próximo esteja a 200 mil anos-luz da Terra, isso significa que, viajando à velocidade da luz, um astronauta levaria 200 mil anos para chegar a este mundo, isso é compreensível porque está dentro da realidade científica da Terra, mas os cientistas ignoram que, não ver um alienígena, não significa que eles não existam, e partindo desta premissa, se estes seres puderem se deslocar facilmente além da velocidade da luz de forma que possam cobrir longas distancias em pouco tempo, como exemplo, de 200 mil anos para apenas dois anos, ou seja, ultrapassando o limite humano, devemos então dizer o que para eles? "Senhores alienígenas, segundo a nossa física, tal deslocamento neste período de tempo é impossível, portanto parem com suas viagens até que possamos aceitá-la... Obrigado" Segundo nossos sábios cientistas, não é possível viajar assim, gastaria-se muita energia e se chegássemos ao numero mais próximo da velocidade da luz, Deixaríamos de existir, passando a nos transformar também em luz... O tempo pararia para nós, enquanto para o resto do universo se passariam 200 mil anos... Pronto, está definida uma regra que não poderá ser desfeita, a menos que sejamos por nós.
Outra questão da arrogância humana é a seguinte. Certa vez um "pateta" tentando explicar a possibilidade de existência de alienígenas na Terra ou baseada na Lua, disse: "Se há alienígenas entre nós ou próximo, porque falariam conosco? Nós falaríamos com uma barata?", bem, eu respondo, é claro que falaríamos com uma barata, uma formiga, um mosquito, é evidente que por mera curiosidade gostaríamos de saber o que pensam de nós, como vivem, o que sentem, como se comunicam... Porque seres mais evoluídos a ponto de ir a outros mundos não tentariam fazer contato pelo mesmo motivo?
O ser humano, é como um bebê olhando o mundo pela primeira vez e tentando entender tanta luz e sons desconexos, então, de onde vem tanta arrogância a ponto de crer que as simples descobertas servem de regra geral para todo o Cosmo? Mais uma questão quando o assunto é extraterrestres... Os seres humanos enxergam por uma determinada frequência luminosa, a luz branca, e busca pelo universo seres vivos baseados nesta forma de ver, mas alguém parou para pensar que outras criaturas podem existir dentro de uma frequência diferente de luz? Que, por esta razão, não podem ser vistas? Procura-se vida em planetas que estejam dentro de uma zona estelar neutra, ou seja, que não estejam muito próximos ou muito longe de sua estrela, o que tornaria a "zona Habitável" uma possibilidade de haver vida... E se os seres só viverem em mundos cuja temperatura seja num frio de -200°c, ou num calor de 200°c? Então deve-se ignorar que estes seres estejam vivos, só porque não somos capazes de viver nestes extremos? Procura-se mundos com água, oxigênio e nitrogênio... E se estes seres, se ao acaso estiverem em mundos próximos, não necessitarem de água, porque pode ser venenosa ou corrosiva, e não respiram, ou se respiram, o oxigênio e o hidrogênio fossem extremamente mortais? Isso é pensado quando nascem as teorias ditas cientificas? Estão buscando vida no espaço, ou buscando um espelho da raça humana, não por curiosidade, mas por medo? Afinal, o ser humano se conhece...
Envia-se sinais de radio pelo espaço e busca-se sinais de radio enviados por outras civilizações... Duas coisas podem estar envolvidas nesta linha de pensamento. Primeira, a nossas ondas de radio podem jamais serem captadas porque as raças jamais usaram este tipo de onda para comunicação, ou porque não existem mais aparelhos tão primitivos que captem sinais de radio e sim, outros tipos de ondas. Segundo, como saber que, os sinais de radio que enviamos não chegam para outras raças como um mero sussurro sem sentido e que não vale à pena ouvir? Talvez até mesmo vejam nisso uma forma tão primitiva de contato que não se movem para responder... Entretanto, continua-se tentando ouvir estes sinais por anos e não parecem de forma alguma querer buscar outros comprimentos de ondas que possam servir de meios de comunicação... Arrogância.
O que é a física quântica (mecânica quântica) senão uma forma cientifica usada para burlar as leis dadas como certas? A física do impossível, tenta mudar a física tradicional... Podemos voar? Podemos atravessar paredes sem quebrá-la? Podemos dobrar o espaço e o tempo? Podemos mover objetos com o pensamento? Podemos nos teleportar? Viajar no tempo para o futuro e para o passado? Sim, para a ciência quântica, mas a questão importante é, criamos a física quântica para desfazer a nossa própria física por motivos científicos, ou por mera arrogância? Esta pergunta cria uma outra também muito curiosa. Seria a arrogância humana, seu combustível para seguir em frente? A que preço?
Nossas guerras, conspirações, testes biológicos secretos, testes psicológicos utilizados em guerras, domínio mundial, domínio religioso e ideológico, dinheiro, petróleo, ouro, terras, domínio pela fome, insurreições, terrorismo, informações secretas, mapeamento do DNA, artefatos poderosos, desaparecimento da verdade histórica, santos, anjos, demônios, bruxos, ciência trabalhando em dualidade, o bem contra o mal, cristãos contra muçulmanos, brancos contra negros, ocidente contra o oriente, pobres contra ricos, ideologias falidas politicas, domínio pelo sexo, pelas drogas, religião contra religião... Entre outras causas, tudo iniciado pela arrogância de crianças que fingem agir como adultos, a raça humana. Enquanto a ciência e a raça humana não for pura, ficarão mostrando sua suposta verdade por
longo tempo.
Há arrogância maior que, uma religião, considerar-se mais real do que outra? É patético, mas muito real. Pessoas brigam por seu "deus", e são capazes até de matar, não limitam-se somente a segregação. Mas, se "deus" é como dizem, porque a briga entre as religiões, será que "deus" não é capaz de falar por si? Precisa de um bando de seres humanos para defende-lo? Porque? Ou será que por mera arrogância, as pessoas estão defendendo não "deus", mas seus próprios interesses e suas próprias crenças? Parece mais lógico, afinal, isso demonstra que são escravos de suas fantasias e seus gostos pessoais. Isso no fim, nos leva a pensar, Deus nos fez, ou nós o fizemos segundo nossos interesses? E quando falamos de interesses, existem machistas, feministas, homossexuais, religiosos, ateus, qual a diferença? São todos humanos... Talvez exista uma força externa causando toda esta segregação, pode ser, mas eu aposto na arrogância humana. Afinal, através de uma gota de sangue, um fragmento de pele ou ossos, uma lágrima, podemos identificar quem é quem? Podemos saber se o sangue vermelho e de uma pessoa negra ou branca, culta ou ignorante, que segue este ou aquele partido politico, que professa alguma religião, que gosta ou odeia certas musicas, que ama ou que nunca foi amado? NÃO... Humanos são humanos e pronto, mas o abuso da ignorância, a overdose de idiotice e o estúpido e suposto direito auto imposto de julgar, corre nas veias e alimentam a imbecilidade, dai, floresce a arrogância como meio de vida e regra humana.
Sim, creio num universo repleto de possibilidades de vida e probabilidades de realidades. A questão não é e nunca foi se Deus existe, qual é a religião certa, se há um Inferno ou um Paraíso, se há na Terra alienígenas entre a população, se há alienígenas na galáxia, qual a raça humana é a mais evoluída, qual é a mais forte, brancos, negros, asiáticos, mestiços... A questão é, tudo isso no fim, não é apenas mais um fator doentio da arrogância humana em querer definir a vida, o universo segundo seus próprios padrões? Não é por isso que existe tanta politicagem, tanta guerra, tanta segregação, tanto desrespeito a vida?
Não importa que cor você tenha, quanto tenha no banco, qual a sua religião, que partido politico você segue, que ideologia você tem, sua altura, sua forma física e sua sabedoria... Se o "barco" afundar, afundam todos. Pensem nisso!

