FADAS??
Convenhamos há muito mais coisas entre o céu e a terra que nossa vâ filosofia possa explicar .Nos poucos segundos que a imagem permite ver aquele pequeno ser não é uma libélula nem borboleta, logo   pensemos na possibilidade e não haver trucagem. logo o que é aquele pequeno ser elemental de outra dimensão! ou outro mundo que vive paralelamente sua realidade tentando se esconder da nossa .Seres de outros tempos ou dimensões que por aqui ficaram, por desconhecidas contingencias? e agora se esgueiram pelas sombras?Pensem sobre isto...
AVISTAMENTO DE  18/06/2013
No mês passado as 23 :40 do dia 18 tive a felicidade de presenciar junto com meu filho. esse majestoso ovni ,¨"foguete chinês" ou meteoro. Os olhos vidrados de entusiasmo sobre o inexplícável não tem preço ,infelizmente estavamos sem câmera, pois estávamos no telhado para consertar o estrago que uma linha de pipa tinha feito a nossa antena de tv, e havia se enroscado em fios de alta tensão.  Então infelizmente, fomos pegos desprevenidos quanto ao inesperado. esse pertinho de casa!!
SEGURANÇA ALIEN ???
Vemos o vídeo de um curioso segurança presidencial . nada calmo e muito tenso parecendo não estar focado com a palestra nem a quem deveria realmente proteger e sim ansioso por não estar ali ,seu crânio deveras deformado  nos faz perguntar muitas coisas se alien realmente. qual raça? e sua missão ? o vídeo nos enche de mais perguntas que respostas...

VISUALISAÇÕES NO NOSSO ESPAÇO PELA NASA EM MAIO DE 2013

NOVIDADES DO MÊS DE MAIO SOBRE AVISTAMENTOS. SOBRE ALGO QUE NOSSO GLORIOSO SENSO COMUM DISSE QUE NÃO EXISTE, MAS ALGO FOI CAPTADO NESSAS LENTES, COMO MILHARES DE MILHARES DE OLHOS TAMBÉM JA AVISTARAM ALGO. MAS NOSSO GLORIOSO SENSO COMUM E NOSSA GLORIOSA LIMITADA CIÊNCIA ,TEM SEMPRE A IDEIA DE SE NÃO PODE EXPLICAR  ,NÃO EXISTE!!!!  . POBRES AVESTRUZES  VOÇÊ ILUSTRE LEITOR TIRE  SUAS PROPRIAS CONCLUSÕES
Ola amigos e leitores do psifuture em breve em agosto de 2013 nosso colaborador Emilson Oak estara lançando seu livro de ficção cientifica : CAMINHOS PERDIDOS na bienal do livro do Rio de Janeiro no RIO CENTRO  diria pelo menos instigador o tema  falaremos mais a frente sobre o tema e o livro em si

Busca por Aliens.. Esquecimento de nós. (repostagem de março de 2012)



Mais uma vez somos atraidos pelos chamados Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs, UFOs), mas a maioria ignora que os OVNIs, não são necessariamente Discos Voadores, e sim, objetos que estão no ar e não há uma identificação válida. Mas junto a isso, temos outro problema... Aqueles que querem a todo custo validar suas supostas descobertas ufológicas e aqueles que as tornam reais por interesse próprio, são estes que tornam a ufologia algo fantasioso e porque não dizer, risível. Como disse anteriormente, somos uma raça bruta, somos neandertais com mania de grandeza. Mal entendemos nosso vizinho e já estamos falando em contatos imediatos, que patético. Se considerarmos a possibilidade de que objetos alienígenas tenham caido na Terra (não meteoritos, ou lixo espacial, mas algo comandado por algum tipo de inteligência), e governos interessados os tenha guardado dos olhares curiosos do mundo, isso nos leva a crer que há interesses ocultos por trás deste tipo de atitude, e o que seria? Tecnologia e biologia alienígena. Para que? aquele que detém tecnologia diferenciada dos demais povos do planeta, consequentemente dominará este planeta, mas se a engenharia reversa não der certo, o conhecimento da biologia alienígena, poderia ajudar a criar armas biológicas e talvez uma mistura genética com o intúito de fabricar o super soldado, algo produzido em laboratório, ou armas biológicas com doenças que somente quem as fabricou teria condições de obter um antídoto, colocando o mundo contra a parede... E ainda nos sentimos inteligentes e evoluídos, ridículo. Mas ignorando estes potenciais problemas, vamos considerar apenas a questão do segredo guardado sobre os Discos Voadores capturados, não deveriam ser mostrados a população? Sim, mas jamais serão. Países com tecnologia para estudar estas naves, vão guardá-las a sete chaves para que possam utilizar ao máximo o que puderem dela. Todos dizem não haver Discos Voadores e alienígenas, mas gastam-se bilhões em investigações, em satélites e tecnologia para observar e capturar o que não existe. Muitos morreram para que o segredo se mantivesse e muitos ainda morrerão pelo mesmo motivo... Para cada objeto visto, dez cientistas (contratados pelo governo) aparecerão para desmentir de maneira científica que não eram reais. Pessoas sem o menor conhecimento científico apoiarão estes cientistas e se fecharão para a possibilidade de ser real. Afinal, as pessoas aprenderam a acreditar somente naquilo que podem ver, tocar, cheirar, reproduzir e pesar, se não puder, é falso. Somos e seremos sempre um povo idiotizado por nós mesmos, pois é o que queremos, não paramos para analisar, questionar, buscar informações em diversas fontes, nada. Nos contentamos com o primeiro que excpor sua verdade desde que seja parecida com a nossa crença, então, nos entregamos a ela e admitimos que é absoluta... Absoluta em que? O que temos em nossa vida ou em nosso conhecimento para comparar e definir como certo e errado? Verdade e mentira? Nada. Se existem entre nós, alienígenas, não precisariam fazer muito esforço para se esconder, nossa incapacidade de aceitar as possibilidades já os mantém ocultos. Aceitamos a existência de santos, anjos e Deus, e nunca os vimos, mas não aceitamos alienígenas... Porque?
Porque um povo que é capaz de matar seus semelhantes apenas porque a religião é diferente, ou a cor da pele, a língua, o local no mundo onde nasceu, se sente capaz de interagir em paz com seres provenientes de outros mundos? Impossível. Somos medrosos e estúpidos o bastante para temer o que é diferente e por isso a necessidade de destruirmos o que não entendemos. Não conhecemos a nós mesmos, não conhecemos a pessoa com quem vivemos, não conhecemos nossos amigos, criticamos as pessoas baseados em nós mesmos, ou naquilo que acreditamos ser e saber... Somos homens das cavernas melhorados. somos aqueles capazes de parar carros-bombas para explodir matando qualquer um sem remorsos, somos aqueles capazes de violentar mulheres e crianças e tentar validar nossas ações, somos capazes de traficar drogas, armas e pessoas, Somos capazes de matar pessoas porque tem pele esinimigos sob constante ameaça, somos aqueles capazes de fazer testes genéticos ou biológicos com qualquer um desde que tenhamos uma resposta positiva, somos aqueles que destruimos as proteínas dos alimentos para fortalecer a indústria farmacêutica, somos aqueles que ignoramos a saúde da população, para podermos usar isso nas próximas eleições, somos aqueles que produzimos e vendemos drogas em grandes quantidades para os vendedores autônomos (traficantes) e depois pedimos dinheiro para cobater o tráfico, somos aqueles que poluem os rios e os mares e formamos depois equipes de cientistas para explicar de forma idiota, o que as "algas ou corais" estão fazendo e matando os animais com sua enzimas venenosas. Somos aqueles que exibimos carros de luxo, mansões, relógios caros, roupas de marcas famosas e vivemos em grandes festas nas quais os gastos são absurdos, mas fazemos discursos de como acabar com a fome do mundo. Somos aqueles que destruímos a economia de muitos países e depois aparecemos supostamente torcendo para que os ditos países de Terceiro Mundo, cresçam e tragam uma nova economia mundial, somos aqueles que falamos de paz apontando um fuzil para o oponente, somos aqueles que falamos de Deus, mas não nos desgrudamos de nossas fortunas, como algumas religiões fazem... Somos selvagens, lobos travestidos de cordeiros, idiotas científicos que verbalizamos o que não temos real conhecimento. Países sofrem suas guerras encomendadas, países morrem de fome e doenças, mas estamos felizes com nossos Reality Shows, nossas Semanas de Moda, nossas Feiras de Automóveis, Feiras Bélicas, nossas fofocas sobre celebridades, felizes com nossos programas de comédia, onde podemos ironizar aleijados, judeus, negros, mulheres, povos de terceiro mundo, gordos, magros, crenças, etc., e fazemos todos rirem, porque é engraçado ser idiota... Mas no entanto, queremos fazer contato e amizade com povos do espaço... Isso, queremos interagir com eles. Fica a dúvida, isso é uma piada, uma ironia ou não passamos de macacos sonhando em sermos homens?
Se existem alienígenas entre nós, cinquenta por cento já devem ter comprado a passagem de volta e os outros cinquenta por cento, devem estar pensando o porque vieram para cá. Isso é evidente, estou considerando que não sejam como nóa, senão, devem pensar: "Estamos em casa!". Eis minha pergunta: É isso que queremos mesmo ser... Grosseiros, confusos, medrosos e manipulados?
Não estamos preparados para um encontro com outra raça, porque não estamos preparados para o encontro nem mesmo com a nossa. Se seguirmos este caminho, muitas gerações ainda deverão aparecer até que uma seja diferente e preparada para algo mais do que conseguimos até agora. Pensem nisso

