Busca por Aliens.. Esquecimento de nós.



Mais uma vez somos atraidos pelos chamados Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs, UFOs), mas a maioria ignora que os OVNIs, não são necessariamente Discos Voadores, e sim, objetos que estão no ar e não há uma identificação válida. Mas junto a isso, temos outro problema... Aqueles que querem a todo custo validar suas supostas descobertas ufológicas e aqueles que as tornam reais por interesse próprio, são estes que tornam a ufologia algo fantasioso e porque não dizer, risível. Como disse anteriormente, somos uma raça bruta, somos neandertais com mania de grandeza. Mal entendemos nosso vizinho e já estamos falando em contatos imediatos, que patético. Se considerarmos a possibilidade de que objetos alienígenas tenham caido na Terra (não meteoritos, ou lixo espacial, mas algo comandado por algum tipo de inteligência), e governos interessados os tenha guardado dos olhares curiosos do mundo, isso nos leva a crer que há interesses ocultos por trás deste tipo de atitude, e o que seria? Tecnologia e biologia alienígena. Para que? aquele que detém tecnologia diferenciada dos demais povos do planeta, consequentemente dominará este planeta, mas se a engenharia reversa não der certo, o conhecimento da biologia alienígena, poderia ajudar a criar armas biológicas e talvez uma mistura genética com o intúito de fabricar o super soldado, algo produzido em laboratório, ou armas biológicas com doenças que somente quem as fabricou teria condições de obter um antídoto, colocando o mundo contra a parede... E ainda nos sentimos inteligentes e evoluídos, ridículo. Mas ignorando estes potenciais problemas, vamos considerar apenas a questão do segredo guardado sobre os Discos Voadores capturados, não deveriam ser mostrados a população? Sim, mas jamais serão. Países com tecnologia para estudar estas naves, vão guardá-las a sete chaves para que possam utilizar ao máximo o que puderem dela. Todos dizem não haver Discos Voadores e alienígenas, mas gastam-se bilhões em investigações, em satélites e tecnologia para observar e capturar o que não existe. Muitos morreram para que o segredo se mantivesse e muitos ainda morrerão pelo mesmo motivo... Para cada objeto visto, dez cientistas (contratados pelo governo) aparecerão para desmentir de maneira científica que não eram reais. Pessoas sem o menor conhecimento científico apoiarão estes cientistas e se fecharão para a possibilidade de ser real. Afinal, as pessoas aprenderam a acreditar somente naquilo que podem ver, tocar, cheirar, reproduzir e pesar, se não puder, é falso. Somos e seremos sempre um povo idiotizado por nós mesmos, pois é o que queremos, não paramos para analisar, questionar, buscar informações em diversas fontes, nada. Nos contentamos com o primeiro que excpor sua verdade desde que seja parecida com a nossa crença, então, nos entregamos a ela e admitimos que é absoluta... Absoluta em que? O que temos em nossa vida ou em nosso conhecimento para comparar e definir como certo e errado? Verdade e mentira? Nada. Se existem entre nós, alienígenas, não precisariam fazer muito esforço para se esconder, nossa incapacidade de aceitar as possibilidades já os mantém ocultos. Aceitamos a existência de santos, anjos e Deus, e nunca os vimos, mas não aceitamos alienígenas... Porque?
Porque um povo que é capaz de matar seus semelhantes apenas porque a religião é diferente, ou a cor da pele, a língua, o local no mundo onde nasceu, se sente capaz de interagir em paz com seres provenientes de outros mundos? Impossível. Somos medrosos e estúpidos o bastante para temer o que é diferente e por isso a necessidade de destruirmos o que não entendemos. Não conhecemos a nós mesmos, não conhecemos a pessoa com quem vivemos, não conhecemos nossos amigos, criticamos as pessoas baseados em nós mesmos, ou naquilo que acreditamos ser e saber... Somos homens das cavernas melhorados. somos aqueles capazes de parar carros-bombas para explodir matando qualquer um sem remorsos, somos aqueles capazes de violentar mulheres e crianças e tentar validar nossas ações, somos capazes de traficar drogas, armas e pessoas, Somos capazes de matar pessoas porque tem pele escura, porque professam outras religiões, porque falam outra língua, somos aqueles capazes de fazer guerras apenas para ganhar dinheiro fortalecendo a indústria interna sem nos importar com quantos inocentes vão morrer. Somos aqueles capazes de produzir armas de destruição total para manter nossos inimigos sob constante ameaça, somos aqueles capazes de fazer testes genéticos ou biológicos com qualquer um desde que tenhamos uma resposta positiva, somos aqueles que destruimos as proteínas dos alimentos para fortalecer a indústria farmacêutica, somos aqueles que ignoramos a saúde da população, para podermos usar isso nas próximas eleições, somos aqueles que produzimos e vendemos drogas em grandes quantidades para os vendedores autônomos (traficantes) e depois pedimos dinheiro para cobater o tráfico, somos aqueles que poluem os rios e os mares e formamos depois equipes de cientistas para explicar de forma idiota, o que as "algas ou corais" estão fazendo e matando os animais com sua enzimas venenosas. Somos aqueles que exibimos carros de luxo, mansões, relógios caros, roupas de marcas famosas e vivemos em grandes festas nas quais os gastos são absurdos, mas fazemos discursos de como acabar com a fome do mundo. Somos aqueles que destruímos a economia de muitos países e depois aparecemos supostamente torcendo para que os ditos países de Terceiro Mundo, cresçam e tragam uma nova economia mundial, somos aqueles que falamos de paz apontando um fuzil para o oponente, somos aqueles que falamos de Deus, mas não nos desgrudamos de nossas fortunas, como algumas religiões fazem... Somos selvagens, lobos travestidos de cordeiros, idiotas científicos que verbalizamos o que não temos real conhecimento. Países sofrem suas guerras encomendadas, países morrem de fome e doenças, mas estamos felizes com nossos Reality Shows, nossas Semanas de Moda, nossas Feiras de Automóveis, Feiras Bélicas, nossas fofocas sobre celebridades, felizes com nossos programas de comédia, onde podemos ironizar aleijados, judeus, negros, mulheres, povos de terceiro mundo, gordos, magros, crenças, etc., e fazemos todos rirem, porque é engraçado ser idiota... Mas no entanto, queremos fazer contato e amizade com povos do espaço... Isso, queremos interagir com eles. Fica a dúvida, isso é uma piada, uma ironia ou não passamos de macacos sonhando em sermos homens?
Se existem alienígenas entre nós, cinquenta por cento já devem ter comprado a passagem de volta e os outros cinquenta por cento, devem estar pensando o porque vieram para cá. Isso é evidente, estou considerando que não sejam como nóa, senão, devem pensar: "Estamos em casa!". Eis minha pergunta: É isso que queremos mesmo ser... Grosseiros, confusos, medrosos e manipulados?
Não estamos preparados para um encontro com outra raça, porque não estamos preparados para o encontro nem mesmo com a nossa. Se seguirmos este caminho, muitas gerações ainda deverão aparecer até que uma seja diferente e preparada para algo mais do que conseguimos até agora. Pensem nisso!

O que estamos fazendo com nosso corpo?




O QUE ESTAMOS FAZENDO COM O NOSSO CORPO?


Desde tempos imemoriais, o homem busca a criação do corpo perfeito, entretanto, descobrimos que o corpo perfeito é um conceito equivalente a época, na idade média as mulheres mais gordinhas eram vistas como sensuais, atrentes, independentes de sua beleza facial, na China, mulheres deformavam seus pés, para mantê-los sempre pequenas, pois este era o símbolo de beleza, em outras épocas, eram os bustos enormes que chamavam a atenção, a pele muito branca, ou morena. anéis no pescoço para alongá-lo, mascar na pele feitas por ferro quente, escurecimento dos dentes, alargamento do lábio inferior, das orelhas, prender metais na pele, etc... Entre todo tipo de corpos que o mundo viu aparecer, chegamos ao que é hoje, barrigas magras com seus músculos desenhados, etc... O que isso nos mostra? Que não há corpo perfeito, se ele tomou tantas formas, como saber qual é o perfeito? Ou melhor, como saber o que é o corpo perfeito se não há nenhum para comparar? Vemos que a cultura do corpo perfeito é mais cultural ou social do que escultural. Pode ser que no futuro achemos estranho as mulheres magras com nádegas arredondadas e barrigas performadas por músculos, e comecemos a achar que "falta carne" nelas... Talvez vejamos a beleza em corpos "sarados", corados, nas peles claras, nos corpos cheios, nas mulheres negras ou morenas, mas são conceitos pessoais, os seres humanos formam grupos que escolhem os tipos de mulheres ou homens que mais lhe agradam, daí, temos vários tipos de perfeição, e desta forma, se todos são perfeitos, então não há perfeição. A questão que torna isso preocupante, é quando alguém se vicia em exercícios para esculpir o corpo, não para si, mas para atender aos anseios da sociedade ou de um grupo, muitas vezes essas pessoas declinam para doenças físicas, distúrbios alimentares e distúrbios psicológicos, que podem levar a morte. Alguns distúrbios estão listados e explicados aqui:
A Dismorfofobia, também denominada Transtorno Dismórfico Corporal ou Síndrome da Distorção da Imagem, é um transtorno psicológico caracterizado pela preocupação obsessiva com algum defeito inexistente ou mínimo na aparência física. Esta fobia de ter um aspecto anormal é observada com mais frequência nos adolescentes, de ambos os sexos, estando relacionada com as transformações ocorridas na puberdade. Pode ocorrer também em adultos ( neste caso com mais frequencia em mulheres, embora homens também sejam acometidos). Narcisismo, em psicologia e psiquiatria, o narcisismo muito excessivo é o que dificulta o individuo a ter uma vida satisfatória, é reconhecido como um estado patológico e recebe o nome de Transtorno de Personalidade Narcisista, que é um transtorno de personalidade catalogado no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders – DSM-IV).[1] Quem sofre do transtorno tende a se preocupar obsessivamente com a maneira com que os outros o enxergam, e também com aspectos que possam influir de algum modo na percepção de sua imagem, tais como poder, prestígio, vaidade, e até mesmo martírio. Indivíduos com o transtorno julgam-se grandiosos e possuem necessidades de admiração e aprovação de outras pessoas em excesso.
São apenas alguns distúrbios difíceis. Em termos simples, o que queremos mostrar é que as pessoas nõ devem seguir padrões de suposta beleza exigida pela sociedade ou um grupo, temos que entender o nosso corpo e saber lidar com ele, sejamos nós, magros, gordos, altos, baixos, etc., é evidente que devemos nos preocupar com a nossa saúde, e apartir disso, nos modificarmos não para apresentar a alguém, e sim para nós mesmos. Quando vestimos algo, ou quando nos olhamos no espelho e decidimos tanto numa situação, quanto na outra, que devemos mudar, temos que entender que não estamos meramente fazendo por nós, mas sim para obter a aprovação dos outros. Daí, os modismos fisicos e nas roupas. O que somos e o que fazemos não é para agradar aos demais, e sim a nós mesmos, temos que nos sentir bem como somos, desde que, com saúde, mas por nós mesmos, e não pelos outros. Alguns distúrbios atingem adolescentes justamente por isso, pois a sociedade adolescente, exige que as meninas sejam lindas, magras, com belos cabelos, roupas etc., os homens também sofrem com isso, pois os gordinhos tornam-se párias dentro desta sociedade jovem, mas a pergunta é: Quem impôs estas regras? Elas nascem dentro destas comunidades de forma aleatória, ou alguém é utilizado como parâmetro de comparação? Não existe o corpo perfeito, existe sim, a moda derivada de uma época específica. Não é difícil vermos que na cultura de muitos países, o conceito da perfeição fisica muda, glúteos e seios grandes (silicone), pés pequenos, barrigas musculosas, coxas grossas, cabelos lisos, lábios grossos (uso do Botox), pele suave e clara (sem manchas), narizes arrebitados, etc. Considerando as mulheres ditas perfeitas que atendam a estes processos, ao juntarmos tudo aquilo que vemos como belo e perfeito numa só, teremos um terrivel Frankenstein. Volto então ao questionamento; Aonde está a perfeição, se não temos com o que comparar? Será que o que buscamos fazer conosco, é por nós, ou exigência imperiosa da sociedade? Adolescentes, jovens, e adultos, tem feito coisas aberrantes para alcançar a beleza física, pois não sabem que estão tateando no escuro e o que podem acabar encontrando é somente doenças e a morte, em todo o mundo, muitas mulheres já foram vitimas da Lipoaspiração, que, quando não gera deformações, mata. É isso que queremos para nós? Vale mesmo a pena se arriscar por um modismo que pode mudar a qualquer momento? O que fizer, faça por voce, não pela força psicológica e escrava da sociedade. Pense nisso antes de tomar uma decisão.