Emilson Oak
wingars2118@gmail.com





Mediunidade, uma visão para questionar

Vamos pensar um pouco em um pequeno, porém, longe de ser insignificante detalhe, ou melhor, na seguinte pergunta: Existe mediunidade e médiuns? Talvez para voce que esta lando seja algo simples, caso voce acredite, dirá sim, se não acredita, dirá não... Respostas vagas e vazias na verdade, pois não explicam nada, não valida nada. E entre estes polos, as pessoas continuam navegando seguindo uma maré de imprecisão. Imagine uma época onde as pessoas podiam explorar suas naturezas como elas realmente são, sem as críticas e regras da religião ou da ciencia. Quando o ser humano era realmente livre e conhecia sobre si, muito mais do que imaginamos saber hoje... Imagine a ligação do ser humano com a natureza de sua forma geral, com sua psiquê, com seus sentimentos, podendo fazer aquilo que consideraríamos como prodígios... ue incrível civilização de "deuses" seriam, não? Agora expanda mais a sua fantasia e imagine estes humanos, podendo falar com a energia daqueles que deixaram o corpo fisico, da mesma maneira que hoje falamos diante de uma camera, num computador... Que pudessem conversar com seus semelhantes a milhares de quilometros bastando um simples pensamento... Filme? Ficção Científica? Fantasia? Talvez. O certo é que o ser humano de hoje não pode fazer mais nada e aqueles que por ventura mostram algo diferente daquilo dito comum, se tornam pessoas especiais... Mediuns, escolhidos, oráculos, profetas, visualizadores... Nos julgamos tão evoluidos tecnologicamente que para "tapar" o buraco deixado por não sabermos fazer mais nada, criamos meios tecnologicos para nos ajudar. E nos afastams cada vez mais daquilo qe é nossa origem. Hoje buscamos meios científicos para estudar e validar os ditos poderes parapsicologicos, e cada um "fenomeno" novo, damos o nome de Efeito ou Atividade Paranormal. Será que já paramos para pensar que, se existe ou acontece, é por si só, normal? Não está abaixo ou acima do normal... Apenas não é algo que aconteça o tempo todo. Quem somos nós para conceituar e se sentir capaz de explicar o que desconhecemos a ponto de criar nomes e regras patéticas? O médiuns, são pessoas comuns... Nós somos pessoas comuns, portanto, todos os seres deste mundo são "médiuns"... Não uma classe especial, como querem que creiamos, apenas alguns nascem com esta sua natureza mais livre, outros tem que trabalhar isso e outros não conseguem... Mas porque? Por uma simples questão, todos nós trazemos em nosso código genético, uma coisa que chamamos de "Herança Genética", que é passada de geração em geração, nestes códigos genéticos estão inclusos, o medo, a duvida, a hesitação, entre outros, que vieram de nossos ancestrais mais distantes e trazemos agora conosco, servindo de muro para que não vejamos com amplidão o que realmente somos. Cada ser deste mundo, seja ele, bom, mal, alto, baixo, gordo, magro, rico, pobre, de que raça for, tem em si, ferramentas especiais para seguir com sua vida e cuidar de cada acontecimento, mas o que aprendemos a fazer? Pedir a algo que consideramos maior que nós, para nos ajudar a resolver problemas que nós mesmos procuramos... Quer seja de forma direta, ou por escolhas mal feitas. Porque procuramos esta "algo" maior que nós? Porque precisamos, pois imagine descobrirmos que estamos sozinhos e cada um por si? Seria o caos, mas se imaginarmos e crermos que, existe algo maior que poderá inteceder por nós, fica tudo mais facil. Então, é facil vermos alguém com um "dom", que prefiro chamar de natureza, fazendo algo que nem mesmo ele compreende, e dizermos, "incrível, eu não teria como fazer aquilo", ou "Deus me livre fazer aquilo, quero paz na minha vida". É a mesma coisa que ver alguém deixar a riqueza e o poder para trás e lutar por uma causa, depois ficarmos reverenciando esta pessoa... Porque reverenciamos, ao invés de fazermos o mesmo? Precisamos tanto de ter alguém que julgamos especial, ou melhor que nós para torná-lo fantástico? Somos mesmo tão fracos assim? Os médiuns não somos todos nós, com nossos sentimentos chamados sexto sentido? Não somos todos nós quando prevemos algo e este algo acontece? Não somos todos médiuns quando sentimos calafrios e vemos vultos? Não somos quando sentimos necessidade de ajudar alguém? Não somos quando nos dedicamos a algo maior que a vida fantasiosa do dia a dia? Precisamos mesmo criar ciencia para explicar o que somos? Está cheio por ai, de pessoas que se julgam porta vozes de divindades, de santos, de Deus, etc... Mas não sabem nada, são meramente joguetes de suas próprias fantasias, de poder e ascenção... Outros chegam a megalomania de se julgarem não o porta voz, mas a própria divindade... E fica no meio disso a seguinte pergunta: Precisamos de divindades ou as divindades precisam de nós? Se as divindades que o homem acredita deixarem de existir, ainda estaremos aqui, mas se deixarmos de existir, onde elas estarão? Temos que crer mais em nós mesmos e aceitar não por intermédia de uma religião, seita ou regra criada pelo interesse de alguns, mas por sabermos quem somos e o que somos... Somos todos médiuns, bruxos, anjos, demonios, humanos... Somos a essencia de nós mesmos. Vamos pensar sobre isso.