novembro 25, 2011

Aliens, estamos prontos? repostagem sempre atual de 2011


Há uma coisa curiosa quando se fala de alienígenas, é vê-los sem o romantismo que muitos tentam passar. Bem, é claro, primeiro teríamos que conhecê-los para depois falarmos com propriedade. Há entretanto, um problema básico com isso. Imaginem um planeta onde o ser humano é capaz de se sentir inimigo de outro porque sua pele tem outra cor, porque é de outra religião, porque tem outro tipo de cultura, de língua, etc., como se pode prever que agirá o ser humano, diante de seres não humanos, com outras características físicas, cor, cultura e objetivos? Sabem o que faríamos? Buscaríamos destruí-los, ficaríamos apavorados, tentaríamos obter sua tecnologia, teríamos desconfiança, os enganaríamos, procuraríamos barganhar ajuda para vencer outra nação, ou na pior das hípóteses, nos fingiríamos de amigos para tentar dominar o mundo com o que nos pudessem dar. è, eu sei, é um pensamento terrível, parece que não consigo ver nada além da necessidade do ser humano de dominar, guerrear, desconfiar, etc., mas é verdade. Pensem comigo, como agem os humanos, que vivem num planeta onde todos os demais seres são idênticos, necessitam das mesmas coisas, falam línguas que tem a mesma base de origem, que tem uma cabeça, tronco e dois membros superiores e dois membros inferiores? Resposta simples: Vivemos em constantes batalhas. Se contarmos as lutas travadas de humanos contra humanos desde que entendemos sobre isso, milhões ou talvez bilhões já tenham morrido. Nunca conseguimos viver em paz... Nunca. Imaginem se vem alguém de fora deste planeta? Não estamos preparados para viver em sociedade, somos grosseiros, primitivos, básicos mesmo, onde somos capazes de matar por causa de time de futebol, por causa de musica, religião, política, mulher, pedaço de terra, cor de pele, recursos naturais, dinheiro, drogas, armas, escravidão, entre muito mais. Pergunto agora: Porque iríamos querer conhecer seres de outros mundos? Ou melhor, porque diante disso, iriam querer nos conhecer? Precisamos entender a nós mesmos, conhecer nosso semelhante e o que somos, para dar o próximo passo. Não sou nenhum filósofo de bar, religioso ou algum maluco ufólatra, apenas deixo aqui aquilo que observo e através de minhas análises, começo a dar o primeiro passo para o entendimento. Gostaria de mostrar que´o conceito de destruição, ou quem sabe, o ser humano tem é algum tipo de Síndrome de Perseguição, pois seus filmes trazem sempre aliens cruéis que querem invadir a Terra, a natureza luta contra nós, ataques de vírus que nos transformam em zumbis (zumbis? Qual é?), aliens que tomam nosso corpo, nossa mente, espíritos que vem através da tecnologia, por espelhos, por rituais mágicos... Caramba, isso parece um comportamento normal? Somos agressivos nos negócios, vivemos pela pátria e lutamos por ela, criam-se grupos terroristas, cientistas dispostos a fazer qualquer coisa para atingir seus objetivos, governos que fazem pactos secretos e atividades secretas... Isso é um comportamento normal de uma raça que - por puro milagre - vive em sociedade? Somo uma raça sociopata, esquizofrenica, fóbica, depressiva, autodestrutiva. E nos julgamos a nata da criação, a imagem e semelhança de Deus (Megalomania)... Se voce fosse um ser extraterrestre e encontrasse este tipo de situação em suas análises de um povo, voce tentaria contato com ele, ou preferiria se manter no anonimato, velado dos olhos (perturbados) de um povo que seguem dois caminhos que os levam a um unico objetivo... Vivem pela guerra e pela fantasia religiosa, e em ambos os seguimentos, nos trazem ao que somos, medrosos, loucos, fantasiosos, metódicos, etc.
Se existem aliens entre nós, com certeza a cada dia eles devem rever seus conceitos.  Não sabemos buscar caminhos lógicos, sabemos apenas seguir objetivos sem que sejam totalmente planejados, agimos quase que, por impulso dos eventos. Precisamos de Deus tanto quanto de alienígenas, mas de uma coisa é certa, precisamos uns dos outros, se soubermos vê-los como SERES HUMANOS e não como seguidores de uma religião, de um partido político, de uma cultura, de um time de futebol, de um seguimento ideológico ou por características culturais. Um humano será sempre um humano independente de seus gostos, escolhas e entendimento. Como podemos chegar além de nós, se até mesmo de nós nada sabemos? O que teríamos para mostrar a outros seres? Que somos belicosos, reacionários, mentirosos, gananciosos, vivemos de fantasias religiosas, que cremos sermos os unicos seres vivos inteligentes, que o universo deve seguir o nosso conhecimento da física espacial, da possibilidade de existir vida (evidentemente primitiva, ou nunca de carbono ou que respire oxigênio, pois se não acontece isso, não podem existir), megalomaníacos, e que lutamos para mostrar que o deus de um é melhor que o deus do outro (pasmem!), que podemos nos matar em terríveis explosões no lugar de falar e negociar, que podemos nos entupir de drogas ao invés de viajarmos com todas as ferramentas que nossa mente nos dá. Que cremos em coisas invisíveis, e divinas, porque não somos capazes de entender que somos capazes de tudo. É o que temos, é o que podemos mostrar a eles. Volto a perguntar, se voce fosse um alien entraria em contato com uma raça como está?
Talvez se algum estiver lendo isso agora, eu digo... Sei que existem humanos fantásticos na Terra, pessoas realmente elevadas, mas o problema, é que no fundo somos todos iguais, ciumentos e perdidos (pervertidos também)... Pois é, assim somos nós, desculpem!
Pensem sobre isso.

Algo sobre SUICÍDIO REPOSTAGEM DE 2011 MAIS TÂO ATUAL COMO SEMPRE:




Algumas pessoas consideram o suicidio como ato de coragem ou de covardia, longe de julgar, estamos aqui para colocar o porque das pessoas cometem tal ato. Em minha experiência, em emergências de hospitais e ambulatórios de pacientes de tentativa de suicidio, percebemos os seguintes dados estatisiticos:: As mulheres tentam mais suicídio numericamente, que os homens, embora, os homens menos numericamente são os que conseguem mais "sucesso". Quanto a modalidade, temos as formas mais brutas, com os homens, exemplo: Tiros, facadas, preciptação de lugares altos, jogar se na frente de veículos, trens ou metrô.
E quanto as mulheres, resta a ingestão de remédios, calmantes ou antidepressivos, analgésicos e venenos.  Cortar os pulsos e gás. Quanto aos motivos, também diferem entre os homens: Dividas, desempregos,. drogas: abstnência e overdose, doenças incuravéis, e por último, questões amorosas, conjugais  e  surtos psicoticos psiquiatricos, ja entre as  mulheres, a lista de motivos se inverte drásticamente: Casos conjugais, desilusões amorosas, traições. Incompreensão dos pais e namorados, vem na frente entre as meninas. Cada vez é menor a faixa etária entre as meninas, pois, cada vez mais cedo, e por motivos também fúteis. Já houve casos ocorridos com meninas de 11, 12 anos. È deveras triste, mas, em quase todos os casos, percebemos a baixa estima, salvo em casos de personalidade bipolar, quando o perigo está justamente na fase maníaca, e náo na depressiva, como o senso comum pensa. Mas geralmente o que é esta baixa estima? Esta percepçâo errônea de si mesma e do que o cerca? Essa questão de finitude e de resoluções dos problemas de forma deseperada parece-nos a diretiva do avestruz? Devemos concordar que há muito no ser humano que nos faz pensar do porque, diante de tantas variedades, o ser humano cria pontos de depressão, e estes pontos indicam sempre para a auto destruição... Médicos vem lutando de maneira quase heróica contra os motivos que possam levar uma pessoa a se depreciar diante do mundo que a cerca. Psicólogos, psiquiatras e psicanalistas divergem ainda dos motivos que possam levar alguém a desejar desistir de tudo, existe também questões "religiosas" envolvidas nisso, mas sem peso clínico. Em parceria com estes profissionais de saúde, os terapeutas criam meios de "abrir" os olhos, por assim dizer, daqueles que possam se sentir menosprezados pela vida, e desiludidos de suas expectativas de futuro. Lembrem-se de que o que ocorre "fora", apenas incentiva o que já existe "dentro" de cada pessoa, portanto, o que for difícil para uma pessoa e fazê-la querer desistir, pode ser tomado como desafio por outra, e incentivar a continuar. O que há dentro destas pessoas de verdade? O que há em suas mentes? O que acontece com a criação que recebem que "talvez" os fragilizam para encarar o mundo? E acima de tudo, independente de teorias e "verdades" médicas, porque o SUICÍDIO?
O desejo de morrer por conta daquilo que julga impossível, tem referências com vivências passadas? Será que o que experimentamos em outras vidas, quer sejam elas até mesmo na fase da infância, corresponder com o que fazemos atualmente? Se o suicida conclui o seu desejo, o que acontece com ele depois, considerando a possibilidade de reencarnação? Ele voltaria a cometer o mesmo erro numa busca absurda pela redenção, ou o entendimento de seus atos? Talvez levar o assunto para este lado, faça algumas pessoas torcerem o nariz, pois vivem dentro de um sistema científico, onde não cabe o que não se pode provar, mas também existem aqueles que crêem e julgam que os atos de uma pessoa está diretamente ligado a sua vida anterior. Bem, discussões à parte, devemos compreender o que está acontecendo com as pessoas, afinal, esta discussão não é um campeonato de quem está certo ou errado, é sobre a vida e a forma como a entendemos e estabelecemos uma forma inteligível com ela. Porque dentre tantas possibilidades, o SUICÌDIO é sempre o mais viável nestas questões? Porque a desistência é considerada como forma de se resolver algo? O que realmente se pode aprender com o suicídio? Tänto para aquele que pratica, como para nós, que ficamos e para aqueles que "fracassam"? Devemos entender que existem pessoas que passam pela experiência da tentativa de suicídio, e por motivos pessoais, conseguem transformar o "fracasso" em segunda chance, passando a compreender o modo radical com que buscou fugir de seus problemas, infelizmente outros buscam incessantemente até conseguir... E depois? O que acontece? Pelo ponto de vista místico e científico?