Exorcismo, Possessões e Doenças Mentais... Seria tudo a mesma coisa?





Exorcismo, Possessões e Doenças Mentais... Seria tudo a mesma coisa?

A síndrome de Tourette ou síndrome de la Tourette, também referida como SGT ou ST, é uma desordem neurológica ou neuroquímica caracterizada por tiques, reações rápidas, movimentos repentinos (espasmos) ou vocalizações que ocorre repetidamente da mesma maneira com considerável frequência. Esses tiques motores e vocais mudam constantemente de intensidade e não existem duas pessoas no mundo que apresentem os mesmos sintomas. A maioria das pessoas afectadas é do sexo masculino. A síndrome de Tourette (ST) é uma patologia de comprometimento psicossocial que acarreta alterações significativas na vida dos seus portadores e respectivos familiares. A doença foi descrita pela primeira vez em 1825, pelo médico francês Jean Itard. Mais tarde, em 1885, Gilles de la Tourette publicou um relato de nove casos da doença, que denominou maladie des tics convulsifs avec coprolalie ("doença dos tiques convulsivos com coprolalia"). Posteriormente a doença foi renomeada "doença de Gilles de la Tourette", por Charcot, o influente diretor da Salpêtrière. Os tiques podem se manifestar em qualquer parte ou conjunto de partes do corpo (barriga, nádegas, pernas, braços etc.), mas tipicamente eles ocorrem no rosto e na cabeça - no rosto, como caretas repetidas, e na cabeça como um todo, como movimentos bruscos, repetidos, de lado a lado etc
Esta é entre muitas doenças, a que chamou mais a atenção de religiosos que a "confundiram" com possessões demoníacas, e apartir dai, muitos exorcismos foram feitos e nada adiantou, pois faltou o demonio na história. A nossa sociedade dita evoluida, ainda se arrasta (longe de engatinhar) pelas veredas incompreendidas das doenças mentais, e esta incompreensão, levou a morte, a lutas contra demonios fictícios e a toda sorte de situações misticas, pessoas que precisavam de atendimento médico especializado. Doenças mais conhecidas como: Transtorno dissociativo de personalidade (identidade) (TDP ou TDI),
Transtorno de Personalidade Limítrofe (TPL) ou Borderline, Esquizofrenia, Desregulagem Emocional
Se tornaram verdadeira festa nas mãos de espertos ou ignorantes que as transformaram em acessos demoníacos com o intúito de gerar medo ou apenas para expandir a ignorância. Pessoas com terríveis "tiques nervosos" já foram considerados como acessados por entidades malígnas e não receberam atenção devida, gerando incríveis problemas para eles, seus familiares e amigos. Muitos perderam seus empregos, ou nem ao menos o conseguiram por conta disso. No passado, uma pessoa que tivesse convulsões, poderiam estar associadas a espíritos do mal. Hoje sabemos os varios tipos de convulsões, e sabemos também que são doenças a serem tratadas e não exorcisadas, tais como: Síndrome de Lennox-Gastaut, Crises de ausência, Convulsão mioclônica, Convulsão Tônico-Clônica, Síndrome de West, todas elas são Epilepsias. Baseado nisso, pergunto até quando teremos que ver ou saber de absurdos ignorantes religiosos, ou talvez deva dizer, arrogante, que usará o doente como sua ferramenta de uso para seu show particular, ignorando as necessidades humanas? Pessoas com "tiques" não é engraçado, pessoas com convulsões, muito menos, infelizmente nossos comediantes não vêem assim, os religiosos se utilizam disso.
Estaremos ficando tão cegos e desesperados que ignoramos a lógica em função de algo que se encaixa dentro do misticismo? Talvez devamos retornar a idade média, onde se orava por uma simples dor de barriga e se impedia de fazer um chá (fartamente usado hoje) porque era bruxaria. Parece que em alguns pontos de nossa sociedade, a idade das trevas está em pleno auge. Se tem cancer, AIDS, aneurisma, ou outra doença qualquer, "não precisa de médico, reze, ore bastante que ficará curado, mas se não ficar, é porque não teve fé suficiente". Lembrem-se antes de tudo, que não estou ignorando o poder psicológico que a oração possa ter no indivíduo, mas não vou aceitar como ferramente para elucidar casos patológicos. Não podemos fazer confusão do que é científico, das doenças patológicas, doenças psicossomáticas, doenças mentais, daquilo que não se pode medir, pesar, ou tratar de maneira lógica, como entidades, demonios e fantasmas. É curioso ver que cada um tenta validar sua crença, assim como para muitos ufólogos, qualquer coisa no céu é um disco-voador, para aqueles que vivem do misticismo, até uma infecção bacteriana ou um fungo, pode ser atividade demoníaca... Temos antes de tudo, que ter cuidado, pois não se está brincando com situações virtuais, e sim, com a vida humana. Devemos saber separar as coisas, pois muitas vidas foram perdidas pela estupidez e a ignorância, isso se não for esperteza, de alguns aproveitadores que se julgam porta-vozes de Deus.
Muitas são as doenças que se parecem, ou melhor, foram transformadas em possessões demoníacas, e nunca tratadas, debilitando a pessoa até a sua morte. Talvez aqueles esquizofrênicos (com transtono bipolar, psicose maníaco-depressiva, delírios, alucinações, etc ), seja alguém cujo demonio esteja usando para nada, se assim fosse, bastaria que se fizesse exorcismos e tudo estaria bem, acabaríamos com hospitais psiquiátricos e teríamos hospitais religiosos... Mas pensemos então sobre isso, como saber se quem está vendo algo que ninguém mais vê, é esquizofrênico ou medium? Sabe como fazer? O esquizofrênico, entra numa fase diferenciada de sua mente, os pulsos eletronicos desarmonizam e abrem partes antes dormentes, e o "doente", vive em dois ou mais mundos, mas podemos dizer que todos são, de certa forma reais. O medium depende de uma série organizada e regrada de "talvez" as mesmas desarmonias que o permitem ver por alguns períodos o que o esquizofrênico vê de forma integral. Lógico, que não é tão fácil assim, o esquizofrênico pode ferir alguém ou a si mesmo, pois pode ser guiado por suas visões ou pelas vozes que ouve... Por mais estranhas que sejam, são suas vozes internas e não demoníacas. Isso funciona com dupla ou múltipla personalidade... A mente é um universo fantástico cujo não arranhamos nem a superfície. Não sei onde no meio de tanto sofrimento causado por doenças mentais, se encaixam os demonios. Sabiam que "demonio" é uma palavra que vem do grego e significa "divindade"? Curioso né?

Emilson Oak

Doenças Mentais e a Indústria Farmacêutica... Parando para pensar.



Bom, não queremos aqui ter uma visão contra ou a favor, pois sabemos que a medicação psicotròpica é necessària na CONTENÇÃO de surtos psicòticos positivos, e em alguns casos de esquizofrenias demenciais, mas realmente teria esse poder de panacèia para tudo, criando a dependência do seculo XXI, as pìlulas? Quando falamos de Ronald Laing , Thomas Szas, Foucalt, pensadores na àrea, e eles nos deixam transparecer que a esquizofrenia seria algo fabricado culturalmente, apòs o sèculo XVI, onde a figura de um shaman com suas visões estaria deslocado no tempo, e culturalmente hoje, com suas visões de alto prestigio e conceito na tribo, ROTULADOS como delirio positivo psicòtico ou esquizofrênico.  É deveras ilustrativo lembrar que no século passado na década de noventa, quando ainda estava nos bancos da faculdade de psicologia um renomado professor de psicofarmacologia colocou o segunte fato: "Caso colocassem hipotéticamente uma pilha com todos os remédios fabricados pela indústria farmacêutica para todas as doenças, o de psicofarmacos SOZINHO, alcançaria o dobro do tamanho da pilha de todas as drogas farmacêuticas para todas as demais doenças". Só esta constatação, se veridica, já daria o que pensar. Por isso deixamos  para voces pensarem e refletirem no que exporemos a seguir.