Emilson Oak

Mundos Paralelos

                                                 


MUNDOS PARALELOS


Quando falamos sobre universos e mundos paralelos, remetemos ao pensamento de ficção científica... Bom, porque não acreditar que os filmes de ficção científica, não possam ser de certa forma, uma amostra, de algo que o autor adquiriu de um universo paralelo? Não seria difícil pensar sobre isso dando oportunidade ao pensamento quântico. Mundos e universos paralelos, não são nenhuma aberração científica ou teórica, são reais. Se nos direcionarmos as seguintes questões, pode-se ver como o universo paralelo funciona. O passado,  presente e o futuro... O que são senão fatias temporais? Laminas temporais que estão ligadas e em movimento vibratório, de forma que você pode saber delas, mas não pode alcançá-las. Se houvesse meios de viajar no tempo, você veria no "passado", tudo aquilo que conheceu, e este passado, estaria vivo, e em movimento. Você poderia ver sua família mais jovem, ou quem sabe, seus pais antes de se conhecerem... Estão lá, vivendo isso, num mundo real para eles... Assim também os momentos do futuro... Estão lá, e todos que lá vivem, estão experimentando uma realidade, e como viajante do tempo, você é a anomalia.     Há uma curiosa teoria sobre universos paralelos que diz, que, podem existir muitos de nós, em situações e eventos diferentes daqueles que vivemos. Um exemplo seria num lugar, uma pessoa ser medico
e em outro ser policial, em outro ser um mendigo... Ou seja, os paralelos, mostram todas as possibilidades de realidades que uma pessoa poderia estar experimentando. Existem em frequentes casos de pessoas que dizem ver fantasmas, e extes fantasmas, serem exatamente uma "brecha", uma "abertura", por qualquer motivo, na linha temporal ou nas dimensões que compõem a realidade .O fato de darmos tanto sentido místico e metafísico as coisas, não quer dizer que sejam... Nossa falta de explicação coerente nos leva a isso. Não existe nada que seja sobrenatural, pois, se existe, é natural, apenas está em um sistema que não vivenciamos diariamente. Religiões e filosofias foram formadas assim. Podemos entrar nestes mundos paralelos de maneira desavisada, e como já ocorreu muitas vezes, desaparecer para sempre. Os universos paralelos são laminas que se movimentam vibratoriamente e que, por vezes, estas vibrações podem encontrar um ponto de igualdade e uma junção acontece, tornando por uma fração mínima de tempo, iguais. Neste caso, você poderá ver algo do passado, como um intruso no presente, e alguém deste paralelo, pode estar vendo você e julgando ser um espírito ou alienígena. O que somos aqui, não somos em nenhuma das laminas dos paralelos, cada uma detém uma personalidade possível nossa, e de toda a humanidade, assim como o aspecto físico do ambiente que se baseia nisso para existir. Não seria errôneo, alguém amar profundamente determinada coisa, uma profissão por exemplo e jamais ter trabalhado nela, ou ter estudado ela... A pessoa apenas reflete o que seu outro eu é num paralelo próximo.
     Houve um Jesus aqui, terá havido um Jesus em outros paralelos? Será que, em algum os alemães ganharam a guerra? Será que, em algum, o Brasil foi descoberto por ingleses, franceses, holandeses, espanhóis? Será que, em algum a segunda guerra nunca terminou, ou já estamos na quarta? Que fomos invadidos por alienígenas? Que sejamos nós os alienígenas invasores? Será, será, será? Porque não?São possibilidades que não podemos descartar, são possibilidades que estão aqui mesmo conosco... Nos filmes, nos livros, nas histórias que contamos e dizemos se um fato fictício... E se não for? Se for algo que obtivemos de mundos paralelos? Imagine que voce, seja casado(a), e vive uma determinada forma de vida social... Se tivesse casado(a) com outra pessoa, teria esta mesma forma de vivência? Provavelmente Mundos muitos paralelos, você se casou com outra pessoa, ou não se casou com ninguém, etc. Os alienígenas e suas naves espaciais, podem ser destes paralelos, e serem na verdade, uma versão da humanidade de lá. Sim, este é um assunto que permite muitas conjecturas, muitas teorias, especulações e discussões acaloradas, mas independente de cada uma delas, estes paralelos existem. Há histórias curiosas sobre pessoas que passam por tal experiência.    
     Nos Estados Unidos na década de 70, um casal brincava numa praia partículas e corriam entre as pedras, quando a moça simplesmente desapareceu. O rapaz seguiu os rastros dela e eles acabavam atrás de uma pedra. Lógico, a família procurou por muito tempo e o rapaz chegou a ser visto como provável assassino da moça, e anos depois, ela reapareceu na sala da casa dela, correndo de biquíni, como se ainda estivesse brincando com seu namorado... O choque foi grande para ela e o caso abafado pela família. Outra história foi de um senhor no Reino Unido, que viajava com sua esposa num ônibus, logo que parou no ponto onde iriam descer, ele desembarcou e virou-se para dar a mão a esposa, num gesto de cavalheirismo... Ela desapareceu e ninguém no veículo a viu. Nunca mais retornou. É algo para pensar.
     Devemos desmistificar as visões que temos do universo científico à nossa volta, temos que entender que existe muito do que ainda não conhecemos, e como "cientistas que todos somos", buscar explicações para os eventos que infelizmente temos julgado como "místico", "espiritual", "divino", "mágico", entre outros nomes. Vamos para todos os lugares inclusive para os paralelos, quando dormimos e nossa mente, longe dos limites impostos pelo corpo físico, se liberta para explorar, daí, vem nossas invenções tecnológicas, nossas músicas, pintura, desenho ou nossas ideias revolucionárias nos meios científicos.
     Podemos entrar a qualquer momento num campo vibratório diferente, num dos muitos paralelos e depender da "sorte" para voltarmos de lá... Sem ritualizações, sem palavras mágicas, sem baboseiras que são apenas perdas de tempo e fantasias que se criam para validar o que não é conhecido. Nem todas as pessoas que aqui estão, são daqui... Pensem sobre isso e observem.