Um comentário:

Daniela disse...
Acho que a grande questão neste caso é porque que é tão fácil as pessoas se depreciarem ao invéz de acreditarem em seu potencial. Acredito que seja porque cada dia mais o mundo se torna mais consumista e as pessoas mais egoístas. É tão difícil hoje em dia encontrar pessoas que digam um simples bom dia com um sorriso no rosto, que sejam solidárias, que façam uma gentileza. Estão todos cada dia mais voltados para seus interesses pessoais, ganhar sempre e cada dia mais, que passam por cima do interesse de todos, que acabam isolados ou isolando pessoas. Mas eu acredito que cada pessoa tem o poder de mudar o seu mundo e torná-lo muito melhor e cheio de novas possibilidades, é um esforço diário e pessoal, eu estou fazendo o meu e posso dizer que está valendo a pena. Olhar o problema por outra perspectiva é um bom começo, a sensação de supera-lo é ótima. Enfrentar o problema é desafiador, desistir é fácil demais, o interessante é descobrir maneiras de resolver e seguir em frente, sempre!

COMUNICADO AOS AMIGOS E VISITANTES 01/01/2013

  Psi Future

 

O que buscamos neste Blog? Fazer ciencia? Talvez, afinal somos todos cientistas e experimentamos e fazemos ciencia todos os dias, sem a necessidade de um diploma qualquer que nos caracterize como tal... Mas o que buscamos neste Blog afinal? Buscamos uma mente livre, ampla, que tenha condições de discutir qualquer assunto sem que tenhamos que rotulá-lo quer seja de ciencia, politica, religião, ou qualquer outra coisa. É comum que ao verem nosso nome, queiram associar a mais um Blog com os mesmos conceitos, com os mesmos estilos de textos, com a mesma explicação sobre tudo e sem dizer basicamente nada, mas não, o que queremos está além de rótulos rançosos que se vê por ai, queremos mexer com todos, fazê-los pensar, sem arrogancia ou sentimento megalomaníaco de que saibamos mais que os outros. Queremos discutir sobre assuntos que se tornaram pisados e destroçados na internet, sobre assuntos de situações que todos passam todos os dias e ninguém se importa... Portanto, fazemos ciencia sim e o mundo ao nosso redor, é nosso laboratório de experimentações e aprendizados árduos, que nos fazem crescer e entender os nossos erros, para que não venhamos a repetí-los. Levantar da cama pela manhã, é um ato científico, e para os religiosos é um ato de fé, um milagre, daí, fazemos ciencia, religião e ao nos relacionarmos com nossos amigos, vizinhos e familiares, fazemos política... Somos, cientistas, religiosos e políticos, entretanto, com a mente livre, capaz de mudar de conceito a cada informação que nos traga aprendizado. Isso é viver, isso é ciencia no seu mais alto padrão. A ciencia oficial, precisa elaborar conceitos, teorias, buscar evidencias, testá-las, pesá-las, cheirá-las, reproduzí-las e obter a aceitação da maioria para que tenha validade... Fazemos isso o tempo todo em nossas vidas e nem percebemos que só dependeu de nós para que tivesse valia. Buscamos conversar e não fazer demonstrações, buscamos ajudar e não julgar, para isso, este Blog existe. Ciencia é a busca do conhecimento de forma que sirva não só para um indivíduo, mas para todos, a Pseudociencia, é uma farsa utilizada por aqueles que falam do que não sabem e criticam o que não entendem. Estes, não são criticos, são apenas desorientados.
RESPOSTA AO COMENTARIO DE ANONIMO DE 25/!!/2012 sSOBRE O TEMPO!!

 segundo o blogger: "o tempo dobra em si assumindo características de um presente eterno" não existindo passado e futuro, então como envelhecemos ao passar dos anos? ja q é um presente eterno nao deveriamos ficar jovens? ou uma gravida no seu periodo de gestação,poderia da a luz??? ou o ciclo da vida, nascer,creçer e morrer.poderi existir na ausencia de passado e futuro?? em Fantasmas e nosso medo criado  
 Nosso estimado leitor anônimo cometeu  um pequeno engano ao confundir tempo biologico de envelhecimento das celulas (envelhicimento com o  o tempo cronológico )apesar de aparentemente juntos não caminham juntos :envelhicimento biologico tem haver com envelhecimento celular das celulas as marcas do tempo em organismos vivos tem muito mais a ver com o processo biologico de envelhecimento das celulas também não queremos dizer que o tempo ande para tras estavamos nos referindo  ao tempo psicólogico para a s pesoas que tem a sindrôme de envelhecimento precoçe ele teria 15 anos mais seu organismo 60 ou 70 anos.  Anos convenções do tempo como seriam essas medições se vivesse-mos em um mundo que sempre estivesse com um lado voltado para seu sol e o outro na noite eterna. E não venha me dizer que algo é impossível pois no nosso proprio sistema temos o planeta Mercúrio ,mas coloque-mos nossa mente só um pouquinho mais em um mundo que pudesse sustentar vida inteligente e vivessem seus habitantes nessa situação como seria a mensuração do tempo ou um mundo que girasse  muito rapido em sua rotação ou translação.Ou sua faixa de vida fosse bem distante pois seria a de uma gigante vermelha ou azul que demoraria 10anos ou um pouco mais para fazer a translação como seria? então? O  tempo e convecional no momento que digito ja é ano novo na Nova Zelandia; Japão e Australia o tempo é o instante que pode ser fracionado em trilionesimos de segundos logo esse tempo crnologico do relogio do "time is money " do jeito capitalista de ser é uma ilusão pense meu amigo uma hora na fila do banco ,na praia com seu amor namorando ou em uma zona de guerra são os mesmos 60 minutos mas em seu mundo interior decorrem de forma muito diferente. A fisica quantica ainda esta tateando pode nesses assuntos e pode rascunhar isso amigo logo percepção de realidade,,e tempo  ,otica, audiçao nem sempre é oque vos parece.  Feliz convencionado 2013 para voçes pois nosso mundo ja esta fazendo essa translaçao a uns 4,5 bilhoes e nos humanos estamos a quase 1milhao então feliz 2013 do momentaneo aceito e majoritario calendario cristao  por enquanto ...

Doe sangue Doe Vida

Doe sangue: Muitas pessoas não sabem que doar sangue é simples, rápido e não dói. Desconhecem que todo ser humano em boas condições de saúde pode doar ...procure nesse final de ano um banco de sangue !! não são   só as   festas  que ficam lotadas as emergências também: vitimas de eventos inconsequentes que envolvem a muitos inocentes solidariedade com um desconhecido ou  um conhecido ,familiar, não importa é de sua mesma raça(HUMANA). Isso é espirito de natal ou ano novo. Pense nisso quantos acidentes de trânsito vitimizam inoçentes e nessa epoca, a solidariedade nos bancos de sangue quase se extingue .Doe vida, doe energia vital ,doe sangue!!!
 QUE  TODOS TENHAM UMA BOA JORNADA EM 2013

segunda, dezembro 24, 2012 repostagem oportuna de 24 de dezembro de 2011 criosamente !!1

Nossas ações são observadas nesta época?


Observando atentamente, com olhar psicológico, vemos algo muito curioso nesta data que corresponde ao período de Natal e Ano Novo... Nesta época, todas as pessoas parecem reagir de forma interessante. Estão mais sucetíveis a "bondade", falam mais de "amor", alguns chegam a esquecer, mesmo que por tempo limitado, suas diferenças. Outros no entanto, entram num sistema de depressão e tristeza profunda, estas ligadas a perdas de entes queridos, ou relacionamentos mau resolvidos, mas qual a comparação deste momento com os demais meses do ano? Nesta época, há uma atmosfera curiosa, uma espécie de "magia" no ar. Que magia é essa? Será que fantasiamos este momento como o de uma salvação pessoal? Se for assim, porque buscamos tanto redenção, somente nesta época do ano e não no ano todo? è comum e correto pensarmos que há questões religiosas que influenciaram as questões psicológicas, e estas nos regem e direcionam a uma situação de "mea culpa" quando estamos para mudar de ciclo.
Fazemos escolhas controversas, tomamos decisões duvidosas e agimos na maioria das vezes, de maneira grosseira, sempre exigindo o que não somos capazes de fazer, e obrigando ao outros, a fazer o que jamais faríamos. Somos complicados e não fazemos o menor esforço para mudar, mas quando chega nesta época, nos sentimos diferentes, uma diferença psicológica, como se a mera mudança de nossos atos neste curtíssimo momento, pudesse desfazer o que fizemos de errado, uma forma de redenção. Religiosos seguem doutrinas que os impelem a determinados rituais que podem ou não, segundo o entendimento de cada um, a busca de salvação, o que os daria no Ano Novo, a oportunidade de "zerar" seus "pecados", isso é até compreensível, mas o que dizer daqueles que são religiosos de ocasião e os que não se importam com isso e ao chegar nesta época mudam suas atitudes? O que há de ancestral nestes atos? Será que todos agimos assim, porque durante os anos foi impresso em nosso DNA, esta forma de agir? Usamos a nossa herança genética, nos dada por ancestrais distantes como uma atitude programada da qual não temos noção exata? O que significa esta nossa maneira de agir e nossos atos de reconciliação, que parece durar no mínimo até dia 26 de dezembro e no máximo até dia 2 de janeiro? Seria esta época, realmente mágica e capaz de mexer com pessoas mais sensíveis, a ponto de mudá-la e torná-la amável e mais educada? Talvez.
Sendo ou não uma questão de herança genética, religiosidade, psicologia, ou mera reação coletiva, o fato é que ocorre, e ao menos neste momento, tudo parece atingir algum significado lógico, que nos afasta mesmo que por um curtíssimo período do caos. Não queremos e sabemos disso, viver dentro de um sistema caótico do qual não temos controle, isso é ruim, pois não gostamos, isso é natureza humana, de não ter controle das coisas... Um paradoxo é claro, se todos tem controle de algo, criamos caos, se ninguém tem controle de nada, criamos caos, assim abrimos portas para que o controle passe a alguém... A mídia, as igrejas, aos políticos... Pouco importa, o certo é que acontece. Não teremos meios comuns para determinar o que nos move a certas atitudes, mas podemos, cada um de nós, tentar entender o porque assumimos certas posturas em determinadas épocas do ano.
A observação de nós mesmos, é uma forma de auto conhecimento, algo que precisamos, principalmente porque estamos tão acostumados a julgar os outros e esquecermos de nós mesmos. A atenção a nossa vida, faz-se necessário, para que não venhamos a praticar erros, pelo menos os mesmos que nossos ancestrias praticaram, e podermos dentro de um contexto de "verdade", tentar mudar o futuro. Sermos o que somos durante todo o ano, seria por si só, um ato de realidade, e não esperarmos psicologicamente que o Natal chegue e assim o Ano Novo, para parecermos "perfeitos", "mudados" e em busca de "salvação". Agora, parece também fazer sentido a filosófica frase: "conhece-te a ti mesmo". Pensem sobre isso!