"Parece que os americanos estão em meio a uma violenta epidemia de doenças mentais. A quantidade de pessoas incapacitadas por transtornos mentais, e com direito a receber a renda de seguridade suplementar ou o seguro por incapacidade, aumentou quase duas vezes e meia entre 1987 e 2007 – de 1 em cada 184 americanos passou para 1 em 76. No que se refere às crianças, o número é ainda mais espantoso: um aumento de 35 vezes nas mesmas duas décadas. A doença mental é hoje a principal causa de incapacitação de crianças, bem à frente de deficiências físicas como a paralisia cerebral ou a síndrome de Down. Um grande estudo de adultos (selecionados aleatoriamente), patrocinado pelo Instituto Nacional de Saúde Mental, realizado entre 2001 e 2003, descobriu que um percentual assombroso de 46% se encaixava nos critérios estabelecidos pela Associação Americana de Psiquiatria, por ter tido em algum momento de suas vidas pelo menos uma doença mental, entre quatro categorias. As categorias seriam “transtornos de ansiedade”, que incluem fobias e estresse pós-traumático; “transtornos de humor”, como depressão e transtorno bipolar; “transtornos de controle dos impulsos”, que abrangem problemas de comportamento e de déficit de atenção/hiperatividade; e “transtornos causados pelo uso de substâncias”, como o abuso de álcool e drogas. A maioria dos pesquisados se encaixava em mais de um diagnóstico. O tratamento médico desses transtornos quase sempre implica o uso de drogas psicoativas, os medicamentos que afetam o estado mental. Na verdade, a maioria dos psiquiatras usa apenas remédios no tratamento e encaminha os pacientes para psicólogos ou terapeutas se acha que uma psicoterapia é igualmente necessária. A substituição da “terapia de conversa” pela das drogas como tratamento majoritário coincide com o surgimento, nas últimas quatro décadas, da teoria de que as doenças mentais são causadas por desequilíbrios químicos no cérebro, que podem ser corrigidos pelo uso de medicamentos. Essa teoria passou a ser amplamente aceita pela mídia e pelo público, bem como pelos médicos, depois que o Prozac chegou ao mercado, em 1987, e foi intensamente divulgado como um corretivo para a deficiência de serotonina no cérebro. O número de pessoas depressivas tratadas triplicou nos dez anos seguintes e, hoje, cerca de 10% dos americanos com mais de 6 anos de idade tomam antidepressivos. O aumento do uso de drogas para tratar a psicose é ainda mais impressionante. A nova geração de antipsicóticos, como o Risperdal, o Zyprexa e o Seroquel, ultrapassou os redutores do colesterol no topo da lista de remédios mais vendidos nos Estados Unidos"
                                                     A Epidemia da doença mental - Marcia Angell. - Revista Piaui ed. 59

Então, diante de tal situação, nos é fácil as seguintes perguntas: O que causou tudo isso? O que está por trás desse crescimento de doenças mentais, aliadas a "terapia farmacológica"? Estamos vivendo uma explosão de remédios que supostamente curam? A sociedade tem avançado dentro de um padrão de crescimento estabelecido quase que aleatoriamente pelos conceitos que vão surgindo ao longo dos anos, ou seja, não há um planejamento correto e sim instintivo que guia a humanidade para algum lugar. É provável que este seja um dos problemas que nosso cérebro não consegue compreender com a distinta facilidade, para que não tenhamos um surto. As pessoas encontram dificuldade de lidar com a realidade e com o passar do tempo, esta dificuldade é transferida como "herança genética", criando um alto nível de ansiedade que levam as pessoas ao medo e ao surto psicótico. Tudo está avançando mais rápido do que se consegue entender, a tecnologia, as informações, os estudos, etc., o que nos coloca numa situação curiosa... Como o cérebro não consegue interpretar toda a informação disponível a medida que esta surge, a mente se fecha para o que ocorre, mas ao mesmo tempo, ela não aceita este recurso, vindo a buscar à todo custo uma resposta às perguntas mudas, e isso cria uma situação de bloqueio, fuga da realidade, ansiedade, etc, só que num padrão fantástico que nos levam ao surto psicótico. Como se esta "loucura" que a sociedade experimenta, fosse uma anomalia causada por uma mente que não consegue interagir com o todo. Ficamos violentos, explosivos, depressivos, esquizofrênicos... Pode haver uma reação eletroquímica no processo? Sim, o cérebro trabalha exclusivamente com isso, é assim que ele interage com a realidade que criamos. Mas como explicar crianças psicóticas, esquizofrênicas, depressivas, com transtornos bipolares? Ai vem de novo a "herança genética". Se pensarmos de forma mais ampla, o que ocorrem com os jovens não é nada mais do que aquilo que damos a eles. Os remédios resolveriam este problema? Talvez. Sim, talvez, afinal, como poderíamos administrar tal certeza diante de uma situação que pode ser passageira? Antes, a terapia da conversa funcionava, a terapia da interação também, mas agora estamos no processo "estranho" da terapia farmacológica como meio de se resolver problemas dos quais só se está vendo o momento atual. Nossa sociedade cresce com velocidade maior do que a maioria consegue seguir, isso nos leva a confusão mental, já que não seguimos com a devida energia o mundo que infla. Os remédios parecem ter tomado um lugar em nossas vidas de "salvador da realidade incompreesível", e assim, encontramos mais remédios para doenças mentais do que cremes para cabelo, remédios para dores de cabeça, febres, e simples dores de barriga. Aonde estamos indo com isso tudo?
Marcia Angell na Revista Piaui, nos mostra questões interessantes que preocupam os autores de livros polêmicos que vêm de diferentes formações: Irving Kirsch que é psicólogo da Universidade de Hull, no Reino Unido; Robert Whitaker é jornalista; e Daniel Carlat é um psiquiatra que clinica num subúrbio de Boston. nos faz pensar sobre que tipo de respostas poderíamos ter. E são elas: "O que está acontecendo? A preponderância das doenças mentais sobre as físicas é de fato tão alta, e continua a crescer? Se os transtornos mentais são biologicamente determinados e não um produto de influências ambientais, é plausível supor que o seu crescimento seja real? Ou será que estamos aprendendo a diagnosticar transtornos mentais que sempre existiram? Ou, por outro lado, será que simplesmente ampliamos os critérios para definir as doenças mentais, de modo que quase todo mundo agora sofre de uma delas? E o que dizer dos medicamentos que viraram a base dos tratamentos? Eles funcionam? E, se funcionam, não deveríamos esperar que o número de doentes mentais estivesse em declínio e não em ascensão?" Essas são as questões que preocupam os autores de três livros provocativos, aqui analisados. Eles vêm de diferentes formações: Irving Kirsch é psicólogo da Universidade de Hull, no Reino Unido; Robert Whitaker é jornalista; e Daniel Carlat é um psiquiatra que clinica num subúrbio de Boston. Os autores enfatizam diferentes aspectos da epidemia de doença mental. Kirsch está preocupado em saber se os antidepressivos funcionam. Whitaker pergunta se as drogas psicoativas não criam problemas piores do que aqueles que resolvem. Carlat examina como a sua profissão se aliou à indústria farmacêutica e é manipulada por ela.
A indústria farmacêutica se tornou um dos poderes do nosso século, e não só facilita a compra de remédios, como nos manipula a comprá-los como meio de se resolver problemas psiquicos e físicos. Psiquiátras se tornam ferramentas de manipilação dessas poderosas corporações pelo mundo. Aonde ficam as terapiam cuidadosas onde os pacientes são respeitados mesmo que nem saibam o que está acontecendo? Pelo visto foram ou serão, tranformadas em terapias químicas que não resolvem problemas e sim os mascaram. Como dissemos no início, entendemos que em alguns casos os remédios são necessários, mas o que vemos atualmente é um terrível crescimento do uso farmacológico para tudo, e o crescimento acelerado das doenças mentais adquiridas de pais para filhos... Pelo uso de remédios? Pelo crescimento alucinado da sociedade em termos de cultura e tecnologia? Talvez. Saibam que drogas psicoativas são vendidas quase que, como balas em uma loja de doces. As indústrias farmacêuticas determinaram o que são doenças psiquiátricas e criam os remédios próprios para cada uma, afinal, isso nos faz pensar... Não seriam as indústrias farmacêuticas, manipuladoras, subornadoras e que tem receita de bilhões de dolares anuais um caso de saúde pública? Pensem sobre isso.

Vampiros... Vampirismo... Entendemos isso de que maneira?

 
 
Podemos começar de várias formas a falar sobre este assunto, e de qualquer uma delas, a polêmica se tornará presente, pois não há uma visão unificada sobre o que são vampiros e o vampirismo, dai, cada um irá conceituar o assunto segundo seu interesse ou sua crença. Na psicologia temos algo que possa se assemelhar com o vampiro, é uma doença que chamamos de SFC, ou seja, Síndrome da Fadiga Crômica, que tem vários sintomas, que são, dificuldade de concentração, memória fraca, dores de cabeça, dificuldade de dormir, exaustão após esforço físico e mental, fotofobia, onde a claridade principalmente a do sol, fere os olhos. Há o vampirismo emocional, aonde os vampiros procuram nas outras pessoas a energia psíquica e sexual, que alimenta seu ego de fantasias e a imaturidade. Captam a fragilidade alheia e utilizam-se do seu "dom" de falar e seduzir. São omissos, mentirosos. Eles não tem consciência de sua estrutura psíquica perturbada. São parasitas. Pode ser atencioso como se fosse um grande amigo que nada pede em troca do que faz, são extremamente amigáveis, educados. Também depressivos e auto destrutíveis, mas jamais o tentam, outros podem demonstrar uma inimizade gratuita. O certo é que existem vampiros na história do  mundo, nas religiões e na cultura popular. Mas o que são realmente longe dos conceitos religiosos e fantasiosos? É ai que entra a polêmica... Vampiros são aqueles que realmente necessitam de energia para viver, não somente a energia emocional, mas uma dose de energia psíquica, que enfraquece o vampirizado e fortalece o vampiro. Existem seres que estão entre nós, seres estes que podem ser vistos como entidades, seres da natureza, fantasmas, demônios, alienígenas, não importa a forma como os vemos, e sim o que fazem. Há casos registrados de seres que criam situações emocionais em uma pessoa ou em um ambiente, apenas para acessar a energia que provem disso. Estes seres, quando descobrem em uma pessoa uma grande quantidade de elementos emocionais, fazem de tudo para que esta pessoa esteja sempre produzindo energia, deixando-a nervosa, assustada, irritada, temerosa, alucinada, loucamente apaixonada, obsessiva, literalmente louca, até que se esvaia toda a energia que usam para a alimentação, então vem a doença no corpo já frágil e o vampiro migra para outra vítima... Mal comparando, seria como se fôssemos a um restaurante e consumíssemos toda comida que lá existe, e depois saímos e vamos a outro restaurante, assim, sucessivamente. Estes seres podem também utilizar-se de algumas pessoas mais fracas como se fossem uma espécie de roupa que podem vestir e usar a medida que lhes é interessante, é o que também chamamos de possessão. Se repararmos bem, toda possessão dita demoníaca, não tem objetivo algum, o dito demônio assume o corpo de alguém e não faz absolutamente nada além de rosnar e se contorcer, sem objetivo algum... O que é isso então? Bem, quando ocorrem estas coisas, o ambiente fica invadido de energias de medo, tensão, raiva, preocupação, etc., um prato cheio para eles que "montaram este circo", usando a crença religiosa das pessoas para aquele momento. Não se elimina, ou melhor, não se afasta estes seres com orações, já que nada significam para eles, lembrem-se de que as orações tem significado, mesmo que secreto, para as pessoas. O que acontece nas orações, é que a confiança de que tudo irá dar certo e que Deus ou anjos ajudarão, deixa as pessoas mais calmas, diminuindo a energia da qual eles se alimentam, ai então, desistem naquele momento e voltam a atacar depois. Vampiros são seres complexos, que podem ter qualquer forma que nós queiramos, os vampiros clássicos com seus olhos fundos, pele muito branca, caninos crescidos, ou podem ser seres que se escondem nas sombras, de olhar brilhante e ataques rápidos. Em alguns casos podem parecer pessoas comuns que necessitem de beber sangue, bem, neste ultimo caso, não é algo tão incomum, afinal, existem comidas típicas que tem como seu tempero o sangue de animais.
Os vampiros não são criaturas míticas ou místicas, também não são fantasias loucas de pessoas ignorantes, são seres reais que ganharam este título porque as pessoas precisam dar nomes e dar validade as suas crenças, por isso, estes seres ganharam formas como as que conhecemos. Existe meios de saber quem são os vampiros? Não a primeira vista, mas observem que eles podem ser atenciosos em excesso com uma única pessoa dentro de um grupo, é alguém que fica sexualmente "alucinado" por outra pessoa, tem ciúmes extremos sem que se saiba o motivo certo, etc. é uma forma de observar estes seres. E como pará-los? Bem, evitem ter obsessão por alguma coisa, seja mais flexível em seus pensamentos, não se deixe levar por coisas que realmente não são tão importantes... nossas mentes recebem as informações que eles nos dão, mas esta informação é limitada, então, nossa mente completa exatamente com aquilo que tememos, ou com aquilo que tanto desejamos, ai, criamos energia e eles se alimentam, isso pode ser pelo medo, violência, sexo, depressão, etc. Saibam antes de tudo, quem são vocês e o que é de vocês, o resto é plantado.
São aliens, seres da natureza, demonios, fantasmas? Pouco importa, o certo é o que voce faz para ser livre.