Emilson Oak 2014

JESUS QUANTICO

Todos já ouviram falar de FÉ, mas ninguém realmente parece entender o que isto significa. Não quero de forma alguma propagar uma visão religiosa ou mesmo uma visão contra a religião. O que veremos é simplesmente uma visão pura, e observar a fisica quantica ou filosófica sobre o que Jesus, deixou como legado.
"Aquele que tiver fé, fará o mesmo que eu fiz e muito mais", esta frase escrita de forma simples demonstra que, de forma alguma a idéia de religião entrou no contexto, mas sim uma idéia sobre a fisica envolvida nisso, não a fisica comum, mas sim s chamada física do impossível, a física quantica. Fé é a demonstração de que, quando queremos algo, seja o que for, precisamos crer naquilo que queremos, precisamos não ter dúvidas do que desejamos, como um pensamento puro, isso nos faz obter o que desejamos porque fazemos o cérebro compreender o que precisamos e "torna" real. Exemplo: Preciso me curar de uma doença... É difícil a cura, porque eu apenas quero me livrar da doença, e busco todos os modos para isso, mas quando falamos do conceito de "fé", isso significa que, nossos pensamentos para nos curar, é puro e destituido de dúvidas, nosso subconsciente começa a trabalhar para que nossas célular e todos os nossos sistemas começem a funcionar de forma correta. A fé, está além da mera crença, está além da mera vontade, é um sentimento mais amplo e que tdos nós temos como ferramenta. Muito do que disse Yeshua (Jesus), não foi relatado porque seria complicado para que as religiões explicassem, e muito do que está relatado, jamais ocorreu. Porque o título O Jesus Quântico? Não existiu ser algum mais ligado a filosofia e a física quantica que Jesus, seus ensinamentos estavam além de qualquer religião ou das palavras judáicas, ligadas as leis. Cada ato, cada palavra, cada gesto estava ligados a física que não se pode fazer todos os dias. A cura de doentes era um desses fatores, pois, como Jesus acreditava totalmente em sua capacidade, podia induzir células de outras pessoas a se reproduzir e fechar ferimentos, curar cegueira e outras doenças... Mas existe a questão de ressucitar mortos, bem, a "física do impossível" ultrapassa as questões comuns da física tradicional e nos faz pensar como seria possível reintroduzir a energia vital de uma pessoa ao seu corpo... Compreendam que, estamos vivos porque cremos em nossa vida, nossos cérebros enviam cargar eletronicas para todo o corpo nos mantendo íntegros, como se "desfibrilassem o tempo todo, e a dor nos faz ficar atentos... Dor? Sim, uma dor que já é parte de nós de tal forma que não sentimos, mas quando desfalecemos, sentimos como se "todo o peso do mundo saisse de cima de nós, sentimos uma sensação de alívio incrível", esta é a ausencia da dor que nos mantém vivos. Isso é física quantica. 
Se alguém puder fazer com que o cérebro de outra pessoa possa, descarregar a quantidade certa de eletricidade e tornar as célular ativas outra vez, o próprio cérebro faz o resto, e voce torna o morto, em um ser vivo. Jesus utilizava todo o potencial que tinha nos mostrando que podemos fazer o mesmo, não nos ligando a uma religião ou nos tornando ateus, nada disso, apenas entendendo que somos capazes de transformarmos o mundo por nós mesmos, com nossa capacidade mental, nossas ferramentas que não usamos, pois não nos ensinam a fazer. Somos ensinados a crer que dependemos de "algo" supostamente acima de nós, e esquecemos o que verdadeiramente somos... Deuses. A Bíblia mostra isso de forma livre mas como sempre, mal compreendida. Vemos a Bíblia, o Maahabaratha e outros tantos livros, como divinos, mas não são, são livros de ensinamentos quanticos, que faz de nós, seres melhopres que realmente cremos. Infelizmente não nos damos conta disso, e nos deixamos seguir num mundo cheio de fantasias e egoísmo, onde raamente se pára para pensar. Somos deuses... Exatamente aquele tipo que criamos em pensamento e conhecemos por histórias e pela religião. Não, não estou contra as idéias religiosas, mas sim contra as idéias que tornam as religiões, como sendo instituições que ditam o que é verdade e correto, assim como o que é mentira e fantasia. Nós, isso mesmo, nós, somos capazes de seguir adiante e fazer coisas que cremos ser atos de Deus ou de algum santo. Somos deuses sim, mas temos que entender nossa origem e nossos dons naturais, ou passaremos a vida medíocres, nessecitados, incosntantes, com pensamentos incoerentes... O Jesus quantico nos mostra isso e o que fizemos? Tornamos cada ato e palavra, em atos divinos... Não foi entendido nada.
O ressucitar pessoas, o curar, usar as palavras como ferramenta de poder, a inteligencia, a coragem e a determinação, são fenomenos ou melhor, são dons quanticos que todos nós temos e nunca usamos. Se ensinarmos aos nossos filhos que é possível e se crermos "realmente", poderemos tornar real cada coisa dita impossível. O impossível não existe, a menos que o tornemos real. Somos deuses e o que chamamos de fé, é a crença real de todas as nossas ferramentas e saber usá-las. Somos deuses sim.