a, janeiro 23, 2012

2012... Eis o ano interessante.  Repostagem de 23 de janeiro em boa hora e bom  Momento !!!


Temos, desde 2011, ouvido falar do provável fim do mundo, ou algo assim, para dezembro de 2012. Curioso nesta situação, é que o fim do mundo tem hora marcada... Mas por acaso lemos ou ouvimos falar de como evitar o tal fim do mundo? Não. Tudo que temos na maioria das grandes revelações, quer sejam bíblicas, oraculares ou por intermédio de profetização moderna, são a amostra de que tudo irá acabar. Bem, numa visão religiosa, pergunto porque Deus, nos teria feito para meramente se "encher" e destruir tudo? Alguma pessoas dirão que cometemos muitas atrocidades e erros imperdoáveis, daí, merecemos o extermínio, mas pergunto outra vez, não deveria Deus, saber o que faríamos antes mesmo de fazermos? Então isso me leva a crer que a situação não é religiosa, fantasiosa talvez, mas religiosa não. Buscamos então os oráculos e profetas modernos... Diriam eles que em determinada data, tudo ou quase tudo irá acabar com o aumento do nível do mar, que reduzirá muito as terras habitáveis no planeta, mas não ficará somente a cargo do mar fazer o serviço sujo, haverá terremotos, tsunamis, vulcões e doenças, a fina flor da destruição, me incomoda no entanto, que algo tão grandioso assim, é revelado a essas pessoas, tais como Edgar Caice, Madame Blavatsky, os Maias, etc., e inacreditavelmente não é revelado a nenhum deles, como resolver ou impedir tal destruição. Isso me levou a outro raciocínio; será que houve mesmo uma revelação, ou há outra coisa? Que coisa seria esta? Se observarmos o apetite humano pela destruição, pela auto-destruição, o que podemos observar com as guerras, a criação de armas de aniquilação, armas biológicas, entre outras, podemos ver isso nos filmes onde somos atacados por alienígenas assassinos, sofremos com meteoros que vem em direção a Terra, com pragas que fogem ao controle e aniquilam cidades, com zumbis, com máquinas que vem do futuro, etc., isso para mim, parece uma questão mais psicológica do que mistica ou mítica. Há dentro do ser humano uma batalha entre duas mentes que crêem muito naquilo que existem nelas, uma fala da morte pelo desconhecido, outra fala de como esta morte virá. A necessidade do ser humano pelo pensamento da auto-destruição é incrível e parece atraí-lo muito. Ou isso é uma tentativa de entender sua própria força ou fraqueza, ou de entender o que ocorrerá depois da morte, um dos maiores mistérios humanos, e também o que lhe causa mais medo. Se observarmos por este ângulo, não é o mero desejo da destruição, mas sim o medo de morrer e o que virá depois, o resto, ou seja, a forma que o ser humano cria para entender esta situação, é meramente fantasiosa. Para alguns, uma vez que se morre, tudo acaba, pensam assim porque não há evidências de que exista algo mais depois que deixamos o corpo, para outros, não acreditam que possa haver uma outra forma de vida porque a Bíblia não explica assim, mas há também aqueles que falam sobre outros locais onde se vive em paz com seus familiares e amigos, ou mesmo em um total descanso depois de uma vida cansativa... Independente do que seja, ainda é apenas a forma particular de cada um entender o que realmente não pode explicar. Saibam que não estou invalidando qualquer possibilidade de que eventos naturais estejam para acontecer e causar verdadeiros transtornos a vida humana de forma geral, mas sim, do que o ser humano tem medo, e portanto cria suas fantasias na tentativa de explicar o que irá lhe acontecer quando morrer. Porque mesmo aqueles religiosos com suas respostas pré-fabricadas, não podem atestar o que irá acontecer depois. Por milhares de anos, ou talvez, desde o nascimento da consciência humana, a morte chama atenção, quer seja pelo medo ou pela necessidade ancestral que os guerreiros fantasiavam de que uma vez mortos em batalha, encontrariam-se em um campo de guerras eternas (visão nórdica), o que era também uma forma de amenizar o medo pela possibilidade de encontrar algo de que "supostamente" gostavam.
Parar diante de tantos problemas que temos no mundo, para pensar que em dezembro de 2012 o fim estará próximo, é fugir das responsabilidades que temos. Se olharmos friamente, no exato momento em que nascemos, estamos perto do fim, isso evidentemente nos incomoda, mas é a verdade e não temos como fugir dela. Nascemos, crescemos, nos reproduzimos (necessidade de manutenção da espécie), envelhecemos (início real do terror) e morremos, passamos por fases, criamos fantasias de uma vida melhor, desejamos tanta coisa, lutamos pelo que cremos ou desejamos, trabalhamos, estudamos e no fim, desaparecemos sem saber para onde vamos e porque.  2012 pode ser o fim de algo? Sim. 2012 pode ser a grande transformação do mundo sob o aspecto da quantidade de seres que estão no planeta? É possível, entretanto pergunto agora; quem é o responsável por isso? Se alguém disser que é Deus, perguntarei se Ele não sabia que isso iria acontecer? Se não sabia, Ele é tão Deus quanto eu, porque também não sei nada. Mas se Ele decidiu fazer isso, não teria sido mais fácil não permitir que nos reproduzíssemos? Mas vamos considerar que sejam efeitos naturais comuns ao planeta Terra, coisa que de tempos em tempos ocorram, desta forma, temos então duas questões para pensar... Porque alguns tiveram acesso aos acontecimentos se não podem fazer nada para impedí-lo? A outra questão é mais que curiosa, se algumas pessoas tiveram acesso a estas informações, não será porque elas são cíclicas e já estão guardadas como herança genética em nós, e por motivos desconhecidos estas pessoas tiveram a possibilidade de acessar estes arquivos e crer que eram visualizações misticas de um futuro tenebroso, onde nenhum ser divino virá para ajudar a ninguém.
Seja o que for, é mais provável que o medo humano do desconhecido (morte) o leve a fantasiar o fim de tudo, mas não o de encontrar soluções, porque a solução, evita o desconhecido, e evitar não é entender o que nos aflige, é fugir. Em qualquer época dos anos passados e vindouros, tsunamis, vulcões, guerras, doenças, violência, terremotos e até mesmo a possibilidade de queda de meteoros que possam nos causar problemas sérios, pode mesmo acontecer... Sem dia ou hora marcada, apenas acontece porque somos incapazes de evitar o caos que nós mesmo causamos, menos é claro, os que se refere a natureza. Temos que rever nossos conceitos e nossos medos, ou viveremos as custas do medo e da fantasia pelo resto de nossas existências... É assim que voce quer viver, pelo medo? Ignorância? Fantasia? Incapacitado de fazer alguma coisa para mudar a história de nosso mundo e de nossa raça humana? Viveremos por nada, estúpidos, nos arrastando seculos após séculos cheios de misticismos e profetizações vazias? Que venha dezembro de 2012, que venha 2013, 2014, 2015 e assim por diante. Temos que crescer, sairmos da infância e nos tornarmos adultos em todos os sentidos. Sem religiões absurdas, sem misticismos vazios, sem fantasias patéticas. Pensem sobre isso. 
COMENTARIOS SOBRE OS VIDEOS ABAIXO ... E  2012!!!