2012... Eis o ano interessante.




2012... Eis o ano interessante.


Temos, desde 2011, ouvido falar do provável fim do mundo, ou algo assim, para dezembro de 2012. Curioso nesta situação, é que o fim do mundo tem hora marcada... Mas por acaso lemos ou ouvimos falar de como evitar o tal fim do mundo? Não. Tudo que temos na maioria das grandes revelações, quer sejam bíblicas, oraculares ou por intermédio de profetização moderna, são a amostra de que tudo irá acabar. Bem, numa visão religiosa, pergunto porque Deus, nos teria feito para meramente se "encher" e destruir tudo? Alguma pessoas dirão que cometemos muitas atrocidades e erros imperdoáveis, daí, merecemos o extermínio, mas pergunto outra vez, não deveria Deus, saber o que faríamos antes mesmo de fazermos? Então isso me leva a crer que a situação não é religiosa, fantasiosa talvez, mas religiosa não. Buscamos então os oráculos e profetas modernos... Diriam eles que em determinada data, tudo ou quase tudo irá acabar com o aumento do nível do mar, que reduzirá muito as terras habitáveis no planeta, mas não ficará somente a cargo do mar fazer o serviço sujo, haverá terremotos, tsunamis, vulcões e doenças, a fina flor da destruição, me incomoda no entanto, que algo tão grandioso assim, é revelado a essas pessoas, tais como Edgar Caice, Madame Blavatsky, os Maias, etc., e inacreditavelmente não é revelado a nenhum deles, como resolver ou impedir tal destruição. Isso me levou a outro raciocínio; será que houve mesmo uma revelação, ou há outra coisa? Que coisa seria esta? Se observarmos o apetite humano pela destruição, pela auto-destruição, o que podemos observar com as guerras, a criação de armas de aniquilação, armas biológicas, entre outras, podemos ver isso nos filmes onde somos atacados por alienígenas assassinos, sofremos com meteoros que vem em direção a Terra, com pragas que fogem ao controle e aniquilam cidades, com zumbis, com máquinas que vem do futuro, etc., isso para mim, parece uma questão mais psicológica do que mistica ou mítica. Há dentro do ser humano uma batalha entre duas mentes que crêem muito naquilo que existem nelas, uma fala da morte pelo desconhecido, outra fala de como esta morte virá. A necessidade do ser humano pelo pensamento da auto-destruição é incrível e parece atraí-lo muito. Ou isso é uma tentativa de entender sua própria força ou fraqueza, ou de entender o que ocorrerá depois da morte, um dos maiores mistérios humanos, e também o que lhe causa mais medo. Se observarmos por este ângulo, não é o mero desejo da destruição, mas sim o medo de morrer e o que virá depois, o resto, ou seja, a forma que o ser humano cria para entender esta situação, é meramente fantasiosa. Para alguns, uma vez que se morre, tudo acaba, pensam assim porque não há evidências de que exista algo mais depois que deixamos o corpo, para outros, não acreditam que possa haver uma outra forma de vida porque a Bíblia não explica assim, mas há também aqueles que falam sobre outros locais onde se vive em paz com seus familiares e amigos, ou mesmo em um total descanso depois de uma vida cansativa... Independente do que seja, ainda é apenas a forma particular de cada um entender o que realmente não pode explicar. Saibam que não estou invalidando qualquer possibilidade de que eventos naturais estejam para acontecer e causar verdadeiros transtornos a vida humana de forma geral, mas sim, do que o ser humano tem medo, e portanto cria suas fantasias na tentativa de explicar o que irá lhe acontecer quando morrer. Porque mesmo aqueles religiosos com suas respostas pré-fabricadas, não podem atestar o que irá acontecer depois. Por milhares de anos, ou talvez, desde o nascimento da consciência humana, a morte chama atenção, quer seja pelo medo ou pela necessidade ancestral que os guerreiros fantasiavam de que uma vez mortos em batalha, encontrariam-se em um campo de guerras eternas (visão nórdica), o que era também uma forma de amenizar o medo pela possibilidade de encontrar algo de que "supostamente" gostavam.
Parar diante de tantos problemas que temos no mundo, para pensar que em dezembro de 2012 o fim estará próximo, é fugir das responsabilidades que temos. Se olharmos friamente, no exato momento em que nascemos, estamos perto do fim, isso evidentemente nos incomoda, mas é a verdade e não temos como fugir dela. Nascemos, crescemos, nos reproduzimos (necessidade de manutenção da espécie), envelhecemos (início real do terror) e morremos, passamos por fases, criamos fantasias de uma vida melhor, desejamos tanta coisa, lutamos pelo que cremos ou desejamos, trabalhamos, estudamos e no fim, desaparecemos sem saber para onde vamos e porque.  2012 pode ser o fim de algo? Sim. 2012 pode ser a grande transformação do mundo sob o aspecto da quantidade de seres que estão no planeta? É possível, entretanto pergunto agora; quem é o responsável por isso? Se alguém disser que é Deus, perguntarei se Ele não sabia que isso iria acontecer? Se não sabia, Ele é tão Deus quanto eu, porque também não sei nada. Mas se Ele decidiu fazer isso, não teria sido mais fácil não permitir que nos reproduzíssemos? Mas vamos considerar que sejam efeitos naturais comuns ao planeta Terra, coisa que de tempos em tempos ocorram, desta forma, temos então duas questões para pensar... Porque alguns tiveram acesso aos acontecimentos se não podem fazer nada para impedí-lo? A outra questão é mais que curiosa, se algumas pessoas tiveram acesso a estas informações, não será porque elas são cíclicas e já estão guardadas como herança genética em nós, e por motivos desconhecidos estas pessoas tiveram a possibilidade de acessar estes arquivos e crer que eram visualizações misticas de um futuro tenebroso, onde nenhum ser divino virá para ajudar a ninguém.
Seja o que for, é mais provável que o medo humano do desconhecido (morte) o leve a fantasiar o fim de tudo, mas não o de encontrar soluções, porque a solução, evita o desconhecido, e evitar não é entender o que nos aflige, é fugir. Em qualquer época dos anos passados e vindouros, tsunamis, vulcões, guerras, doenças, violência, terremotos e até mesmo a possibilidade de queda de meteoros que possam nos causar problemas sérios, pode mesmo acontecer... Sem dia ou hora marcada, apenas acontece porque somos incapazes de evitar o caos que nós mesmo causamos, menos é claro, os que se refere a natureza. Temos que rever nossos conceitos e nossos medos, ou viveremos as custas do medo e da fantasia pelo resto de nossas existências... É assim que voce quer viver, pelo medo? Ignorância? Fantasia? Incapacitado de fazer alguma coisa para mudar a história de nosso mundo e de nossa raça humana? Viveremos por nada, estúpidos, nos arrastando seculos após séculos cheios de misticismos e profetizações vazias? Que venha dezembro de 2012, que venha 2013, 2014, 2015 e assim por diante. Temos que crescer, sairmos da infância e nos tornarmos adultos em todos os sentidos. Sem religiões absurdas, sem misticismos vazios, sem fantasias patéticas. Pensem sobre isso. 