Emilson Oak





PAIXÃO

Sempre falamos sobre paixão, sobre estar apaixonado, como algo lindo, vibrante e por vezes nos causa sofrimentos quando não correspondido... Mas pensar em paixão, nos leva a algo além do sentimento que temos por outra pessoa, nos leva a química e psicologia envolvida nisso.
Exalamos o tempo todo, um aroma, um cheiro chamado feromônio, que é sentido por todas as demais pessoas, que também nos transmitem este cheiro e decodificamos o aroma como uma informação sobre a pessoa. O aroma que sentimos nos diz tudo sobre as pessoas à nossa volta, nosso cérebro decodifica as informações recebidas e aquela mais apropriada a nós, ou seja, aquela que tem o DNA compatível conosco, que não tem doenças, e que daria descendentes fortes e saudáveis, isso pode ser visto como "seleção natural", gerando filhos melhores e mais fortes para a sociedade. Uma vez que o DNA é compatível, entra em cena, outra atividade de nosso cérebro, a preparação de nosso corpo para que junto a pessoa que decodificamos, possamos gerar filhos. Mas não basta apenas escolher e preparar o corpo, é necessário haver atração entre os dois seres, ou então, não terá valido tanto esforço. É ai que entra o que chamamos de paixão, um sentimento que nos faz ficar mais atento a pessoa que escolhemos por meios químicos, para dar continuidade a nossa espécie. Sentimos forte atração, e isso nos mantém focados na pessoa escolhida, dai os sentimentos de defesa surgem, como medo de perder, o ciúme, e a raiva, veem os demais de nosso mesmo sexo, como rivais. Pois não queremos que outro tenha acesso ao DNA que escolhemos para que, junto ao nosso, gere uma prole forte. Entretanto este recurso de proteção, a paixão, dura pouco tempo, ou seja, o tempo necessário para que se façam várias tentativas de "cópula" e consequente gravidez, uma vez que o tempo passa, o aroma se perde e o cérebro o ignora, pois o considera inacessível ou dispensável, e começa a buscar outro.

Amor

Fala-se também do amor... Mas ninguém sabe o que é amor, esta palavra virou um conceito, uma ideia que pode ser integrada a várias outras desde que gostemos delas. Exemplo, se gostamos de uma animal, podemos definir nosso gostar como amor, se gostamos de uma pessoa, também o fazemos, colocando hierarquia nesta questão, o amar de irmãos, de família, de amigos, de homem e mulher. Mas o que vem a ser o amor, tão falado pelos poetas e os amantes? Amor que torna uma pessoa frágil, violenta, rebelde, passiva, um sentimento que tem muitos atalhos? O amor é parte da química que começou com a paixão. Quando nos apaixonamos, mesmo que este sentimento quimico tenha tempo definido, ou prazo para expirar, precisamos encontrar na pessoa que gostamos algo que a defina como diferente das demais, então focamos em algo que seja mais característico na pessoa, ou em algo que gostamos em nós mesmos, ou até, algo que nos frustra. Podemos acreditar agora que estamos apaixonados, que os lábios da pessoa que gostamos, é magnífico, o tom de voz, o desenho dos dentes, a forma de falar, de andar, de fazer caretas, de olhar, de se vestir, o perfume que usa, a música que ouve. Qualquer coisa pode ser usada como meio de focar na diferença que se quer, subconscientemente ver na pessoa para diferenciá-la dos demais. Uma vez que esta pessoa está em nossa mente, e tem o DNA compatível, ela fica registrada de forma que vemos nela "algo" que não entendemos, e que queremos sempre conosco, torna-se então uma necessidade ter esta pessoa, de forma que esta fica em nós, ou melhor, os detalhes que escolhemos subconscientemente para focar, se impregnam psicologicamente em nós e não queremos soltá-lo. Torna-se parte de nós, por vezes mais importante que a nossa própria vida. Somos todos frustrados desde o nascimento, e precisamos tapar este "buraco" que ficou em nós, e buscamos em outra pessoa, esta chance de nos tornar mais completos. Talvez você pergunte: Mas e aqueles que se separam depois de anos de casados? E aqueles que dizem que amam e são violentos? Aqueles que dizem amar e buscam outras pessoas fora de seu relacionamento? Estas entre outras questões, estão longe da caracterização natural da paixão ou do foco que chamamos amor, estas situações, são questões psicológicas confusas, que tiram o indivíduo de seu contexto natural e o envolve em questões adquiridas na infância.