Observem os videos acima ou abaixo independente da opção religiosa do preletor a que nos abstemos neutramente. Considere que nem tudo é verdade ,mas com certeza nem tudo é MENTIRA nesses videos. O que dá o que pensar muito mesmo!!, pensem sobre esse 21 de dezembro de 2012 com certeza nada vai acontecer!,mas para mudarmos o universo precisamos mudar a si mesmos pensem sobre isso e reflitam.Precisamos que uma catastrofe externa aconteça para acordamos ou esse depertar deveria ser diario a cada momento logo dedicamos a ese 21 de dezembro os videos acima ou abaixo na pagina e noss postagem repostada de 23 de janeiro em bom momento e boa ocasião reflitam porque esse frenesi apocaliptico implemantado em nossa psique oque nossa memoria coletiva nos induz e sugere pensem e reflitam


PARABENIZANDO 1 ANO DE PSIFUTURE ON LINE

Nos debruçamos sobre o seguinte tema: Cura em Terapia  
Se nos levamos ao bojo de certas correntes que se baseiam  no seculo XIX, em plena capital do império austro húngaro, quando esta ditava as modas e idéias da Europa Oriental, diremos que a análise  tem seus limites. E que, nada mais é que, prescrutar e sondar as  infinidades  dessa  Psiquê  humana, e que seria impossível se falar em cura em terapia,  pois viveríamos em um  mar  de angústias  e repressões, sempre a serem paliativamente despressurizadas pelo terapeuta. É inegável o que estas correntes nos trouxeram de material da psiquê humana, mas seria tão mínimo assim o papel do terapeuta? Se  acreditarmos que o homem esta preso a esse mar de angústias, que seus sofrimentos terminariam com sua finitude humana terrena fisica sim, mas nós que acompanhamos o Blog  há algum tempo, sabemos que o homem não é só  esse poço de dúvidas. Há muito mais nesse quebra cabeças. As ferramentas foram dadas, e as peças da psiquê são humanas,  o quebra cabeças não é de um alien oriano, na verdade são como peças de um grande brinquedo de encaixar , um " lego", onde são  as peças são reconhecíveis, e bem empregadas, podem montar uma infinidade de maravilhas, só que isso depende da pessoa como paciente, como uma troca, e do terapeuta, este em um papel muito mais ativo. Não podemos aceitar um (hum hum ou han han) acertivo, ou esperar que o silêncio gere a angústia que o motive a falar sobre o que aflige nas tormentas do século XXI. As coisas são muito mais graves, e muitos não ousam ir contra,  e como papagaios repetem fórmulas sem questionar sua validade ou conteúdo,  que já se perdem na ida, lá do século XIX. Os que consideram correntes  psicoterapêuticas, religião e  tabu, mudar um grão do que "a" ou "b" disse. Porque eram de certa fama, falo que esse "a" ou "b" são tão humanos como eu ou voçe, recém formandos acadêmicos, o que tiveram como diferença, foram inovar em sua época e de oportunidades .Considerar corrente de psicoterapia como time de futebol, a corrente A é melhor que a B ou C, è inconcebível no seculo XXI já em sua segunda década . Mas é muito comum em meu país e acredito que em outros tambem. Vejam o caso  por exemplo da "Cama de  PROCUSTO". Metáfora mitológica que veio bem a calhar como exemplo, o que estamos discutindo ."Procusto mostrava-se como um estalajadeiro grego, mas na verdade era um bandoleiro que aprisionava os viajantes incautos, que iam sua estalagem e tinham o azar de, nela pernoitar. Procusto .aprisionava os viajantes e os colocava na malfadada "cama de procusto", se por acaso a vítima fosse menor que a cama, colocava a infeliz alma em instrumentos esticadores, até que o corpo dela coubesse na cama em questão,e se por acaso fosse maior, cortava lhe os menbros ate caber. Noite alucinante não?. Pois é, muito terapeutas agem como Procusto, tentam enquadrar o paciente em sua técnica, sem questionar se as " limitações" estão em sua técnica pura e ilibada, que não pode ser maculada por instrumentos de outra técnica, mesmo provado cientificamente que tal instrumento seria mais útil .Por isso me considere além de holístico, sim eclético. Não há pecado nenhum em usar outros instumentos, desde que você tenha a humildade em aprendê-la para beneficiar seu paciente. Albert Schweitzer dizia que muitas vezes o bruxo das tribos tinha mais sucesso com os nativos do que ele, e ele não menosprezava-os por serem de uma cultura primitiva, então, porque eram iguais? Ahh isso? Vejamos a hipnose, é otima com minhas técnicas e pacientes, mas surge o psicoterapeuta "a" ou "b" que vão criar objeções teóricas,  mas estes não descem do seu pedestal para experimentar a técnica, logo, não sejamos procustos em nossas terapias, e lembrando o velho Jung, por mais técnica que tenha, diante de você há uma alma humana igual a sua. Tomamos a liberdade de demonstrar como nossa equipe atua. Os pacientes autorizaram a divulgação de casos.penas com suas iniciais e de seus tratamentos. A mente humana é muito grande para seu estudo ficar preso a ortodoxismos, que engessam a grande exploração dessa psiquê tão infinita, como o macrocosmos, mas,  o Universo tanto o macro como o da psiquê humana não foi feito para temerosos ou receosos, e sim, desbravadores e viajantes. Sigamos em frente nessa viajem eterna. Segue abaixo o resumo de tratamentos e técnicas de alguns pacientes que concordaram com a divulgação.

01 - Relatório sobre Paciente L.S
Evento: Acidente durante uma festa
Tratamento: Musica
Ocorrência: Choque craniano, causando desmaio (sem vômitos).
Situação: Estado de coma espontâneo e respiração por entubamento.
Reação pós tratamento: Obsessão e violência
Histórico: Utilizandos os recursos normais para a situação, L.S recuperou-se em alguns meses, retornando para casa sem sequelas visíveis. Começou uma atividade de vida normal, e meses depois, repentinamente, houve outro desmaio. Levada para o hospital, foi posto em coma induzido. O cérebro inchou, o que tornou necessário uma abertura craniana. Houve sangramento e havia chances de que não sobrevivesse. Meses no hospital e após uma pneumonia, recuperou-se e retornou para casa. O lado esquerdo ficou levemente comprometido, dependendo de fisioterapia. Quando tomou ciência de sua situação, teve acessos de raiva, e pensamentos em suicídio, entretanto, isso foi transformado em obcessão, e passou a querer escrever a todo custo, assim como tentar tocar violão, não conseguindo, seus acessos de violencia e palavras que sugeriam "desistência", deixaram seus pais assustados o bastante para esconder objetos cortantes e perfurantes. A violência em atos e palavras era uma constante, e foi dito que ele jamais retornaria ao estado normal e seria assim para sempre, sem condições de dirigir, trabalhar e ficar sozinho.
Atitude: L.S começou sua própria fisioterapia, tentando, as vezes sem dormir, escrever para recuperar o que podia fazer antes. Um fisioterapeuta foi contratado e sua recuperação, mesmo lenta, foi considerada satisfatória. Mas havia a questão da violencia e obcessão em fazer as coisas sem tempo para parar, a ponto de ignorar horários de alimentação, banho e contato com amigos. Ficou de licença sem prazo definido, para que o tratamento se processasse. Fui contratado para resolver a questão da violencia e de sua obsessão. O primeiro contato foi hesitante e desconfiado, mas depois de saber como ele se sentia, optei por uma forma de tratamento não agressivo, utilizei música instrumental suave. Utilizei vários métodos para eliminar o que o perturbava e transferir sua raiva para uma forma criativa. O mandei fechar os olhos e pus música, de preferência estrangeira, para que as letras não definisse seus pensamentos.
1 - Pedi-lhe para que fantasiasse como se a musica falasse com ele... Houve certa resistência mas com o tempo, ele fantasiava e relatava o que sentia através das fantasias que a musica trazia.
2 - Eu criava os cenários e pedia para que ele se colocasse na fantasia sem modificá-la. Houve durante diuas semanas certa dificuldade, pois os cenários criados se modificavam em sua cabeça. Mas agora ele dominou totalmente os cenários
3 - Passei da música instrumental para a musica popular, e pedia para que sentisse que estava no palco, com uma banda tocando a musica ouvida, ele com o tempo não só sentia o palco, como sentia o público.
4 - O coloquei mentalmente no meio do público, para que ele sentisse como a banda no palco, reagia e os gritos de todos. Ele conseguiu e se agitava.
5 - Coloquei musica e pedi para que criasse um "clip" baseado no ritimo do que ouvia... No início suas visualizações tratavam-se de seu acidente ou da sua separação da esposa.
6 - Nesta fase, eu o colocava para estudar determinado tipo de instrumento, isolando-o dos demais
7 - Estudar a voz do vocalista e analisá-la.
8 - Analisar a música como um todo
No prazo de nove meses, L.S demonstrou perda da violência generalizada e de sua obsessão.
No prazo de um ano e tres meses, L.S já não reagia mais de forma agressiva e passou a se importar mais com sua família e seu trabalho, ao qual retornou e já ia sozinho. Sua inteligencia foi centrada aos estudos, readquiriu o senso de humor e a criatividade. Passando a não se irritar mais e a parar para pensar antes de responder.
Ato atual: O osso craniano que havia sido guardado durante um tempo em sua barriga para resguardá-lo e depois no seu local real, criou inflamação, e teve de ser retirado. Ficou um tempo com a cabeça apresentando certa deformação, mas ao contrário do que se esperava, L.S ficou tranquilo e levou sua vida. Meses se passaram e uma prótese foi posta no local, agora se recupera tranquilamente.
Ato final: Não há mais violencia, não há mais reação grosseira e a terapia com musica e visualização criativa, teve o efeito esperado. L.S, que antes foi dado como um caso perdido, está trabalhando e seu cérebro compensou a "baixa" mobilidade de seu lado esquerdo, fazendo-o escrever com a mão direita e reagir com certa facilidade. Saindo sozinho para trabalhar e já está apto para dirigir.