Reflexão



Quando decidimos que viver é uma maravilha, que não há benção maior, que de todos os atos aleatórios do universo, este é o mais incrível, que somos (por definição religiosa) a imagem e semelhança de Deus, que somos a maneira do Cosmo entender a si mesmo, etc., pergunto porque ignoramos tanto as pessoas? Queremos buscar se há vida extraterrestre, queremos aber se há vida após a morte, queremos saber se existem intraterrenos, fadas, gnomos, silfos, chupacabras (definição latina), entre outros ditos mistérios, mas não nos importmos se há alguém passando fome neste momento. Eu sei que podemos lamentar quando vemos pela televisão, povos africanos em situações de miséria, ou melhor, abaixo da linha da miséria. Povos em guerra, sem conhecer o significado da paz, a fome, a doença... Mas quando mudamos de canal, tudo aquilo que vimos, desaparece como se nada tivesse ocorrido. Não nos importamos a menos que aconteça conosco ou com aqueles que amamos. O problema da maioria dos seres humanos é que olham somente para aquilo que está dentro do seu perímetro de conhecimento e segurança, além disso, é problema dos outros. Quando foi que aprendemos a pensar assim? É verdade que existem grupos e pessoas engajados em ajuda humanitária, arriscando a própria vida em ambientes hostis para salvar pessoas que não conhecem, mas duas coisas ocorrem nestes grupos... Uma é, que fazem, porque sabem que não está descartado a possibilidade de que ocorram com elas também, e desta forma sentem como se distanciasse do perigo provável. Outra é que estas pouquíssimas pessoas, se comparado a quantidade de seres no mundo (7 bilhões) são menos que nada, entendem exatamente o que é o sofrimento alheio mesmo sem ter que vivencia-lo. Em sete bilhões de seres, quantos estão dispostos a ajudar sem se beneficiar com isso? dez mil? mil? cem pessoas? Queremos e desejamos a paz na Terra, queremos que a política seja mais inteligente e não produtora do "conflito total", queremos que novas doenças não sejam produzidas - parece estranhao dizer que são produzidas não é? Mas vamos ver quantas doenças surgiram supostamente do nada, AIDS, Hantavirus, Ebola, o CANCER que ultimamente tem crescido de forma alarmante, problemas genéticos, Gripe Asiática, Gripe das Aves, entre outras... De onde vieram? Dos meteoritos que cem na Terra? Dos alienígenas que as trouxeram com eles? Do desmatamento das florestas? Ou da justificativa mais comum, da poluição? - Eu sei que queremos que tudo acabe, e a coisa ficou de tal forma, que as "mentes pensantes" (patético) do mundo, dizem que isto acontecer é uma utopia. Pode ser mesmo atualmente.
Se pensarmos no homem das cavernas, com sua vida simples dentro de um contexto de sociedade, não conseguimos compreender como chegamos a este momento de destruição moral, política, social, sexual e cultural que chegamos. N´´os nos imbecilizamos, ou alguém ou algum grupo nos imbecilizou? Não falo de nenhuma conspiração iluminati ou de alguma ordem secreta, falo daqueles que lucram dirigindo a burrice dos outros. Nos tornamos burros porque entramos num sistema de labirinto tal, que já não sabemos como sair dele, e na maioria das vezes, alguns nem querem mais. Talvez voce pergunte o porque, e usando um termo da psicologia, eu diria que não querem deixar seu lugar de conforto e segurança, já que fora do labirinto tudo é estranho. Temos que parar de lamentar a sorte dos outros e ignorá-la depois, pois cada vez que fazemos isso, nada a mais que poderia ser feito, realmente é. Falamos mal de judeus, de muçulmanos, de católicos de evangélicos, criticamos a política dos EUA, da Russia, da China, do Oriente Médio, das pessoas ricas, dos grandes astros do futebol, dos lideres da América Latina... Mas só reclamamos, não fazemos nada. Não precisamos de nenhuma revolução política no mundo, já que muitas aconteceram e nada trouxe de crescimento... Não falo de nenhuma luta armada, pois no mundo é o que mais acontece. Falo de uma consciência coletiva, uma vontade humana de querer e fazer com que as coisas mudem.
Acham que aqueles que estão no carnaval no Rio de Janeiro, ou andando de Gôndola na Itália, ou jogando golfe na Escócia estão preocupados com a quantidade absurda de guerras que existem no mundo? NÃO. Acha que se preocupam com aquelas crianças ossudas e cheias de moscas que morrem lentamente de fome na Africa? NÃO. Então pergunto a todos voces: Será que precisamos sofrer para entender o sofrimento que de certa forma temos responsabilidade dos outros? Será que precisamos sentir fome para entender o que crianças sem esperança alguma sentem e jogamos toneladas de comida no lixo diariamente? O que aconteceu conosco? Um povo tão religioso que fala de Deus, de santos, de anjos, de profetas, de seres ascendidos e não fazemos nada, porque preferimos deixar para que outros façam, e não fazem. Que futuro estamos realmente preparando para aqueles que virão depoios de nós? Um futuro negro digno dos filmes de ficção pós guerra? Um futuro que demonstra o nosso fracasso? Pensem nisso, pois cabe a cada um de nós esta responsabilidade.

EQM e COMA, uma visão diferenciada



Nesses momentos de fim de ano e reinício de outro, muitas vezes nos perguntamos "o que é vida?" ou "consciencia?". Quando fechamos os olhos, desmaiamos ou estamos em estado de coma, deixamos de perceber o tempo, os sentidos, mas, tudo ao nosso redor por acaso pára? Quando nossa super máquina de percepção, o cérebro, entra em repouso ou se danifica, deixamos de perceber uma faceta da realidde, mas, e o resto?
O cérebro, essa super máquina processadora de neurotransmissores, que processa reaçoes neuroquímicas há velocidades avassalaladoras,  só para manter nossa ¨consciência inteirada, e atualizada das três dimensões e do tempo da realidade (uma pequena fração), mas se fôssemos só reações bioquímicas neuronais, não seriamos tão diferentes das criações ficcionais do futuro ( digo por enquanto) de andróides, robos conscientes e, replicadores que sempre invejariam algo mais, que eles não têm e, que pode não diferenciar a grosso modo entre nós e eles,  já que somos ambos seres viventes, mas nos premia como  forma evolutiva, pois um andróide jamais evoluiria na escala evolutiva dos seres vivos, reencarnando em várias versões pedagógicas de existência. Já no caso ele (o andróide), seria intrinsecamente ele mesmo sempre. Digo que essa forma evolutiva seria algo assim como a alma. Alma? que papo é esse? Cientistas materialistas ja discorreram longos tratados de que a alma não existe, e que a vida é a representação da matéria e nada mais.... Conseguiram provar o teor do seu sonho maravilhoso, mesmo faltando explicações lógicas que revelassem com exatidão o que provavam, então não falemos mais deles por hora, e nem sobre a sua limitada visão de existencia. Excluindo qualquer idéia que nos jogue em uma via de mão única, vejam que não é nada religioso, e talvez alguns mais exaltados venham dizer que não é científico (compreendam que nem tudo pode ser provado pela matemática, ou reproduzido em laboratório) e é justamente sobre essa alma, ou algo mais que ainda não entendemos,  qiue iremos discorrer agora. O que acontece numa EQM ou em um COMA? Com esse algo mais, essa essência que carregamos.

A mente cognitiva perde o contato com o que chamamos de realidade, por qualquer motivo que seja... Um acidente, um trauma psicológico, um evento interno em nosso organismo... Qualquer coisa. O que ocorre com a nossa mente neste caso? Poderíamos considerar que a mente nesta hora entra primeiro em um estado de confusão, pois ela perdeu o contato com aquilo que considera real e seu, ou seja, o mundo em que vivemos e as coisas que conhecemos. Durante um período de "tempo" (lembre-se de que o tempo não existe para a mente, de forma que um minuto ou um ano são as mesmas coisas), a confusão leva a mente a buscar o seu "porto seguro", e este é o Mundo Mental. Lá, voce guarda tudo que te pertence, isso é, o que gosta, o que odeia, o que ama, o que teme, cada som ouvido, cada coisa que não fez, suas frustrações, seus desejos mais íntimos, etc., uma vez que está no mundo mental, a mente tenta compreender as coisas que estão ligadas aos eventos ou ao evento que a levaram ao Coma, ou a visualização do chamado EQM. As ações que levam a pessoa a aquela situação, é avaliada de várias formas, a racional e a emocional, já que a pessoa não está morta, o cérebro continua a produzir enzimas que levem ao emocional. As situações são resolvidas internamente, até que a decisão seja a de desistir ou a de continuar. O que diferencia o EQM do Coma, é que, a Experiência de Quase Morte, dificilmente leva a morte, e depois, exta experiência é mais controversa de todas, pois cada um que a explicar, dirá que determinado efeito a produziu, entretanto aquele que vivencia este experimento, tem uma visão não só de ocorrências reais do que está havendo em um determinado local, como também daquilo que nos é impossível observar com nossa consciencia limitada. O Coma coloca-nos num universo mais afastado e sem visualizações externas, mas sim internas. O que faz com que uma e outra se pareçam, é que ambas podem ser guiadas por questões emocionais e por eventos dos quais tenham conhecimento, como a voz de alguém que se ama, algo de muita importância que ficou para trás, etc., independente do que sirva para segurar-nos para não morrermos, ambas as experiências estão ligadas diretamente a nossa mente e ao Mundo Mental. Tudo o que sabemos, tudo o que vamos saber, tudo o que supostamente já soubemos, assim como nossas vidas passadas, e todo o aprendizado existente no mundo, está em nosso subconsciente e este, ligado diretamente ao nosso Mundo Mental. A ciência oficial define como verdade tudo aquilo que pode ser pesado, avaliado, cheirado, tocado e reproduzido, mas esquecem-se de que muito do que existe hoje, já foi considerado absurdo e impossível antes, o que significa que não haviam anteriormente, elementos e meios lógicos que facilitassem o entendimento de determinado evento. Observem aqui no Brasil, a Acumpuntura já foi considerada como mágica, elementos da Nova Era, tratamento "alternativo sem efeito", etc., hoje, é considerado como termo médico e não pode ser feito por "qualquer um", então pergunto, em que momonto a "fantasia" virou neste caso, "realidade"? Assim o é para tudo, o Mundo Mental, é o nosso grande arquivo pessoal, nossa grande biblioteca, que ao morrermos (sairmos deste padrão de realidade) verificamos tudo o que guardamos lá e assim seguimos em frente com as informações obtidas, uma forma de evolução, e parte destas informações é depois unida ao subconsciente, o nosso universo pessoal, que está ligado ao universo do todo. Não há de forma alguma religiosidade nisso, há ciência e somos por natureza, cientistas, tendo o mundo como um imenso laboratório. A EQMs são nada mais do que a liberdade de nossa mente, em um dado momento em que não precisa dar "total" atenção ao nosso corpo, concentrando em si mesma, a energia que é distribuida. O Coma é algo mais profundo, mas com o mesmo propósito, é a mente auto analisando-se, por isso, muitos que voltam destas experiências parecem diferentes, mais concentrados, mais "religiosos" (já que visulizam o que acreditam ser o céu ou algo divino e não sua própria mente), alguns falam linguas das quais nunca aprenderam, etc. Somos mais do que supomos, mas não aceitamos isso, porque nunca fomos ensinados a pensar ou entender assim, aprendemos a vida toda, de que somos frágeis, inconsequentes e necessitados de algo superior, algo divino, algo que dê sentido a nossa atual incapacidade de entender o que fazemos aqui, e porque estamos vivos. 2012 é apenas o número seguinde de 2011 e anterior a 2013, mas pensem bem, porque em todas as profecias há sempre destruição, morte, sofrimento? Porque o homem delegou a sua responsabilidade a algo divino que acabaram de certa forma descobrindo que não virá para nos salvar, porque não existem, daí, o medo o leva para o sentimento de abandono e de morte. Temos que mudar isso, pois a Terra (planeta) é um ser vivo e daí, assim como nós, tem seus problemas, assim haverá sempre terremotos, furãcões, tsunamis, doenças, etc. Vamos mudar isso, só depende de nós, e não de "divindades". Pensem nisso!

Nossas ações são observadas nesta época?