Se o amor é químico... Então ele não existe?

Seu corpo é químico, seu medo, sua coragem, seus hormônios, suas enzimas, seus fluidos corporais, os pulsos elétricos que percorrem seu corpo e seus neurônios, entre outros, são químicos, você é químico, seus pensamentos dependem de estruturas químicas... Só porque alguém classificou determinado tipo de reação química como "amor" e criou vários modos de falar dele, e de relacioná-lo as coisas comuns de nossa, vida, não quer dizer que se torne algo divino. Temos a mania de creditar tudo que não entendemos como sobrenatural divino ou terrível. Fantasiamos as coisas e tornamos todas elas em poesia, fantasia de vida ou sonho... Isso é uma absurda fuga da realidade. O que temos em nós é quimico, afinal, somos feitos do mesmo material das estrelas, de tudo que há no universo, sem moléculas, não teríamos um corpo, sem eletromagnetismo, não teríamos um corpo solido, estaríamos espalhados por todos os lados. Sem a química, nosso corpo e cérebro não trabalhariam e nada seríamos, portanto é natural que tudo que ocorra em nós, esteja dentro deste contexto. Por um filho não temos amor? Lembre-se de que, por mais estranho que esta resposta possa ser, saiba que o amor por um filho, é o amor em defesa de nossos genes. Nossos filhos tem nosso DNA, ele é a demonstração de que existimos um dia, e por isso, defende-lo, é defender o que deixamos para ele como legado de uma geração que está se acabando. Sentimos necessidade de fazer qualquer coisa para manter parte de nós vivos... Não é frieza minha forma de explicar, mas sim, um realidade. Compreenda que, somos nós quem criamos as fantasias e adaptamos nossa vida a ela. Tornamos esta fantasia em uma necessidade e a levamos conosco como uma verdade inquestionável.


Emilson Oak

O Universo em Detalhes Isso Vai Explodir Sua Mente

O UNIVERSO TÃO GRANDE E INSERIDO NO NOSSO MICROUNIVERSO  


O UNIVERSO TÃO GRANDE E INSERIDO NO NOSSO MICROUNIVERSO  SEREMOS O MICROCOSMOS CONTIDO EM OUTRO MAIOR COMO UMA BONECA RUSSA ?

  •  Quando olhamos para  o céu noturno repetimos o que nossos ancestrais a milhares de anos faziam.  Nos faz sentir pequenos minúsculos mas ao mesmo tempo grandes por podermos ser conscientes de toda essa grandeza, por fazermos parte dessa infinita maquina universal .Quem pensa que tudo é um caos aleatório É que não tem consciência de toda a grandeza evolutiva deste e de  outros universos. Estamos aqui mas logo estaremos noutro, lugar nosso corpo físico dura uma fração na escala de tempo do universo.Mas nossa essência essa é eterna se transformando e evoluindo e o mais importante aprendendo do micro para o macro numa escala eterna  repetindo e refazendo ciclos. Quando olhamos la para fora nos sentimos como os láctobácilos que não tem noção de sua importância para o leite  e de que este mesmo ira alimentar uma infinidade de seres mais evoluídos e nos (MAMÍFEROS) também se incluem. Não temos noção  como essas bactérias não tem noção de sua importância mas executamos nossa função, nessa orquestra cósmica . Pensem na  mesquinharia das pequenas coisas  humanas  deuses religiões regionais ,poder temporário de países que não passam de fração de poeira na imensidão do cosmos .Bem espero que não ocorra uma explosão na sua mente mas sim uma expansão de consciência na sua mente ate mais amigos comentem nossas postagens. O micro esta no Macro e oMacro no Micro  assim é  e sera!!
Universo o tamanho tão imenso podemos estar sós nessa escala de grandeza infinita do universo?

Como podemos alguns encastelados em sua presunção de saber que só porque nossos parcos instrumentos de observar e explorar o universo não encontrou nada ainda alegar que estamos sós no universo, seria algo apavorante. Achar que o cosmos ou a natureza faria um universo tão imenso e que agora sabemos que parece não ser o único universo mais um dos incontáveis universos  para só o dos humanos da terra habitarem!!!  somos poeira de estrelas sim mas dentro dessa visão de micro em relação com as grandezas do universos temos a essência e a inportãncia de evoluir de vir a ser melhor para um dia na escala evolutiva quem sabe chegarmos a criadores tambem ?? isso depende dessa poeira consciente(NÓS) que também é parte do todo e por se esquecer ser parte do todo ,esqueçe-se de sua grandeza que se esconde no microcosmos do mundo mental interior que começa da sombrançelha para dentro um universo incontável e infinito de cada mente  humana que é subestimado por cada criador(NÓS MESMOS) que as vezes passa sua existência "pastando" sem jamais saber seu significado e importância (infinito disperdício de tempo e aprendizado) que um dia será sanado.Afinal tudo no universo tende e deriva para o equilíbrio  .pensem nas palavras aqui ditas pensem e reflitam...
COMO PROMETEMOS ANTERIORMENTE A INTRODUÇÃO DO LIVRO DO NOSSO COLABORADOR E AMIGO : EMILSON OAK A SER LANÇADO EM AGOSTO DE 2013 AGUARDEM EM BREVE EM OUTRAS LINGUAS ALÉM DO PORTUGUÊS POR ENQUANTO AMIGOS DE MUNDO A FORA USEM OS TRADUTORES DA PAGINA DO BLOG DIVIRTAM-SE!! UM OUTRO TIPO DE FICÇÃO,MAS NA TEORIA DOS MULTIVERSOS QUEM SABE ? EM ALGUMA DAS QUASE INFINITAS REALIDADES PARALELAS...