02 - Relatório sobre Paciente L.V.M
Evento: Sindrome do Pânico
Tratamento: Videos e foco
Ocorrência: Morte do pai
Situação: Fechou-se em casa
Tratamento anterior: Duas visitas ao psicólogo (desistência espontânea do paciente)
Histórico: Durante algum tempo, perdeu tres empregos por que sentia-se mal no ambiente em que estava, e sentia vontade de correr e largar tudo... Ele o fazia.Sua segurança encontrava-se apenas quando estava perto de casa ou de sua mãe, a quem recorria quando se sentia mal. Fui contratado para resolver esta questão e descobri que a perda do pai, o fragilizara o bastante a ponto de só se sentir bem perto de casa, onde poderia se refugiar ou de sua mãe, relacionada com a imagem de família. Resolvi combater o pânico dele da seguinte forma.
1 - Ao sentir-se mal, que ele buscasse algo onde focar sua atenção, um painel, uma pessoa, uma praça, etc., coisas que ele poderia analisar e questionar, tentando ludibriar seu cérebro. Resultados satisfatórios, mas não definitivos
2 - Através de videos, pedi para que analisasse o que via e questionasse as atividades de um determinado personagem. O foco deu resultado
3 - Clips musicais, com o intúito de que ele analisasse o que via e desse o seu ponto de vista da intenção da banda ou do cantor.
4 - Musicas, coloquei duas musicas de mesmo tipo, para que ele as comparasse e mostrasse as diferenças de estilo (Ex: musica sertaneja e musica country) L.V.M não é musico.
5 - Observar detalhes em uma cena aleatória em filmes, clips
6 - mostrar uma parte de filme que não ultrapasse quinze minutos e depois conversar sobre assuntos aleatórios por mais quinze a trinta minutos, e retornando com perguntas sobre os quinze minutos de filme que ele havia visto, para analisar a intensidade de atenção que ele tem. Satisfatório
Resultado parcial: L.V.M está se sentindo mais focado em tudo ao seu redor e tem notado detalhes que antes ignorava, até mesmo na musica que ouve.
Tempo de tratamento até agora: oito meses.
Reação: Não tem tido nestes ultimos seis meses, nenhuma ocorrencia de panico, chegando a ficar sozinho no carnaval, em outra cidade, longe de qualquer membro da família.
Tratamento prossegue.

Como vimos acima, o que foi feito não foi mágica. Não é nada mirabolante,  os instrumentos e técnicas utilizados já existem. Foram sim, juntados e misturados em uma argamassa que saiu  proveitosa em benifício do paciente, e nosso como profissionais psicoterapeutas. Quando você observa resultados onde outros não obtiveram, é algo muito  positivo.  Vejamos o que nós podemos perceber de técnicas e  instrumentos utilizados, quanto a música. Podemos lançar mão da musicoterapia ou arte terapia, quanto a pedir ao paciente para se focar,  lançamos mão tanto da hipnoterapia regular com algumas modificações, tanto da PNL. Mas com enfoque temático  na linha "cognitivo comportamental" sem menosprezar os conteúdos internos e oníricos do paciente. Como dissemos, a mente humana é um universo quase virgem e  intocado, para se desbravar, mas não cabe a  temerosos que fincam sua bandeira na margem do oceano (da mente ) e alegam tomar posse e reconhecer todos os seus domínios... O universo da mente é para ousados, desbravadores verdadeiros e viajantes .  Pensem nisto !!!

Buraco de Minhoca, o mistério





Buraco de Minhoca, O Mistério

Na física, um buraco de verme ou buraco de minhoca é uma característica topológica hipotética do continuum espaço-tempo, a qual é, em essência, um "atalho" através do espaço e do tempo. Um buraco de verme possui ao menos duas "bocas" conectadas a uma única "garganta" ou "tubo". Se o buraco de verme é transponível, a matéria pode "viajar" de uma boca para outra passando através da garganta. Embora não exista evidência direta da existência de buracos de verme, um contínuum espaço-temporal contendo tais entidades costuma ser considerado válido pela relatividade geral. O termo buraco de verme (wormhole em inglês) foi criado pelo físico teórico estadunidense John Wheeler em 1957. Todavia, a ideia dos buracos de verme já havia sido inventada em 1921 pelo matemático alemão Hermann Weyl em conexão com sua análise da massa em termos da energia do campo eletromagnético. "Esta análise força a se considerar situações em que há um fluxo de rede de linhas de força através do que os topologistas poderiam chamar de alça ou espaço multiplamente conectado e que os físicos poderiam ser desculpados por denominar mais vividamente de 'buraco de verme'."  -  (John Wheeler em Annals of Physics) O nome "buraco de verme" vem de uma analogia usada para explicar o fenômeno. Da mesma forma que um verme que perambula pela casca de uma maçã poderia pegar um atalho para o lado oposto da casca da fruta abrindo caminho através do miolo, em vez de mover-se por toda a superfície até lá, um viajante que passasse por um buraco de verme pegaria um atalho para o lado oposto do universo através de um túnel topologicamente incomum.

Buraco de Minhoca (Worm Hole) , quando pensamos o que pode ser, talvez um portal para um outro universo ou multinverso,os cientistas ficam quebrando a cabeça para solucionar de forma matemática este mistério, mas, nas leis da fisica o que seria? E se a nossa matemática ou nossa física estiver, levemente equivocada? Vamos dar asas a ficção, linguagem utilizada por Julio Verne (Jules Verne) em seus romances do século XIX, e que hoje em dia, o que era visto como impossível se tornou puramente provavel, desde ao fantástico submarino do capitão Nemo, até o foguete visto no romance "Da Terra a Lua" não impulsionado por um canhão, mas por uma quantidade astronômica de combustível químico, que alimenta a fuga da gravidade da Terra a mais de 26000 km por hora. Bom, mas só na ficção teríamos um anteparo, campo eletromagnético ou conversor de dimensões, que permitiria passar com uma nave pelo Buraco de Minhoca, sem virar picadinho quântico, mas transpassado o Worm Hole, o que encontrariamos? Refletiremos sobre algumas das infinitas possibilidades e probabilidades, mas a frente divirtam-se, e exercitem sua reflexão, imaginação, intelecto e porque não emoção...

Buraco Negro, Buraço de Minhoca, Buraco de Verme... Não importa o nome, sabemos o que é possível acontecer com tal fenomemo cósmico, que vem chamando a atenção de cientistas do mundo todo ha vários anos.  Imagines o ralo de uma pia, que ao se tirar a tampa, a água faz um moinho (força centrípeta) arrastando tudo para o interior, assim é o buraco de minhoca ou o buraco negro. Ele suga a luz, os astros e tudo mais, criando tranbsformações ou dobras, até mesmo subversão do espaço-tempo. Podemos imaginar sem medo, onde este buraco poderia levar todo o material que ele coleta. Bem, vamos passear por estas possibilidades. Imaginem que o universo é uma lâmina, paralela a outras centenas de laminas, e cada uma delas seja uma realidade, o buraco de minhoca, seria uma ligação entre um universo e outro, mas não seria algo simples, assim como a água indo embora pelo ralo da pia, segue dentro de uma situação dramática edestruidora, no buraco de minhoca, não seria diferente, e como somos frágeis, facilmente seríamos esmagados e transformados em energia cósmica, sem saber se haveria meios de reagrupamento do outro lado, mas se houvesse esta possibilidade? O que teríamos senão uma porta entre os universos, de forma que poderíamos andar de um universo a outra sem problemas (talvez com alguns poucos), mas não temos como fazer isso, então o buraco de minhoca favorece mais a nossa imaginação do que a um fato. Mas estamos viajando na imaginação, e como ela não tem limites, senão aquele que impusermos a ela, podemos dizer que uma vez que compreendamos que cada universo dimensional pode ser também uma probabilidade diferente, como uma dimensão paralela, do outro lado poderíamos encontrar diferenças radicais do nosso universo, ou diferenças tão ínfimas, que pareceriam não existir, Se voce é um médico aqui, lá poderia ser o paciente e assim por diante. O buraco de minhoca tem por sua natureza, uma quebra, um furo na realidade, como um buraco na parede de um cômodo de uma casa que tem determinado tipo de cor e móveis, e ultrapassa a parede indo mostrar outro cômodo com cores e móveis diferentes, mas dentro da mesma casa, ou seja, o buraco de minhoca poderia mostrar outro univrso, dentro do mesmo Cosmo. Nós ainda não temos tecnologia para atravessá-lo e contar com o retorno, mas quantas raças no universo já puderam fazer isso? Centenas, milhares, milhões, o universo é vasto, estamos apenas iniciando a nossa trajetória, e nem engatinhamos ainda, o processo é longo e depende de informações e conhecimento além daqueles que até agora temos. O universo é lindo e ao mesmo tempo um terror, é necessário que tenhamos mais do que sonhos e vontade para acessá-lo, precisamos de coragem, e quando se fala de coragem, não é meramente se arriscar a ir a lugares onde nunca se foi, mas sim, a coragem de pensar livremente sem medo de errar... Infelizmente nossos cientistas estão tão preocupados com suas carreiras e seus medos diante da comunidade científica, que mesmo crendo em algo, guarda para si, e a ciência segue a passos de tartaruga de encontro ao objetivo final.
"Imagine que voce é o capitão de uma nave espacial e a tripulação de aventureiros, está junto com voce para o desbravamento de um dos maiores mistérios da astronomia, voce leva sua nave até um ponto seguro e fica diante da janela panorâmica olhando para aquele moinho de energia que suga tudo que está próximo, voce fala a tripulação, e dá a ordem para avançar, vai numa velocidade alta até conseguir sentir os efeitos do fenômeno, ai então, dá nova ordem para que a nave siga na velocidade máxima, quanse beirando a velocidade da luz, a nave entra no horizonte de eventos e tudo trepida, mas a nave, assim como a intrépida tripulação, aguentam firme e continuam até o ponto onde não há mais volta, a nave segue e entra num poderoso turbilhão de luzes de pressão. O tempo parece enlouquecer e voce vê suas próprias imagens repetindo, indo para frente e para trás, se distorcendo, visões fantasmagóricas da realidade, vozes vindo de todos os lados, a nave se racha e ao mesmo tempo parece intacta, o vôo é enlouquecedor, seus pensamentos te traem e nada parece fazer sentido. A velocidade ultrapassa a da luz em mil vezes, mas voce sento como se o tempo parasse e não acabasse nunca o tormento... Voce e sua tripulação, que passaram boa parte do tempo gritando diante de formas loucas, quase fractais, perdem a consciência e quando finalmente volta a si, tudo está diferente. Seus sentidos dizem que voce está morto, mas os sensores da nave dizem o contrário, voce perde noção de realidade, noção de lógica, de certo e errado, tudo parece e age como um sonho, uma fantasia... Tempos depois voce se dá conta de que está em outro universo, um que voce ou sua tripulação nunca esteve, uma anomalia, um anacronismo... Voces não é parte daquela existência, voces criaram um paradoxo ao qual estão presos para sempre, pois não sabe para onde seguir e voltar... "
O buraco de minhoca pode ser algo assim, e se nos dermos conta, pode existir dentro de nós... É, eu sei, parece louco pensar em algo assim não é? Mas lembre-se de que somos feitos da mesma matéria que compõem as estrelas, os planetas, os quasares, os pulsares, asteróides, aglomerados globulares, galáxias, nebulosas, etc., o que nos impede de que aconteca conosco o que ocorre no universo? Como saber se o câncer, a "auto combustão, entre outras doenças e fenomenos, não são buracos de minhoca internos, gerando fuga de energia ou de outras coisas de nosso corpo?
Se pensarmos que os buracos de minhoca são passagens, então pode existir em várias escalas e em todo lugar, isso considerando que sejam um fenômeno natural e não provocado, ou se considerarmos que são uma anomalia no universo, um erro de estrutura. Por falar em erros de estrutura, não é difícil que a construção do universo, seja ela aleatória, provocada ou um acontecimento gerado por inúmeros outros eventos, possam ter falhas, uma construção tem falhas, nós temos falhas, o universo também... O buraco de minhoca pode ser uma falha de estrutura no projeto. Falha esta que nos faz pensar se o nosso universo não pode ser sugado para outro que está sendo construido, e somos nós, este material de construção. Pode ser que seja este o fenômeno que acabará com nosso universo, gerando a criação de outro. Quem sabe o "Big Bang", não foi a ruptura que fez vazar um universo para o nosso, e agora estamos vazando para outro? Pensem nisso!