Observando atentamente, com olhar psicológico, vemos algo muito curioso nesta data que corresponde ao período de Natal e Ano Novo... Nesta época, todas as pessoas parecem reagir de forma interessante. Estão mais sucetíveis a "bondade", falam mais de "amor", alguns chegam a esquecer, mesmo que por tempo limitado, suas diferenças. Outros no entanto, entram num sistema de depressão e tristeza profunda, estas ligadas a perdas de entes queridos, ou relacionamentos mau resolvidos, mas qual a comparação deste momento com os demais meses do ano? Nesta época, há uma atmosfera curiosa, uma espécie de "magia" no ar. Que magia é essa? Será que fantasiamos este momento como o de uma salvação pessoal? Se for assim, porque buscamos tanto redenção, somente nesta época do ano e não no ano todo? è comum e correto pensarmos que há questões religiosas que influenciaram as questões psicológicas, e estas nos regem e direcionam a uma situação de "mea culpa" quando estamos para mudar de ciclo.
Fazemos escolhas controversas, tomamos decisões duvidosas e agimos na maioria das vezes, de maneira grosseira, sempre exigindo o que não somos capazes de fazer, e obrigando ao outros, a fazer o que jamais faríamos. Somos complicados e não fazemos o menor esforço para mudar, mas quando chega nesta época, nos sentimos diferentes, uma diferença psicológica, como se a mera mudança de nossos atos neste curtíssimo momento, pudesse desfazer o que fizemos de errado, uma forma de redenção. Religiosos seguem doutrinas que os impelem a determinados rituais que podem ou não, segundo o entendimento de cada um, a busca de salvação, o que os daria no Ano Novo, a oportunidade de "zerar" seus "pecados", isso é até compreensível, mas o que dizer daqueles que são religiosos de ocasião e os que não se importam com isso e ao chegar nesta época mudam suas atitudes? O que há de ancestral nestes atos? Será que todos agimos assim, porque durante os anos foi impresso em nosso DNA, esta forma de agir? Usamos a nossa herança genética, nos dada por ancestrais distantes como uma atitude programada da qual não temos noção exata? O que significa esta nossa maneira de agir e nossos atos de reconciliação, que parece durar no mínimo até dia 26 de dezembro e no máximo até dia 2 de janeiro? Seria esta época, realmente mágica e capaz de mexer com pessoas mais sensíveis, a ponto de mudá-la e torná-la amável e mais educada? Talvez.
Sendo ou não uma questão de herança genética, religiosidade, psicologia, ou mera reação coletiva, o fato é que ocorre, e ao menos neste momento, tudo parece atingir algum significado lógico, que nos afasta mesmo que por um curtíssimo período do caos. Não queremos e sabemos disso, viver dentro de um sistema caótico do qual não temos controle, isso é ruim, pois não gostamos, isso é natureza humana, de não ter controle das coisas... Um paradoxo é claro, se todos tem controle de algo, criamos caos, se ninguém tem controle de nada, criamos caos, assim abrimos portas para que o controle passe a alguém... A mídia, as igrejas, aos políticos... Pouco importa, o certo é que acontece. Não teremos meios comuns para determinar o que nos move a certas atitudes, mas podemos, cada um de nós, tentar entender o porque assumimos certas posturas em determinadas épocas do ano.
A observação de nós mesmos, é uma forma de auto conhecimento, algo que precisamos, principalmente porque estamos tão acostumados a julgar os outros e esquecermos de nós mesmos. A atenção a nossa vida, faz-se necessário, para que não venhamos a praticar erros, pelo menos os mesmos que nossos ancestrias praticaram, e podermos dentro de um contexto de "verdade", tentar mudar o futuro. Sermos o que somos durante todo o ano, seria por si só, um ato de realidade, e não esperarmos psicologicamente que o Natal chegue e assim o Ano Novo, para parecermos "perfeitos", "mudados" e em busca de "salvação". Agora, parece também fazer sentido a filosófica frase: "conhece-te a ti mesmo". Pensem sobre isso!

Estado de Coma


Coma!!
Para onde todas as pessoas caminham? Qual é o destino final, isto, se existir final? Quando olhamos um ente querido ou um estranho em coma, em condições mínimas de atividade cerebral e neurológica, muitas vezes nos passa o pensamento de que "já é uma casca vazia", pois não há mas atividade perceptível. Mas até então, estamos falando  do corpo, a materia, mas é a energia, aquela parte que já comentamos antes, intocavel e intangivel... Que iremos divagar um pouco. Agora parece tudo fantasioso e até maravilhoso. Mas quando nos damos conta dos mecanismos que o corpo e a mente executam apenas para ler essa curiosa pagina virtual, vemos o quão incrível é tudo isso. .Geralmente não percebemos nada, pois estamos ligados a uma infinidade de coisas que estão ao nosso redor nos desviando daquilo que deveríamos conhecer. Pois bem vamos a estes mecanismos então:

"Coma (ou comatose) é o estado no qual uma pessoa perde completa ou parcialmente a consciência, não tem reações nervosas, ou reage pouco ou nada a estímulos externos. O estado de coma é classificado internacionalmente por uma escala, conhecida como Escala de Coma de Glasgow, onde o coma mais profundo equivale a Glasgow 3, e o indivíduo orientado e que responde adequadamente a comandos verbais, dolorosos e luminosos (exame pupilar) é classificado como Glasgow 15."

A ciência busca respostas para tudo o que nos ocorre, vida após a morte, bilocação, telepatia, auto cura, etc. Algumas dessas questões ultrapassam aquilo que se pode testar num laboratório e passa para o misticismo, e assim segue, criando uma carapaça intocável e ficando cada vez mais longe do real conhecimento, mas independente de quem esteja estudando e da forma como se estuda, nós temos as respostas... Não aquelas fabricadas que correspondem ao nosso interesse, ligado a uma facção, seja ela científica ou mistica, mas a verdadeira, a universal. Nestas questões estão incluidos a Telemetria, Ufologia, Parapsicologia, Psicografia, Empatia, Clarividência, etc. 
Dentre tantas experiências que estão se equilibrando a espera de saber qual lado as deve estudar, há o EQM (Experiência de Quase Morte), com explicações das mais variadas formas e conceito, mas o que nos chma mais a atenção e o que nos "fere" mais, é o Estado de Coma. Afinal, o que será que acontece com a mente de quem está nesta situação? Bem, alguns médicos poderiam explicar que não há mais nada, já que a mente está num estado de "desligamento" da realidade, outros dirão que a pessoa vive numa espécie de sonho que não acaba... Existe também a explicação cristã, espírita e filosófica sobre isso. Mas se for diferente? E se não for um sonho? A mente tem recursos que a ciência ainda não descobriu e por isso não catalogou ou mesmo explicou. A vida que temos nos faz tomar decisões a cada segundo, algumas decisões são tão banais, que não nos damos conta delas, tais como tomar banho, escovar os dentes, pentear os cabelos, ligar o carro, comer, são atividades mecânicas que não nos importamos, não paramos para pensar nelas, e existem aquelas que mexem diretamente com nossa vida e com a de outras pessoas, é o que faz um médico, um policial, um bombeiro, um enfermeiro, um psicólogo, etc., e em nossa vida, vamos armazenando cada uma dessas informações em nosso "quarto de bagunças", o Mundo Mental.
Quando algo nos ocorre, e entramos em estado de Coma, por conta de um processo traumático ou induzido, vamos para este mundo mental e lá, encontramos tudo aquilo que guardamos... Pessoas, lugares, sons, desejos, medos, hesitações, momentos felizes, e muito mais. Uma vez que a pessoa está viva, ela em algumas ocasiões, tem contato com o mundo "externo", ou seja, de certa forma tem consciência do mundo externo (mas não está consciente) o que não seria errado uma pessoa conversar ou ler para aquele que se encontra neste estado... O que pode acontecer é que este procedimento pode servir de guia, ou de objeto de tomada de decisão para sair do Coma e "acordar". Como as pessoas tem acesso ao mundo mental, algumas poderão vir "diferentes", porque uma vez que estiveram lá, puderam desta vez, compreender e também aprender sobre aquilo que meramente armazenaram sem dar muita atenção, isso pode fazer com que o indivíduo retorne mais sóbrio, mais temeroso, mais tranquilo, mais espiritualizado, mais religioso, mais agressivo, ou seja, aquilo que viu, ouviu, ponderou, analisou e aprendeu no mundo mental, pode fazer a dirferença ao "acordar".
Mas como acontece isso? Bem, a mente o leva justamente para aquilo que foi armazenado e que chamou mais a atenção, ou seja, aquilo que foi mais importante, é o que serve de parâmetro para a busca do entendimento. Nós estamos o tempo todo, (na maioria de forma subconsciente), buscando respostas para tudo que nos ocorre, para o que há ao nosso redor e até mesmo o que vemos acontecer aos outros, e são estas perguntas que nos guiam nesta hora complicada. 
Nós vivemos de perguntas e respostas, e no nosso caso, uma não pode viver sem a outra. O momento difícil do Coma pode nos levar a busca dessas respostas, mas assim como nos leva a uma incrível "biblioteca" de informações, também nos faz ficar perdidos nela. Se não houver algo que nos "ligue" no nosso mundo dito "real", podemos ficar neste lugar que pode ser, maravilhoso ou um pesadelo, para sempre. Aquilo que lá guardamos, dependendo do que estávamos buscando, pode variar do paraiso ao inferno. A conversa, a busca de estímulos físicos (fisioterapia,carinho), a música, são de extrema importância para aquele que está vivenciando tal experiência, pois a pessoa está literalmente viajando em sua própria mente, está em contato com o que há de maior dentro de si, está em seu universo interior, e saindo de lá, pode nunca mais ser a mesma pessoa. 
Quando dormimos ou quando tomamos algum remédio forte o bastante para nos "derrubar", ou anestesia geral durante uma operação, podemos experimentar algo parecido, porém, infinitamente inferior, com o estado de Coma, pois nestes casos, caminhamos pela periferia da mente e não no seu interior. Pergunte-se então: O que há em seu mundo mental? O que voce guarda lá de tão fantástico e de tão horrível? Quais são suas perguntas que exigem respostas para que suas escolhas, suas decisões continuem?

A mente humana é um universo do qual não temos idéia de onde se inicia e onde termina. É também palco de um terrível pesadelo, cujas proporções não podem ser medidas. E de um paraíso profundo e maravilhoso, que escapa das leis da física, do tempo, das questões religiosas, políticas, culturais. Vive em si e para si. Nós, somos apenas meras ferramentas de experimentação.

Somos livres para entender a VIDA e a MORTE?