Caminhos Perdidos  
Destinos

RESUMO




Bloco Militar 72 – Setor de Prisioneiros Perigosos
22 maio – 23:18 hs
Relato Digital nº 7947-2 AMj




Chamo-me Dorx Perk, mas antes que eu fale quem sou, e o porque deste relato, quero registrar alguns fatos que considero muito importantes para que se possa entender como funciona o meu mundo, sua política básica, e cultura. Estou neste momento olhando para uma paisagem verde, tendo como pano de fundo uma montanha cinza-azulada e o céu coberto por nuvens. É uma manhã de inverno e este é um dos poucos lugares no mundo que não foi modificado e mantém sua paisagem ao natural, sem edifícios e espaço-portos, ou condomínios elegantes para alienígenas de todos os lugares, aqui tudo ainda é puro. Eu amo este lugar. Estou no planeta Terra, e o ano em que vivo segundo os velhos calendários é, 2368. O mundo se militarizou e as nações antes tão desunidas e politicamente conflitantes, se tornaram um único estado, que, com a ajuda de seres de “fora”, nos tornamos um mundo poderoso e frio, cheio de regras e total falta de humanidade. As crianças não vivem mais com suas famílias como antes, e sim em academias militares. As famílias só se formam por um período de cinco anos, e durante este tempo acompanham seus filhos até que no sexto ano se desfazem e as crianças passam a pertencer ao estado, enquanto os membros da família se separam e vão formar novas castas. O sistema de governo, não é inédito, é uma forma de TRIUNVIRATO, com três governantes decidindo entre si o destino do mundo e todos aqueles que nele moram. Antes deste sistema, as linhas de governo eram simples e vivenciamos com elas muitas guerras e mudança de governantes em diversas partes do planeta. A pobreza, a fome, invasões eram o comum diário do mundo antigo. Logo após – 10 anos – do terceiro conflito mundial armado, que não trouxe a destruição tão esperada, mas sim, a morte por armas químicas cada vez mais potentes que espalharam na atmosfera uma quantidade absurda de vírus que quase dizimou na sua totalidade a população. Por quase 150 anos os cientistas lutaram para conter os mesmos vírus que em pouco tempo criaram. Quando o mundo se viu novamente habitável, e os sobreviventes doentes ou não, que pudessem carregar em seus DNAs algumas das doenças que assolaram o mundo, foram sendo cadastrados, logo entraram no plano de limpeza da raça, que na verdade era um sistema de eliminação dessas pessoas. Um novo governo então foi proposto, de forma que situações como aquela da guerra, não mais ocorresse, pois sem problemas políticos regionais ou mundiais, não haveria mais motivos para guerras, e foi que durante uma reunião no antigo prédio da ONU em Nova York, chefes de governos da Terra se uniram e se unificaram em reuniões que duraram quinze anos, como sendo esta a fórmula para acabar com toda e qualquer crise. Surgiu na época, várias fórmulas para ser votadas e promulgadas, e foram: presidencialismo total mundial, com um único presidente; O monárquico, transformando o mundo num sistema imperial; O empresarial, que formaria um grupo para agenciar e administrar o mundo como uma grande empresa no universo, mas nenhuma dessas propostas descritas com minúcias em dezenove volumes de mil páginas cada foi aceita. Veio então no verão, durante uma das reuniões de fim de semana uma nova e curiosa proposta que basicamente foi aceita na mesma hora. Os continentes formariam três grandes blocos, e deles seriam nomeados representantes políticos em numero de três, um para cada continente e estes seriam os comandantes do planeta, um triunvirato, como ocorreu em Roma, na antiguidade. Os blocos seriam então formados da seguinte forma: Europa Oriental, Europa Ocidental e África, Ásia e Oceania e por fim, as três Américas. O governo tripartido foi formado e se tornou militarizado, é claro que como em qualquer forma de governo, os rebeldes surgiram e ordens marciais foram criadas para conte-los. Houve durante muito tempo, prisões e mortes por todos os lugares. A religião também havia mudado, e passou a ser a tecnologia, uma religião dominadora que não aceitava sob hipótese alguma outra linha de pensamento que não ela mesma, a TECNOVITA. Ao longo dos anos, quando tudo parecia em paz, uma nova forma de ver o mundo, de conceituar as coisas, veio surgindo das trevas do esquecimento, esta linha de idéias não aceitava a tecnologia como algo a ser venerado e seguido, não aceitava a dissolução da família e não aceitava o militarismo como forma de aprendizado para crianças. No início, o triunvirato via esta casta reduzida de seguidores, como um bando de loucos fanáticos e fantasiosos. Com o passar do tempo, viu-se que eram reais, mas o governo os creu como desajustados que não entendiam sua própria sociedade, eram seguidores nostálgicos do velho regime e que não tardaria a sucumbir diante de uma forma mais poderosa de demonstração de divindade, a tecnológica. Buscou-se então descobrir de onde vinham estes desajustados e onde se reunião, e se escondiam. Inútil é claro. O crescimento deste grupo era enorme e pessoas das classes mais altas se entregavam a esta novidade.  Confusões políticas aconteceram e em alguns poucos lugares se via batalhas campais contra a Tecnovita O triunvirato promulgou leis que tornaram os grupos autodenominados “Arautos do Cristo” e “Cristãos”, como contraventores, um crime que poderia levar a morte sem julgamento, mas membros do próprio governo foram pegos se dizendo “arautos e cristãos”, o problema cresceu. Em anos de busca não se conseguiu saber onde se reuniam ou se escondiam estes grupos. O governo colocou-os como grupos terroristas de alta periculosidade, e como a população não parecia convencida disso, criaram-se então atentados terríveis e colocaram supostos membros das duas facções como autores do crime, jogando assim a população contra eles, reduzindo o espaço de suas atividades. Batalhas campais e verbais se tornaram comum e o governo ficou mais cruel e violento na tentativa de acabar com esta religião que queria destruir a Tecnovita. Buscaram-se nas bibliotecas secretas informações que pudesse explicar a origem das duas facções religiosas, e soube-se quem foi o responsável pela existência delas.