A Realidade que cremos conhecer




A Realidade (do latim realitas isto é, "coisa") significa em uso comum "tudo o que existe". Em seu sentido mais livre, o termo inclui tudo o que é, seja ou não perceptível, acessível ou entendido pela ciência, filosofia ou qualquer outro sistema de análise. O real é tido como aquilo que existe, fora da mente. Ou dentro dela também. A ilusão, a imaginação, embora não esteja expressa na realidade tangível extra-mentis, existe ontologicamente, onticamente* (relativa ao ente ou seja: intra-mentis. E é portanto real, embora possa ser ou não ilusória. A ilusão quando existente, é real e verdadeira em si mesma. Ela não nega sua natureza. Ela diz sim a si mesma. A realidade interna ao ser, seu mundo das ideias, ou seja, enquanto ente fictício, imaginário, idealizado no sentido de tornar-se idéia, e ser idéia, pode - ou não - ser existente e real também no mundo externo. O que não nega a realidade da sua existência enquanto ente imaginário, idealizado.

Voce acorda e seus olhos se abrem para o que se convencionou ser realidade, ou seja, tudo aquilo que está diante de voce e que crê compreender.
Mas nossa sociedade  caiu na armadilha conceitual cientifica de Rene Descartes, o mundo dito cartesiano, o conceito tão falho!! Segundo essa lógica o que não é mensurado, pesado, replicado em laboratório, ou está denrtro do espectro de nossos sentidos, é falho... Mas nossos sentidos também são tão falhos, errôneos. Enquanto isso percebemos a realidade de forma tão estreita, como  a visão, que não captamos o infravermelho  e o ultravoileta, e nos escapam na audição os infrasons e ultrasons, também nos escapam os Raio X, Raios Gamas e Ondas de Rádio, que nos bombardeiam diretamente, desta forma, elas tambem não estariam dentro da realidade, mesmo que não a vejamos? E quanto ao mundo microscópico que fervilha de vida em uma gota d'água? Quer dizer, não temos percepções de dimensões intangíveis e inacessíveis. O que dizer daqueles que vêem por relances e soslaios, outras dimensões, e são considerados pelos ditos "normais", muitas vezes como delirios... Seriam mesmo? E como explicar o mundo espiritual dos xamans? Lá atrás em 1929, Berger inventava a máquina de EEG (Eletroencefalografia), maravilha dos neurologistas por muitas décadas, agora caindo em descrédito por conta das novas tecnologias de escaneamento do cérebro, tal como, a Ressonância Magnética que inocula ínfimas quantidades de antimatéria no organismo.  e a Tomografia, voltando ao "velho" EEG, ele mensura as ondas mentais emitidas pelo cérebro, e se estipulou as faixas de ondas, e como a pessoa se comportava de acordo com estas ondas, se rascunhou um estudo naquela época, pena que este estudo não se aprofundou como deveria ser, entendeu-se que: Ondas Beta - Vigilia, Ondas Theta - Sono profundo ou pesado e Ondas Alfa - Estado de Sonho ou Estado Alterado de Consciência, ora, um sonâmbulo não esta vivendo uma realidade alteradissima, devido a uma disfunção em sua variação de modulação de ondas cerebrais?
E apenas para pensar, não poderíamos emitir ondas assim como um rádio? E se pudéssemos aferir esta modulação, não seria um passo para a telepatia? E se pudéssemos através do próprio "rádio", não seria interessante a telepatia tecnológica, sem poderes especiais... Poder ler pensamentos através de máquinas? Um sonho ficcional do homem ainda impossível hoje em dia, assim como voar, foi no passado. Questionamentos... Questionamentos que nos levam além. Como seria dizer para um cego de nascença, de forma que ele possa compreender, a cor vermelha por exemplo, como esperar que ele possa mensurar em seus sentidos como é o vermelho? Teria ele condições de desarquivar informações de sua vivência passada para compreender o mundo ao seu redor? Vamos ver estes assuntos tão simples e tão complexos ao mesmo tempo.
Quando se fala de realidade, devemos antes de tudo entender que ela pode ter diferentes formas de entendimento. Aquela que nossos olhos vêem e aquela que nosso cérebro capta. A realidade é criada a cada segundo baseada em informações que são recebidas o tempo todo do turbilhão de possibilidades criadas por nós e outras pessoas. Existe uma questão interessante que é a informação básica que são distribuidas de mente para mente, e elas se perpetuam, mas para se tornarem válidas, necessitam de outros sentidos, tais como a visão, audição, tato, paladar e olfato, quando quebramos uma delas, a realidade muda para nós, principalmente a visão, que compõem a estrutura do universo ao nosso redor. A realidade que construimos tem muito a ver com a nossa compreensão do mundo que nos cerca, da forma como vemos as pessoas, as cores, as formas, etc., quando consideramos o que é real e o que é fantasia, a verdade está apenas no trato daquilo que é o básico, o comum a todos, o que dá forma estrutural convencional para as pessoas, do mundo ao nosso redor, o que ultrapassar o básico, se torna a fantasia, mesmo que esta não seja necessariamente fantasia. O médium vê e sente coisas que as outras pessoas não vêem ou sentem, como diferenciá-lo dentro do contexto de realidade, de um esquizofrênico que também vê e sente coisas? A realidade é para cada um, uma experiência diferente, por isso vemos uma pessoa que alguns diriam bela, e a temos como feia, vemos um quadro e entendemos a figura, enquanto outros não vêem nada. Um perfume que agrada a uns e desagrada a outros, e assim sucessivamente. O mundo, o universo é formado por moléculas que estão vibrando e se comportam, de maneira diferenciada e por estarem também no "microuniverso", nós, do "macrouniverso" vemos apenas o que estes grupos de moléculas formaram, ou seja, uma pessoa, uma mesa, uma cadeira, uma pedra, etc., mas são apenas moléculas... Em que parte de nossa realidade foge de nós, a verdade de que o mundo que está ao nosso redor, é inacreditavelmente diferente daquele que vemos e conceituamos? Nossa mente busca a cada nova informação, compará-la com informações mais antigas, com formas, cores, cheiros, tamanhos, estruturas de forma geral, então, nossa mente dá forma a aquilo que estamos vendo, assim, acreditamos muitas vezes estar vendo uma coisa, e outra pessoa olhando a mesma coisa, vê outra. Minha realidade, sua realidade, são sistemas particulares, que interagem com a formação básica que é imutável. Mas o que seria esta formação básica? Existem coisas que são imutáveis, ou seja, uma mesa, sempre será uma mesa para todas as pessoas do planeta, salvo para os cegos de nascença, que terão dificuldade de entender a forma, ou a cor que jamais viram, mas mesmo para eles, a estrutura é idêntica a que conhecemos. Mesmo que não se possa ver, uma cadeira, será sempre uma cadeira, pois pode ser sentida pelo toque, e através dele, formar na mente, a forma. Entretanto, temos um problema, existem coisas acontecendo ao nosso redor, que mesmo o cérebro captanto, ele opta por ignorar, porque não considera necessário, viável, ou por ele mesmo não ter uma informação mais lógica, prefere deixar de lado. Há muito mais do que podemos ver, há muito mais do que podemos ouvir, há muito mais do que podemos tocar, sentir, provar... Há muitas fases de realidade, como se fossem milhares de laminas, na qual vivemos em uma delas, e cada uma, vibra dentro de sua própria natureza, cruzando-se as vezes, e provocando assombro em nós. Mas estão todas lá, existindo... Cuidado quando definir o que é real e realidade, pois fora do básico, a realidade é uma percepção particular e que pode jamais ser aceita ou entendida por outra pessoa. Talvez sejamos uma raça de loucos, de esquizofrênicos, cheios de síndromes disso e daquilo, talvez vivamos em nosso próprio universo, sozinhos, e crendo estar vivendo em comunidade, talvez sejamaos nós, cada um de nós, uma espécie de deus, vivendo seu sonho ou seu desejo, compondo-o com pessoas, animais e todas as formas de sensações e experiências que desejamos vivênciar. Talvez voce esteja sozinho agora, imaginando e validando sua imaginação de estar lendo este texto... Pense bem, o que é realidade senão um conceito abstrato? Não pode ser pesada, provada, sentida, replicada e nem mesmo velidade como algo real... Por uma razão simples, quando validamos como correto ou errado alguma coisa, assim como possível e impossível, usamos outras informações para compar, analisar e dar forma... Como e com que comparamos a realidade? Pense nisso!