Qualquer semelhança sobre o texto abaixo, que venham de encontro, ou que vá contra qualquer conceito religioso, é mera coincidência. Considerem o pressuposto de Lavoisier, de que nada se perde e tudo se transforma no Universo. Entendendo que somos seres dotados de energia consciente, essa energia jamais vai se perder, logo, ela é eterna. Imaginemos em parâmetros encarnatórios, que VOCE leitor, já exista a mais de 10000 anos, entre mortes e reencarnações, o que a experiência dita neste esquema, permite que o faça compreender o futuro? Os próximos 10000 anos? E lá na frente, quando o nosso Sol, se avermelhar e começar a consumir o que ainda resta de si mesmo, e se apagar, o que será de nossa energia? De nossa essência? Em termos religiosos, isso não tem parâmetros ou dogmas lógicos, mas se considerarmos que tudo é evolução, e que o Universo é regido por leis simples e que o conhecimento humano é parcial e que não acompanha as premissas de equilíbrio Cósmico, e de aprendizado evolutivo, com tudo o que a existência pode oferecer como experiência, o que temos é uma mera fração de compreensão do que existe ao nosso redor, e do que nos foi dado durante eras de vivência. Mas vamos tentar entender sem os grilhões do medo, da falsa noção de certo e errado, sem as algemas religiosas que servem para causar mais confusão do que entendimento, o que pode ocorrer caso uma pessoa seja morta, caso se suicide, caso morra sem saber... Quais regras Cósmicas estão aplicadas estas noções de envolvimento entre mente-espírito? Vamos ver...

Ignorando os caminhos que muitas religiões tomaram com relação a este assunto que, AINDA é um tabu, queremos mostrar através de muitas experiências colhidas com pessoas de culturas diferentes, crenças religiosas, condição financeira, raça e sexo, o que é provável e possível de ocorrer com algumas das muitas situações experienciadas e permitidas pelo Cosmo.
O que ocorre com os suicidas? Segundo pesquisas e trabalhos colhidos através de hipnose e entre pessoas com DONS especiais, os que determinam o fim da própria vida, ficam presos em seu mundo mental, como se cada movimento que fizesse, fosse sempre o primeiro movimento a ser feito... Em outras palavras, a pessoa fica presa em algum lugar dentro de seu mundo mental, que lhe é importante, ou porque algo terrível aconteceu ali, ou porque tem medo ou apenas se sente mal. Este lugar se torna a sua prisão, aquilo que o inibe de continuar, e para compreendermos melhor esta situação, imaginemos que a pessoa esteja se vendo no corredor de um andar qualquer em um hotel sem janels ou portas. Cada vez que a pessoa (energia dentro do mundo mental) virar a esquina do corredor, para ela, será como se estivesse sempre fazendo aquilo pela primeira vez, como numa ilusão sem saida. Entretanto, como a energia não sabe o que está acontecendo e nem ao menos imagina que já desencarnou, continua sua trajetória para lugar algum por um longo período, como se fosse uma penitência "auto-imposta" e quando por ventura sair dali, retorna ao ponto anterior (como se retornasse ao início, uma regressão), para que passe pela experiência outra vez ( idêntico ao repetir de ano numa escola), e com isso leva mais tempo na escala evolutiva.
Aquele que é assassinado por qualquer motivo, tem também seu período de desconforto, afinal, foi um momento traumático que experimentou e precisa antes de tudo compreender o que deve fazer e o que deve aprender do evento. Alguns podem ficar também durante muito tempo dentro de seu mundo mental,  evoluirá é lógico, mas passará por algo parecido na próxima experiência de vida, assumindo outros personagens para entender o que aconteceu e não gerar uma reação cíclica que o deixará preso sempre vivenciando a mesma coisa.
Os que morrem "sem saber", ou seja, aqueles que são pegos de surpresa, estes tem uma reação curiosa, pois mantém em sua mente (não no mundo mental), mas no nosso, a imagem daquilo que conhecia no momento da morte. Uma pessoa que vivencia tal evento, pode continuar dentro de um ambiente (casa, apartamento, garagem, praça, igreja, etc) vendo a imagem que conheceu, as mesmas pessoas, ouvindo as vozes que ouviu, sentindo o vento, tudo exatamente acontecido no momento da morte, mesmo que, nada disso esteja acontecendo mais. Uma pessoa que morre em casa por exemplo, de forma rapida e sem saber o que aconteceu, pode ver a imagem do cômodo em que faleceu, da mesma maneira que conheceu, mesmo que tudo dentro deste cômodo possa estar diferente agora. Mas ao contrário daqueles que foram assassinados e dos que se suicidaram, estes vão aos poucos, através de pequenos fragmentos de informações, montando um mosáico que o acaba libertando, e o fazendo então compreender que já morreu... É eu sei, é tudo muito louco e vai em sentido contrário a muitas filosofias e conhecimentos doutrinários religiosos... Fazer o que?
O que é o MUNDO MENTAL? É o lugar onde armazenamos tudo que vemos, ouviomos, pensamos, falamos, desejamos, nossas hesitações, nossos medos, nossas fraquezas, nossos atos heróicos, quem amamos, quem odiamos, nossa infância, o primeiro amor, etc... Quando morremos, vamos para lá, e neste local mental, resolvemos e arrumamos tudo que nos pertence, e ali definimos nossa próxima experiência.
O contato entre os vivos e os mortos, se dá de várias formas. Quando morremos, não estamos mais presos aos conceitos emocionais e as leis da matéria, não há mais o limite que o nosso cérebro cria e não deixa a mente ser o que é, então, a energia, que chamamos de espírito, consegue fazer coisas que não entendemos e tememos, mas na verdade, apenas agem da forma natural e não há nada de "fantástico" nisso. Porque nos acostumamos com o limite e através dele fazemos o nosso mundo, nossas leis e nossas crenças. O tempo não existe e o "espírito" (energia), sabe disso, pois sem o LIMITE, o conhecimento do que é REAL, o permite agir da maneira que deseja. Alguns ficam ainda um pouco desorientados porque estão presos a noção emocional que tinham quando estavam vivos, tais como, a raiva,  o amor, o sentimento de auxilio, vingança, etc. Mas com o tempo (não o nosso, pois pode durar muito mas o dele), ele consegue se libertar e "vivenciar" o natural de sua atual natureza. NÃO EXISTE O SOBRENATURAL, pois no Universo tudo é natural, comum, o que ocorre é que não entendemos certos eventos e os colocamos como algo baseado em situações religiosas, divinas e místicas. o problema é que podemos até mesmo nos acostumar com os eventos "estranhos", mas não quer dizer que o entendamos. Temos que nos livrar do misticismo patético que criamos em tudo o que não compreendemos, temos que nos livrar de tornar tudo em algo mítico, como um tabu... Temos que aprender a vivenciar tudo sem o medo ancestral que herdamos de tempos imemoriais de nossos antepassados que viam tudo com terror pela falta de compreensão. Nós criamos as religiões para entender tudo isso, ou pelo menos para associa-la a alguma coisa. Mas a religião criou os grilhões doutrinários que nos impedem de ver a verdade, senão a verdade que ela (a religião) determina que é. Nossa mente tem que ser livre, livre de preconceitos do desconhecido, livre de censura mental, livre do medo de raciocinar, de questionar, de analisar e de buscar uma resposta para tudo que há ao nosso redor. Temos que ser LIVRES DE VERDADE.

Aliens, estamos prontos?


Há uma coisa curiosa quando se fala de alienígenas, é vê-los sem o romantismo que muitos tentam passar. Bem, é claro, primeiro teríamos que conhecê-los para depois falarmos com propriedade. Há entretanto, um problema básico com isso. Imaginem um planeta onde o ser humano é capaz de se sentir inimigo de outro porque sua pele tem outra cor, porque é de outra religião, porque tem outro tipo de cultura, de língua, etc., como se pode prever que agirá o ser humano, diante de seres não humanos, com outras características físicas, cor, cultura e objetivos? Sabem o que faríamos? Buscaríamos destruí-los, ficaríamos apavorados, tentaríamos obter sua tecnologia, teríamos desconfiança, os enganaríamos, procuraríamos barganhar ajuda para vencer outra nação, ou na pior das hípóteses, nos fingiríamos de amigos para tentar dominar o mundo com o que nos pudessem dar. è, eu sei, é um pensamento terrível, parece que não consigo ver nada além da necessidade do ser humano de dominar, guerrear, desconfiar, etc., mas é verdade. Pensem comigo, como agem os humanos, que vivem num planeta onde todos os demais seres são idênticos, necessitam das mesmas coisas, falam línguas que tem a mesma base de origem, que tem uma cabeça, tronco e dois membros superiores e dois membros inferiores? Resposta simples: Vivemos em constantes batalhas. Se contarmos as lutas travadas de humanos contra humanos desde que entendemos sobre isso, milhões ou talvez bilhões já tenham morrido. Nunca conseguimos viver em paz... Nunca. Imaginem se vem alguém de fora deste planeta? Não estamos preparados para viver em sociedade, somos grosseiros, primitivos, básicos mesmo, onde somos capazes de matar por causa de time de futebol, por causa de musica, religião, política, mulher, pedaço de terra, cor de pele, recursos naturais, dinheiro, drogas, armas, escravidão, entre muito mais. Pergunto agora: Porque iríamos querer conhecer seres de outros mundos? Ou melhor, porque diante disso, iriam querer nos conhecer? Precisamos entender a nós mesmos, conhecer nosso semelhante e o que somos, para dar o próximo passo. Não sou nenhum filósofo de bar, religioso ou algum maluco ufólatra, apenas deixo aqui aquilo que observo e através de minhas análises, começo a dar o primeiro passo para o entendimento. Gostaria de mostrar que´o conceito de destruição, ou quem sabe, o ser humano tem é algum tipo de Síndrome de Perseguição, pois seus filmes trazem sempre aliens cruéis que querem invadir a Terra, a natureza luta contra nós, ataques de vírus que nos transformam em zumbis (zumbis? Qual é?), aliens que tomam nosso corpo, nossa mente, espíritos que vem através da tecnologia, por espelhos, por rituais mágicos... Caramba, isso parece um comportamento normal? Somos agressivos nos negócios, vivemos pela pátria e lutamos por ela, criam-se grupos terroristas, cientistas dispostos a fazer qualquer coisa para atingir seus objetivos, governos que fazem pactos secretos e atividades secretas... Isso é um comportamento normal de uma raça que - por puro milagre - vive em sociedade? Somo uma raça sociopata, esquizofrenica, fóbica, depressiva, autodestrutiva. E nos julgamos a nata da criação, a imagem e semelhança de Deus (Megalomania)... Se voce fosse um ser extraterrestre e encontrasse este tipo de situação em suas análises de um povo, voce tentaria contato com ele, ou preferiria se manter no anonimato, velado dos olhos (perturbados) de um povo que seguem dois caminhos que os levam a um unico objetivo... Vivem pela guerra e pela fantasia religiosa, e em ambos os seguimentos, nos trazem ao que somos, medrosos, loucos, fantasiosos, metódicos, etc.
Se existem aliens entre nós, com certeza a cada dia eles devem rever seus conceitos.  Não sabemos buscar caminhos lógicos, sabemos apenas seguir objetivos sem que sejam totalmente planejados, agimos quase que, por impulso dos eventos. Precisamos de Deus tanto quanto de alienígenas, mas de uma coisa é certa, precisamos uns dos outros, se soubermos vê-los como SERES HUMANOS e não como seguidores de uma religião, de um partido político, de uma cultura, de um time de futebol, de um seguimento ideológico ou por características culturais. Um humano será sempre um humano independente de seus gostos, escolhas e entendimento. Como podemos chegar além de nós, se até mesmo de nós nada sabemos? O que teríamos para mostrar a outros seres? Que somos belicosos, reacionários, mentirosos, gananciosos, vivemos de fantasias religiosas, que cremos sermos os unicos seres vivos inteligentes, que o universo deve seguir o nosso conhecimento da física espacial, da possibilidade de existir vida (evidentemente primitiva, ou nunca de carbono ou que respire oxigênio, pois se não acontece isso, não podem existir), megalomaníacos, e que lutamos para mostrar que o deus de um é melhor que o deus do outro (pasmem!), que podemos nos matar em terríveis explosões no lugar de falar e negociar, que podemos nos entupir de drogas ao invés de viajarmos com todas as ferramentas que nossa mente nos dá. Que cremos em coisas invisíveis, e divinas, porque não somos capazes de entender que somos capazes de tudo. É o que temos, é o que podemos mostrar a eles. Volto a perguntar, se voce fosse um alien entraria em contato com uma raça como está?
Talvez se algum estiver lendo isso agora, eu digo... Sei que existem humanos fantásticos na Terra, pessoas realmente elevadas, mas o problema, é que no fundo somos todos iguais, ciumentos e perdidos (pervertidos também)... Pois é, assim somos nós, desculpem!
Pensem sobre isso.