Quanto a mim, sou do mundo conhecido como Ghyrr, um mundo em órbita da estrela Mintaka na Constelação de Orion, ou seja, sou um ghyrriliano e lógico, oriano. Venho de um planeta conturbado e fragmentado por inúmeras guerras, que tornou a população formada por mercenários, assassinos, traficantes, etc. Minha profissão, como a de muitos em meu mundo é... Assassino. Matei muitos seres por fortuna, em muitos mundos por onde estive, gostava do que fazia e da emoção do perigo que isso me trazia, por ser mais ousado e fazer coisas que outros assassinos não faziam, me tornei mais procurado, mais bem pago, o melhor. Indicado para qualquer trabalho, sendo fácil ou difícil, o pagamento era surpreendente.
E eu fui escolhido de uma forma pouco usual, para ser o “arauto” do triunvirato na resolução do problema político-religioso.
Este relato é a prova de que se pode mudar quando realmente se quer, por mais difícil que seja a escolha inicial, sempre há uma saída. Eu fui enviado para um local inimaginável, para matar alguém que confesso, é inacreditável e surpreendente, uma existência singular, com um objetivo fascinante. E minha escolha me trouxe tantos problemas entre os meus, que sigo pensado se deveria ter aceitado quando tive tempo e oportunidade de dizer não. Fui por muito, chamado de traidor de meu mundo e de nosso modo de viver. Pergunto-me sempre antes de dormir se realmente sou um traidor. Pergunto se um homem que dirige sua própria vida (como faço agora), que diz o que acredita ser a verdade, que não teme assumir algo, se este homem é um traidor... Talvez o fosse se considerar que devemos respeito absoluto a sociedade de meu mundo e seguir padrões por ela estabelecidos sem que sejamos ao menos consultados. Sei que podem dizer como eu que nasci numa sociedade assim e não tenho nenhuma referencia de outra qualquer, posso definir isso como errado?  Sei que o que digo agora não faz o menor sentido para você, mas faz para mim e para minha consciência. Estou atualmente preso por não completar uma missão conforme queriam, e por destruir completamente o meio de que alguém mais pudesse completá-la em meu lugar. Não me arrependo de forma alguma do que fiz e certamente repetiria tudo outra vez.
Conheci alguém em minha missão, não uma mulher, mas um homem, um homem com padrões morais e filosóficos totalmente diferentes de tudo que eu já vira ou ouvira em minha vida. Um homem que tinha na sua forma de falar, mais força que as armas de meu tempo, um homem que nada exigia, que ao olhar para alguém, não se via rancor, dúvida, hesitação, mentira ou coisas do gênero. Sei que vai dizer que pessoa assim não existe que é uma fantasia, etc. Pode ser que não exista mais alguém assim no mundo de hoje, mas eu conheci um, talvez o único. Ao olhá-lo na primeira vez, ele para mim não passava de mais um “idiota primitivo”, uma perda de tempo, um homem qualquer. Eu o vi conversar com ladrões, prostitutas, militares, arruaceiros, religiosos e toda sorte de pessoas que viviam na sua sociedade. Realmente para mim pouco importava, não passavam de lixo e inúteis. Seu próprio país não passava de um lugar sujo e fedorento, onde poderia ploriferar doenças inimagináveis, dadas as condições de limpeza inexistente no lugar. Mas ele venceu tudo isso, como se na verdade nunca tivesse nascido lá, e sim, em algum lugar distante, e que lá estava, para acabar com aquela sociedade destrutiva, gerando evolução mental, social e filosófica. Por várias vezes eu o vi tropeçar e levantar-se sorrindo, dizendo em seguida: “Assim como cai e levantei sem reclamar, deve ser a vida de todos, quando caírem, levantem-se e continuem, sem reclamar”.
Quantas vezes o vi dividindo um alimento qualquer que ele tinha em pouquíssima quantidade com outras pessoas, e olhá-las com certa candura... Quantas vezes o vi enfrentando sozinho a fúria de um homem que batia em seu escravo, de um soldado açoitando um infeliz, ou aos maus tratos impingidos a uma criança ou mendigos por alguém. Ele era bem visto por uns e mal visto por outros, na verdade havia um jogo político e religioso em que os dois lados se utilizavam dele para provar suas idéias, teorias e o poder. Mesmo assim, ele parecendo saber o que estava acontecendo, sorria, e olhava para todos como quem olha para uma criança que brinca.
E você poderá me perguntar: “E daí, porque deste relato?” e eu te respondo... Eu fui até este homem, em seu tempo, para matá-lo. Sim, fiz uma viagem no tempo, por mais improvável e absurdo que isso possa parecer, para matar este homem, talvez o maior de todos. Não sei se era humano, alienígena, ou uma divindade. Sei que o conheci e isso mudou muita coisa em mim. 
De forma alguma sou religioso ou absorvi a filosofia de alguma religião terrestre, o que relato foi o que senti ao conhecer este homem que nada tinha de humano, e o que fiz do conhecimento obtido.