Fantasmas e nosso medo criado





Fantasmas e nosso medo criado

Fantasma, na crença popular, é a alma ou espírito de uma pessoa ou animal falecido que pode aparecer para os vivos de maneira visível ou através de outras formas de manifestação. Descrições de aparições de fantasmas variam no modo como estes se manifestam. A tentativa deliberada de contactar o espírito de uma pessoa morta é conhecida como necromancia, ou séance no espiritismo.A crença em manifestações espirituais dos mortos é comum, datando do animismo ou veneração dos mortos em culturas pré-históricas. Determinadas práticas religiosas — ritos funerários, exorcismos, e alguns costumes do espiritualismo e da magia—são especificamente designadas para agradar os espíritos dos mortos. Fantasmas são geralmente descritos como essências solitárias que assombram um local, objeto ou pessoa em particular a qual estiveram ligados em vida, embora histórias a respeito de exércitos, trens, navios e até mesmo animais e números fantasmas tenham sido relatadas.A noção do transcendental, sobrenatural ou espiritual, normalmente envolvendo entidades como fantasmas, demônios ou deidades, é um fênomeno cultural universal. Em religiões pré-históricas, tais crenças costumam ser simplificadas como animismo ou veneração dos mortos. Em muitas culturas, fantasmas malignos e perturbadores são diferenciados dos espíritos benignos envolvidos na veneração aos mortos. A veneração aos mortos envolve tipicamente rituais designados para a proteção contra espíritos vingativos do além, imaginados como famintos e invejosos em relação aos vivos. Entre as estratégias para evitar os espectros estão o sacrifício, isto é, dar ao morto comidas e bebidas para apaziguá-lo, ou a expulsão mágica do morto para forçá-lo a não retornar. A alimentação ritual dos mortos é realizada em eventos tradicionais como o Festival das Almas chinês ou o Dia de Finados ocidental. O banimento mágico dos mortos está presente em muitos dos costumes funerários ao redor do mundo. Corpos encontrados em diversas mamoas haviam sido ritualmente amarrados antes do enterro, e o costume de atar os cadáveres persiste, por exemplo, nas regiões rurais da Anatólia.

Fantasmas... Duas coisas poderiam explicar os fantasmas. A primeira tem conotação quântica, e a explicação se torna curiosa, tanto quanto emblemática, e seria: Os fantasmas seria e não seriam pessoas mortas, bem, isso quer dizer, seriam mortas no contexto de já não estarem mais conosco de forma física, mas se observarmos bem, a morte em si não existe. Não passa de uma palavra que amedronta talvez, 99% da população mundial, o que seria a morte senão o desprendimento do corpo fisico, entretanto, mantendo as características originais que sempre teve, mesmo antes de usar um corpo? O ser sai do corpo, que já vem programado para "morrer" em uma determinada época, se pensarmos no corpo como sendo uma roupagem especial que permite a ação em um determinado ambiente, o ser que deixou a roupa, apenas retornou ao seu ambiente original, e portanto não está morto, apenas modificado. Imaginemos um homem em sua roupa especial para ir ao espaço, somente com ela, ele trabalha e se locomove naquele ambiente, se a tirar, nada mais poderá fazer, então, usaremos este pensamento para dizer que, aqui, precisamos de uma roupa especial, que nos ajuda a sentir, e interagir de forma total, com este ambiente que não é o nosso, daí, o fantasma seria aquele que está fora do ambiente, em seu estado natural, sem limitações, entretanto, existem aqueles que podem de alguma forma se viciar neste mundo que "vivemos", ou melhor, experimentamos, e em consequência disso, reage mal ao sair daqui, quando seu tempo chega ao fim e age como quem está em abstinência de uma droga. Fica confuso e violento, e como não está preso a limites, como nós, com nossa "roupa fisica", pode fazer aquilo que julgamos incrível, aterrorizante e assustador. Podemos dizer que o que chamamos de fantasmas, conseguem subverter a realidade da forma como a conhecemos, e como não podemos fazer o mesmo, tememos. Podem ter a forma humana inclusive as roupas que tinham antes de mudar de ambiente, porque é o que há de registro temporal, e o que há de registro em suas mentes energéticas. O segundo pensamento vem de outro raciocínio quântico, e é: O passado e o futuro não existem, nunca existiram, fazem parte apenas do continuum, o tempo dobrando-se em si mesmo e assumindo características de um eterno presente. Sim, voce vive num eterno presente, pode pensar no passado, pode inventar o futuro, mas JAMAIS os tocará, porque o seu universo, existe em um milésimo de segundo, sua realidade vive num milésimo de segundo, mas seu cérebro não compreende isso de forma geral, então, "fotografa" cada um desses milésimos de segundo e os coloca lado a lado, como se compusesse uma imagem grande, formada de pequenos pedaços, e então, os lê, como uma imagem só, desta meneira, voce pensa que o tempo é longo, e não é, como eu disse, dura um milésimo de segundo. Voce viaja numa velocidade fantástica no tempo, no continuum. Mas ao mesmo tempo, sabemos que podemos projetar algo, um pensamento no que poderá vir, em algo que ainda não aconteceu... O futuro. E nesse futuro real, que será em breve nosso presente em algum momento... imagine que onde é hoje sua casa, será um dia nesse futuro, um shopping ou uma universidade, ou um condomínio de apartamentos... Mas hoje é a sua casa, entretanto, este novo ambiente já existe no futuro, e voce pode ter por alguma razão, quer seja por conta de uma vibração diferenciada de moléculas, quer seja por questão de angulação da luz, ou mesmo percepção extra-sensorial, voce veja pessoas passando pelo meio de sua sala, ou um cachorro correndo e sumindo debaixo de sua mesa... neste mesmo momento, no futuro, alguém viu voce parado olhando para ele, ou correndo do cachorra, e dirá, assim como voce, este lugar está assombrado... Mas nenhum de voces, tanto do presente, quanto deste futuro, estão mortos, estão separados apenas por alguns milésimos de segundos.A questão dos ditos mortos é interessante, entenda: Voce tem uma parede que divide sua sala do seu quarto, mas no futuro, esta parede não existirá mais, então, aquele que não está mais preso no corpo fisico e pode reagir dentro de dois ambientes, caminha pela sua sala e atravessa a parede... Voce o observa e se assusta... Ele atravessou a parede. Será? Na verdade, ele está livre dos padrões exigidos pelo corpo fisico, mesmo que esteja no "seu" presente, ele para atravessar de um cômodo para outro, entrou no ambiente onde a parede não existe mais e passou, para voce, que ainda não chegou a aquele momento temporal, ou seja, nos milésimos de segundos a frente, se surpreende porque ainda tem a perede diante de voce. De uma forma mais explicita, poderíamos dizer que fantasmas podem ser pessoas que dado o tempo extinguido de sua permanência neste ambiente, pode ter se tornado viciado e age como alguém que sofre pela abstinência e se torna assim como todo viciado, violento e irracional. Pode ser alguém que viva num ambiente diferente sem a privação que o corpo fisico oferece, dai, tem capacidade de fazer o que julgamos incrível. Pode ser alguém do futuro (milésimo seguinte, aquele ao qual não temos acesso senão, quando chegarmos a ele) e caminha entre nós e o vemos e ele nos vê, por algum tipo de "perturbação estrutural temporal, que coloca os dois milésimos se cruzando em algum ponto. A morte não existe, nossas escolhas e a necessidade cósmica, nos leva a determinado momento em que encontramos a forma de sair daqui e retornar ao nosso universo comum, ou a outra experiencia, onde usaremos algum outro tipo de "vestimenta" para acessar este ambiente e interagir com ele.

OBS: Sei que este tipo de pensamento contradiz religiões e conceitos espiritualistas, mas devemos ter em mente, que antes desses conceitos serem aceitos, também foram e ainda são, criticados e não há qualquer evidência científica que corrobore com eles, dando validade, daí, creem que somente com a fé, se pode entender, mas o que é a fé, senão a crença em algo que de certa forma, voce deveria ter certeza do porque está aceitando? Quando se fala de algo que devemos aceitar puramente por aceitar, não é fé, ou conhecimento, é escravidão. O nosso universo é maior que conceitos furados e maior que sentimentos baseados em mentiras e fantasias... As religiões minaram o conhecimento para que pudessem reinar absolutas na vontade das pessoas, e tudo aquilo que deveria ser ciência, virou descaso e fantasia nas mãos de interesses ocultos, nos levando a categoria de idiotas. O mundo repleto de assombrações, fantasmas, demonios, diabos, espíritos obssessores, deidades, deuses, santos, anjos, são nada mis que fantasias que nos promovem uma sensação de incapacidade e desistência do conhecimento. Somos deuses sim, porque podemos mais, porque somos imortais, porque viajamos no tempo, porque trocamos de "roupa" a cada nova experiência, pena que ainda nos assustamos com isso, pena que ainda temos tanto que nos limpar das superstições que nos foi dado de presente, pena que temos tanto que aprender a não ter medo de nossa própria natureza, pena que ainda sejamos tratados como idiotas cheios de medos impróprios e criticas a nossa própria existência. Somos deuses e eternos. Corpos são roupas que usamos para experimentar cada novo ambiente.