Nossas crenças, uma outra visão.



Você já parou para pensar que as maiores religiões do mundo, ou pelo menos aquelas mais conhecidas, tem como maior importância o mal? É, mas permita-me explicar: O mal, seja ele em qual forma for apresentado, o nome que receba etc., é o personagem mais importante nas religiões. Pois sem o mal, a religião não tem sentido algum. De que valeria falar do bem e da vida eterna, se não existisse o mal e o medo de morrer? Observamos também, que além disso, existe o medo em cada homem e o conceito de culpa. É pregado que se tenha medo de Deus, medo de falar contra Ele, medo de agir contra Ele, a culpa pelo que acontece de mal, pois sente que não teve fé o bastante. Pense bem, se Deus é o supremo ser do universo, que importa para Ele que eu faça algo contra a sua provável existência? Nós humanos temos medo uns dos outros, porque estamos todos nivelados, com poderes e fraquezas iguais, mas quem nós conhecemos que tem o mesmo poder de Deus? Bem, se existe alguém a quem Ele teria alguma reserva, então Ele não seria mais o supremo, não é mesmo?  Acatamos a culpa por não ter vencido, porque não oramos ou não nos entregamos o bastante... Entretanto temos o lado chamado de "mal", que também parece disposto a nos causar sérios problemas. O que se pode pensar disso? Que ambos os lados se divertem conosco. Percebem que tudo o que sabemos, tudo o que cremos, tudo o que fazemos é baseado numa visão unilateral desta "guerra" entre os dois poderes? Só conhecemos a história, porque um dos lados contou sua versão, apenas isso. O que somos afinal? Marionetes? Dois supostos poderes estão numa guerra da qual não temos conhecimento nenhum, senão o cedido por um dos lados envolvidos, vivemos sob o regime do medo e da culpa. Nos é falado sobre o "Livre Arbítrio", mas se fizermos o que queremos, podemos parar num lugar chamado de "Inferno"... Curioso, que liberdade é esta?
Vamos pensar... Deus é onipresente, onipotente, onisciente, o que significa que, Deus sabe tudo o que vai acontecer antes mesmo que aconteça, pois tudo o que Ele cria, já está pelo menos para Ele, definido dentro de todas as probabilidades possíveis e imagináveis, se vermos assim, como posso ser culpado pelos meus erros (que nem sabia que cometeria), e segundo as religiões, ir para o Inferno, se Deus quando me pôs aqui, sabia que eu faria exatamente o que fiz de errado? Isso não faz de mim culpado, e sim vítima... E não posso ser condenado por Deus, pois Ele sabia o que eu iria fazer, dentro de todas as possibilidades e assim mesmo permitiu, pensando assim não é Ele o "mentor ideológico" do problema?
Se as religiões dizem pregar o amor, a paz, a união, o desapêgo das coisas materiais, o pacifismo, o entendimento, etc., promove tanta "segregação"? Sim, segregação, separação ideológica... Separação daqueles que pertencem a outras religiões, separação daqueles que pensam diferente, por condição financeira, língua e cor de pele. No lugar da paz e do pacifismo, matam em nome de Deus, brigam para provar quem tem o Deus verdadeiro, cria-se a desunião, algumas são extremamente reacionárias, são contra tudo que não diz respeito a elas mesmas, tudo que as contradiz... Isso é a religião? É para isso que elas existem, para separar as pessoas?  Se voce tem pensamento próprio e não se sujeita a isso, voce pode ir para o "Inferno", seja lá onde for, o que me faz crer, que voce deve pensar segundo a vontade daqueles que se tornam os lideres destar religiões, e o pensamento livre é um erro. Será que existe mesmo um Deus segregador? Um Deus que te conhece mas assim mesmo faz mal a voce apenas porque voce pensa diferente e por conta própria? Será que existe mesmo um Deus que permite a existência de algo tão malígno, como Diabos, Lucifer, demonios, etc., apenas para "ferrar" com a sua vida? Se existre um Deus assim, para que serve este Deus?
Certa vez, ao ser perguntado porque Deus nos fez, uma pessoa disse: "Para que o adoremos." Isso me perturbou, pois um Deus precisa criar seres para que estes seres fiquem o adorando? Isso não parece um problema psicológico? Depressão por solidão talvez. E quando Ele deixou existir o Diabo para travar esta batalha toda da qual não sabemos ao certo porque estamos no meio, não parace que Ele sentiu tédio e precisou "agitar" as coisas? É tudo muito estranho e tomado como certo por todos no mundo todo, e sabe porque ninguém pára para pensar ao contrário do que lhes é dito? Porque lhes foi ensinado a ter medo, a ter que seguir algo, a depender de uma divindade da qual não se digna a se mostrar para nós, meras criações...
Existem outras situações da qual me preocupa muito... Existem entidades ditas do bem, santos, e anjos, segundo as religiões, mas percebem como eles supostamente só agem quando voce precisa delas e os convoca ou pede algo? Nenhum faz nada para que determinada coisa não aconteça a voce, eles deixam acontecer para que voce solicite a ajuda deles... Oh pobres entidades divinas solitárias e abandonadas que precisam tanto de nós.
Então vem a pergunta: São eles os divinos ou somos nós? E segue outra pergunta: Quem depende mais de quem? É para isso que servem as religiões? Para minar nossa liberdade de ação, de pensamentos, de escolhas? Sei que dirão que é um mal necessário, mas não é, pois nós adaptamos ás religiões, as nossas necessidades. Se nos tornamos passivos, é mais por medo do que por aprendizado... E com quem estamos aprendendo? Aprendemos com nosso sofrimento, com nossas dificuldades, que existirão com ou sem Deus ou divindade alguma. Não, não sou ateu, agnóstico ou outra coisa qualquer, sou cético com mente aberta para aprender e saber quando mudar meus conceitos sobre o que é o certo e errado. Pensem nisso!

Nossa vida hoje em dia


Apenas leiam e pensem... Não com a necessidade de julgar, mas com a observação necessária para que forme um sentido de análise e compreensão dos fatos. Começamos pela alimentação... Antes, nossa comida tinha outro sabor, outro aroma, agora se tonou industrializada, e com isso perdemos o sabor da comida de certa forma que se tornou necessário o uso de temperos também industrializados para que tenhamos uma idéia, talvez falsa, do sabor do que comemos. Os aromas dos alimentos também chegaram a este ponto, a indústria produz aromas sintéticos para que até um pedaço de madeira tenha o aroma de um filé... O que ganhamos com isso? 
Antes de responder a esta pergunta, vamos pensar em outra coisa...  Os alimentos que deixavam nossos antepassados fortes, saudáveis e boa parte deles viviam por muitos anos, já não nos serve da mesma maneira. Agora não encontramos mais as vitaminas, minerais, proteínas e o cálcio que sempre esteve nos alimentos, tanto que a indústria farmacêutica e grandes laboratórios, nos fornecem complexos alimentares e cálcio... Mas não devíamos encontrar isso no que consumimos? Não era isso que nossos antepássados também comiam? Notaram que o número de doentes de câncer aumentou alarmantemente, assim como o de pessoas com doenças cardiovasculares? Isso nos trás a pergunta que fiz no parágrafo anterior... O que ganhamos com isso? NADA.
Nos tornamos mais frágeis, mais violentos, mais grosseiros. A raça humana talvez por falta dos alimentos corretos, das proteínas, do cálcio, etc., aqueles mesmos que parecem que são retirados do que consumimos, nos levaram a depressão, a irracionalidade, e por conta dela buscamos várias saídas, quem não são verdadeiramente saídas, mas sim outras formas de escravidão. Sim, uma coisa pode levar a outra, nos tornamos infelizes, porque falta algo dentro de nossos organismos, que nossos antepassados, sem a tecnologia que temos, tinham e viviam quase sem doenças. Não quero dizer que há uma conspiração contra nós, mesmo porque não posso prová-la, mas que há algo estranho há. Quer seja mera conspiração velada, ou apenas a necessidade selvagem do homem de ganhar dinheiro a qualquer custo, o que importa é que somos nós que estamos adoecendo e morrendo, enquanto estas coisas mudam, e ninguém percebe.
Esta situação de aparência incrível e quase beirando ao impossível, talvez despontando dentro do contexto da irracionalidade ou da fantasia, pode ser real e levar as pessoas por muitos caminhos, e todos dentro de condições psicológicas... E aonde nos levam estas condições? A religião como busca de salvação por intermédio de uma ou várias divindades, as drogas como meio de fugir da realidade dura, ao álcool pelo mesmo motivo, pois o álcool nos desinibe e nos faz sentir como nunca fomos. Através do sexo sem controle assumimos uma porção de controle ou de entrega total, e fugimos por alguns momentos da sociedade cruel que nos consome. Mas tudo isso por falta de comida real? Sim. A comida não serve apenas para encher o estômago e nos manter vivos, mas para nos ALIMENTAR e isso não conseguimos. Engordamos demasiado, ficamos diabéticos, temos câncer, doenças cardiovasculares, irritabilidade, entre outras coisas, e por que? Para benefício de alguns. Provavelmente dos mesmos que falam em QUALIDADE DE VIDA, assunto comum na televisão hoje em dia.
O que está acontecendo conosco? O que estão fazendo conosco? Pensem como nossa comida mudou e no quanto a sociedade mudou. Pensem nisso, pois é importante que cada um de nós saibamos o que ocorre, e que possamos descobrir uma forma de vencer esta situação que com certeza, a alguém ela interessa.
Pensem!